Queremos compartilhar com toda a comunidade FIA o excelente resultado nos Rankings de MBAs de 2010, que refletem a qualidade dos cursos, a seletividade na admissão de alunos e a forte combinação de qualificação acadêmica e vivência prática de nossos professores. Vejam alguns resultados:

A FIA ficou em 1º lugar em três das cinco categorias em que disputou o ranking, e ainda em 2º lugar nas outras duas, entre os 144 cursos que disputaram o ranking de 2010.
Nos MBAs Especializados, destaque especial para os MBAs de Recursos Humanos, Gestão de Tecnologia da Informação e de Marketing de Serviços, que ficaram em 1º lugar nas suas categorias, e os MBAs de Finanças e Marketing, em 2º lugar entre os 100 cursos que disputaram as categorias de MBAs especializados.

No Executive MBA Ranking do Financial Times, o MBA Executivo Internacional da FIA é mais uma vez o único curso pertencente a uma escola 100% brasileira classificado entre os 100 melhores do Mundo, com os alunos mais qualificados, o melhor corpo docente e, após três anos da formatura, os ex-alunos mais bem remunerados da América Latina.

Os leitores da Revista European CEO, que circula entre 50 mil executivos europeus, nos indicaram para o prêmio “A Escola mais Inovadora da América do Sul”, e o comitê de avaliação nos outorgou este título, que será publicado na edição de Dezembro de 2010. O International MBA em inglês, frequentado desde 2009 em regime “full-time” por alunos de mais de 12 países da Europa, América e Ásia, já formou sua 1ª turma, e repercute no exterior como uma das opções para alunos de todo o mundo investirem em aprender administração numa escola de negócios no Brasil.
Estes resultados demonstram que de fato a FIA mantém um elevado padrão de qualidade que fazem de seus cursos uma referência nacional em MBAs. Parabéns e nossos agradecimentos aos professores, alunos, conselheiros e colaboradores da FIA que em muito contribuíram para mais este resultado.
Que este sucesso se reproduza também em breve no nosso novo curso de Graduação!
James Wright
Diretor
MBA Executivo Internacional
FIA — Fundação Instituto de Administração
O perfil demográfico do país mudou. Isso significa desejos e oportunidades para empreendimentos inéditos. Seja um visionário, saia na frente
Participação do Prof. Daniel Estima de Carvalho, consultor do Programa de Estudos do Futuro/FIA
Leia a matéria completa: PEGN
Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Confira as informações na entrevista que Sandra Cabral fez com Alfredo Behrens, economista com Ph.D. pela Universidade de Cambridge e prof do MBA da FIA.
Clique aqui
Território Eldorado
O MBA Executivo Internacional tem por objetivos possibilitar a compreensão da evolução das organizações e mercados num contexto de competitividade internacional, desenvolver o pensamento crítico, visão estratégica, e a capacidade de liderar processos de mudança.
Clique aqui: Radio CBN
Saiba quais são as profissões que vão ganhar projeção no mercado de trabalho nos próximos anos. Algumas delas já começam a se tornar realidade nas empresas hoje.
Clique aqui para ler a entrevista concedida pelo professor James Wright, publicada na Revista Você S.A, sobre carreiras do futuro: Futuro Próximo
Fonte: Methodus
Especialistas ouvidos por VEJA.com dizem que país precisa avançar significativamente em políticas sociais e trabalhistas.
…”As oportunidades não são distribuídas de maneira equânime. Isso cria tensões. Fazendo um paralelo com o Brasil, é como se o boia-fria se ressentisse dos trabalhadores bem pagos das indústrias do ABC paulista”, compara o professor James Wright, coordenador do MBA Executivo Internacional da Fundação Instituto de Administração (FIA). O professor acrescenta que o simples direito de ir e vir é controlado no país, impedindo a migração em massa de trabalhadores rurais para os centros mais abastados. ”Quando o trabalhador se muda pra áreas urbanas mais prósperas, ele continua a ser um cidadão da região de origem. Logo, não consegue obter autorização para estabelecer moradia, o que o impede de alugar uma casa; não tem direito à assistência de saúde; fica impedido de matricular os filhos em uma escola, entre outras dificuldades”, explica. Para conquistar o direito, só com qualificação e um contrato de trabalho com uma empresa. A fiscalização da mobilidade é feita pelo governo, pela polícia e também pela comunidade local, diz o professor…
Leia a matéria completa aqui
Arquivo: Pib-chines
Brazil and Paraguay have reached what they call a “historic” agreement under which Brazil will pay more to Paraguay for electricity from the Itaipu hydro-electric power plant on the countries’ border and provide cheap loans for infrastructure.
