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American Scientific Management spilled over the world as if all people would respond equally, with the same intensity, to the same pecuniary incentives. Perhaps that is wrong, as it seems to be in the Samba Schools parade. There, people who moonlight for months deliver a world class parade on the date and time agreed to. Yet many among the same people may leave work early after having arrived late at multinationals in Rio de Janeiro. These people, as well as the much admired Che Guevara, President Allende, Acapulco plungers and bullfighters, the list is long, do what they do but earnestly enough, but not so much for money.

Not only Latin Americans do not seem to be as motivated by money as Americans are, they enter into a work contract where they expect as much protection as they are ready to give in terms of work: all-out. But modern employment limits protection by excluding parents from work-related health coverage. This limit sends the wrong signal to workers feel shortchanged, leading to lack of engagement which translated into low productivity.

Part 1:

Anglophones lead mostly for the Coyotes and see Courage as its primary driving virtue. On the other hand, Latin Americans root mostly for the Road Runner and see Temperance and Humanity as its most driving virtue, and they also tell us they do not like to be led by Coyotes. But because it is at the headquarters of multinationals where the appointments are made, they will tend to prefer like-minded individuals to run subsidiaries in Latin American, who will like to be Coyote rooters, much to the chagrin of those who root for the Road Runner.

Part 2:

You may find much of this argument at Harvard Business Review’s blog who chose to distribute this in August 27th of 2009.

Alfredo Behren’s book, Culture and Management in the Americas, by Stanford University Press, is now available here!

O Livro do Prof. Alfredo Behrens “Culture and Management in the Americas” (Stanford Business Books) já está disponível aqui na Amazon.

Executivo em ação: Marcelo Pereira

Acompanhe aqui a trajetória deste ex−aluno do MBA Executivo Internacional, turma 26 - que no ano de 2000 fundou a Agripoint, empresa de consultoria em agronegócio, tendo principal foco de atuação as cadeias produtivas do leite, carne bovina, ovinocaprinocultura e cafeicultura. Saiba como o setor de agronegócios esta driblando a crise mundial e aprenda como por em prática a teoria aprendida em sala de aula.

Pesquisa divulgada pelo Profuturo aponta que preocupação com o meio ambiente, busca por qualidade de vida e inovação, são tendências importantes para determinar as carreiras mais promissoras e que se consolidarão até 2020. Ouça agora a entrevista e saiba agora quais serão as carreiras do futuro.

Classes C e D menos vulneráveis à crise

Veja a matéria publicada no canal Exclusivo.com.br sobre o debate realizado em 12/dezembro de 2008 promovido pelo International MBA:

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Pesquisa mostra que famílias mais pobres serão menos afetadas com a crise.

Uma análise feita por mais de 70 executivos, pesquisadores, economistas e presidentes de empresas, durante um debate promovido no dia 12 de dezembro, pela Fundação Instituto de Administração (FIA), concluiu que as empresas que fornecem produtos e serviços populares e de menor ticket médio serão as menos afetadas pela crise. O parecer do evento, promovido pelo Internacional MBA, curso idealizado pelo Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA, confirma a avaliação de uma pesquisa realizada pela Profuturo com 75 das 1.000 maiores empresas do Brasil.

O estudo aponta que aquelas que investiram e inovaram em produtos e serviços com foco nas classes C e D conseguem suportar melhor e prosperar nos momentos difíceis.A pesquisa revela ainda que, além de atingir uma classe mais numerosa na base da pirâmide, essas empresas atendem também aos consumidores de maior renda, que, nos momentos de crise, optam por produtos de preço mais acessível. Já as classes C e D continuam a comprar bens essenciais sem uma restrição tão forte.

“Fica muito claro que o processo de distribuição de renda e o aumento real do salário mínimo contribuíram fortemente para esta maior estabilidade de consumo de bens populares”, avalia o professor James Wright, diretor da FIA e coordenador do Profuturo. Segundo ele, a opção do Brasil em reforçar o consumo popular permite minimizar os efeitos mais imediatos da crise, mas por outro lado, a carência de investimento em infra-estrutura e educação limita a perspectiva de competitividade na exportação e crescimento sustentável de longo prazo.