The deal is the latest effort by President Luiz Inácio Lula da Silva of Brazil to increase his influence in Latin America through “good neighbour” policies.
The US administration sees Brazil as a moderating force to counter moves by President Hugo Chávez of Venezuela to spread his “21st century socialism” across the region.
President Fernando Lugo of Paraguay – whose presidency has been beset by scandals over children he fathered while he was a bishop – described the agreement as a victory on Saturday after meeting Mr Lula da Silva in Asuncion. “In 10 months . . . we have achieved something that was impossible for 30 years,” he said.
Critics in Brazil say Mr Lula da Silva has handed a gift to Brazil’s tiny neighbour, to be paid for by Brazilian electricity consumers and taxpayers, who will get nothing in return.
“The only thing Brazil has to gain is a boost to Lula’s personal leadership in Latin America,” said Adrian Pires of CBIE, an energy consultancy in Rio de Janeiro.
But Mr Lula da Silva’s bid for regional leadership – which has resulted in concessions to other neighbours such as Bolivia and Venezuela – is part of an expansion of the country’s foreign policy aims that may already be paying dividends by enhancing its global status.
At the G8 meeting in Italy this month Barack Obama, the US president, asked Mr Lula da Silva to use his influence over Iran to try to persuade the Middle Eastern country to abandon its nuclear ambitions.
President Mahmoud Ahmadi-Nejad of Iran was due to visit Brazil last month but cancelled his trip because of turmoil over Iran’s elections. Brazil has made it clear that the invitation remains open, in spite of outcry at home over the recognition Brazil would be giving to a Holocaust denier.
Brazil’s concessions to Paraguay include a tripling of the fee it pays for access to about 90 per cent of Paraguay’s half-share of the energy produced at Itaipu, currently $120m (€84m, £73m) a year. In addition, Brazil buys Paraguay’s electricity at about $45 per megawatt hour – equal to about $2bn last year – and the agreement may also allow Paraguay to sell its energy directly into the Brazilian market, where it believes it can get a higher price.
Brazil may also give Paraguay cheap loans to build power lines. All the measures must be approved by the country’s legislatures.
“This is telling of Brazil’s attitude to consensus,” said Alfredo Behrens, a consultant and professor at FIA, a business school in São Paulo. “The thinking is, ‘Why not? We are big, they are small, why not let them have something?’ Brazil has no strategic objective except its good standing.”
That standing has been enhanced, for example, by Brazil’s role as a leader of United Nations peacekeepers in Haiti.
Additional reporting by Oliver Balch in Buenos Aires

O jornal DCI – SP publicou em 19/02/2010 uma notícia sobre o SEMINÁRIO PROFUTURO.
CLIQUE no link para ler a noticia completa: divulgacao.jornal
Em entrevista a um jornal português, o então presidente Fernando Henrique Cardoso chamou o Brasil de país ”caipira”. Caiu o mundo porque se imaginou que era uma definição pejorativa. Não era, explicou depois FHC. Era apenas a constatação de que todo país continental é ”caipira”, no sentido de que olha muito mais para dentro do que para fora.
Os Estados Unidos, por exemplo, também são caipiras, nesse sentido. Mas, como têm interesses em todos os cantos do mundo, Afeganistão, por exemplo, passa a ser assunto interno e obriga os norte-americanos a olhar para fora.
O tempo passou, a globalização avançou, o Brasil tornou-se um ator global mais relevante, mas, ainda assim, continua sendo ”caipira”, se o ponto de observação é Davos, a cidadezinha dos Alpes suíços que, todo janeiro, abriga o encontro anual do Fórum Econômico Mundial. É, seguramente, a maior concentração de personalidades por metro quadrado que o mundo consegue colocar num mesmo ponto, no caso o Centro de Congressos de Davos.
Poucos, no entanto, são brasileiros. Sim, o Itamaraty é um ator global – e não é de hoje. Trata-se de uma ilha de excelência no serviço público, graças ao fato de que o ingresso na carreira só se dá por meio de um exame rigorosíssimo. E a progressão também depende de novas provas e trabalhos de avaliação.
Claro que sempre há um jogo político, como em toda corporação, que facilita a ascensão. Mas, sem submeter- se às provas, ter amigos influentes não resolve grande coisa.
Por isso, em Davos, o ministro Celso Amorim nada de braçada, assim como os diplomatas que o acompanham. Mas, do setor privado, a presença brasileira é esquálida, perto de zero. Hoje mesmo, em almoço sobre Brasil, uma das participantes reclamou do fato de que as empresas brasileiras pouco se globalizaram, especialmente na comparação com a China.
Não se vê o envolvimento dos executivos nas grandes discussões políticas. Será que banqueiros do porte e da qualidade de Roberto Setúbal e Pedro Moreira Salles ou um executivo de alto nível como Fábio Barbosa, presidente da Federação Brasileiro de Bancos, nada têm a dizer a respeito da regulação do sistema em que trabalham, proposta pelo presidente Barack Obama e motivo de uma baita polêmica?
No âmbito acadêmico, então, a única presença brasileira que eu tenha anotado é a de Jacques Marcovitch (USP), membro do Conselho da Agenda Global sobre o Futuro da América Latina, um dos incontáveis grupos de trabalho criados pelo Fórum.
Será que Luiz Gonzaga Belluzzo, Antônio Delfim Netto e Paulo Rabello de Castro, para citar só colunistas de economia da Folha de S. Paulo, nada têm a dizer sobre a crise, as saídas para ela, desenvolvimento, crescimento?
Será que é preciso lembrar que uma potência global não se faz só de um mercado imenso, de quase 200 milhões de habitantes, com crescente poder aquisitivo. Nem de um governo empenhado em atuar globalmente.
Faz-se também – e talvez principalmente – de uma sociedade que se envolve com o mundo.
PS – Entro em férias até depois do carnaval. Divirta-se.
Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às quintas e domingos na página 2 da Folha e, aos sábados, no caderno Mundo. É autor, entre outras obras, de ”Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo e O Que é Jornalismo”.
29/01/2010
link da máteria: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/clovisrossi/ult10116u686708.shtml
Confira o artigo a seguir publicado no site MPost:
“Na contramão de muitos brasileiros, que têm prestigiado cursos no exterior, italianos, franceses, indianos, americanos, entre outros, estão ‘descobrindo o Brasil’ como um lugar de oportunidades para cursar MBA. Buscam novas perspectivas, desenvolvimento profissional e trabalho.
As personagens dessa história, na maioria, desembarcaram em São Paulo para estudar na FIA (Fundação Instituto de Administração), entidade criada por professores do Departamento de Administração da Faculdade de Economia da USP (FEA-USP).
Cerca de 3 mil projetos já foram realizados pela FIA, desde a sua criação em 1993. Trabalhos de consultoria, pesquisa e educação, capacitando alunos a prestar serviços nos mais variados campos de especialização da administração; atendendo 850 empresas nacionais e multinacionais, órgãos públicos e associações de classe e entidades, em diferentes segmentos: educação, saúde, segurança pública, meio-ambiente, trabalho e emprego, terceiro setor.
O coordenador International MBA da FIA, James Wright, explica que as aulas do MBA que atraem a legião estrangeira de estudantes são realizadas ‘full-time’, em inglês mesmo e ao longo de um ano. ‘Apresentamos projetos de consultoria, gratuitos, que acabam qualificando os alunos, que se tornam pessoas preparadas para atuar em cargos de confiança.’
Bom para quem estuda e uma grande oportunidade para quem empreende. Entre os alunos, a italiana Silvia Bordoni conta que veio a São Paulo de olho no mercado latino-americano. ‘Já tinha vindo ao Brasil’, explica. Outra aluna, Coralie Gonzalvez, conta que o mais interessante, para ela, tem sido a convivência com pessoas do mundo inteiro e com professores que dão palestras, são bem qualificados.
Um dos brasileiros que cursa a primeira turma deste MBA, Marcos Matos, empresário que estudou na Austrália, diz que sentia falta de estar entre as pessoas de fora do Brasil. ‘O que eu acho legal é que muita gente de fora veio e isso é importante para o Brasil crescer. Falta gente de fora com conhecimento da cultura do Brasil, para fazer business.’
Renata Spers, vice-coordenadora do MBA, diz que há histórias de ‘europeus e americanos que vieram ao Brasil e se apaixonaram pelo país, querem ficar e trabalhar, tendo em vista que há, também, excelentes oportunidades para eles.’
O curso pegou. O processo seletivo para o segundo ano está em andamento e já tem inscritos da Turquia, Estados Unidos, America do Sul.”
Mais informações, consulte o site da FIA.