PROFUTURO DIGITAL FORUM – Pensando o futuro em um mundo digital
O grupo de discussão sobre grandes temas ligados à tecnologia e seus diversos impactos no país, para o Estado, as empresas e a vida das pessoas, Profuturo Digital Fórum, retorna este ano e conta com a sua participação.
Este grupo aberto, reúne professores, alunos e ex-alunos de pós graduação da FEA-USP e da FIA, pesquisadores e executivos com atuação profissional ligada aos temas relacionados à tecnologia digital e sua difusão.
O conceito deste Fórum é reunir idéias, com uma visão abrangente e isenta, buscando apoiar e incentivar o aumento da produção e difusão do conhecimento sobre tecnologia digital no Brasil.
Nesta primeira edição de 2013, teremos a honra de contar com Rafael Laender, do Marketing (Digital & CRM) da Hyundai Motor Brasil, e Fabricio Proti – Diretor de Negócios e Marketing Solutions (Auto & Tech) do FACEBOOK. O tema deste primeiro encontro será “Social Driving Business – O Case Hyundai & Facebook”.
Participe:
Em 18/04/2013 das 17:00 às 18:30, sala Ruy Leme – 1º andar – E 203 – FEA-USP (Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 – Cidade Universitária – São Paulo).
Informações: (11) 3091-5848 com Cristiane ou Elaine
Inscrições até 16/04/2013: http://digitalforumabril2013.questionpro.com
Vagas limitadas!
Palestra gratuita em português
Coordenação geral: Prof. Dr. James T C Wright
Coordenação do fórum: Prof. Leandro Fraga Guimarães
Na seção “Economia”, Renato Cruz fala sobre inovação: ‘Um dos livros de cabeceira de Steve Jobs, cofundador da Apple que morreu em 2011, era O dilema da inovação, do professor de Harvard Clayton Christensen. O livro explica por que grandes empresas fracassam. O principal argumento de Christensen é que companhias de sucesso costumam focar em inovações sustentadoras… Leandro Fraga, pesquisador do Programa de Estudos do Futuro (Profuturo), da Fundação Instituto de Administração (FIA), comentou: “Alguém imaginaria, neste século, a Apple ser processada por falta de inovação?”‘
Veja matéria completa em Tecnologias rompedoras
“Sou caçadora de super homens”, assim Carolina Verdelho, do Facebook, iniciou sua palestra no 11º Profuturo Digital Forum, enquanto a tela exibia uma foto do escritório em Menlo Park, CA/EUA, com uma fantasia do Superman pendurada.
O evento ocorreu em 18/10/12, em parceria FEA/USP e Profuturo-FIA e recebeu a palestrante Carolina Verdelho, responsável pela Captação de Talentos na América Latina para o FACEBOOK.
Veja repercussão na mídia: http://www.valor.com.br/carreira/2866102/palestra-gratuita-discute-desafio-do-recrutamento-na-area-tecnologica
Acesse site da FEA/USP e veja matéria sobre o evento: FEAUSP_Carolina Verdelho
Faça já sua inscrição neste evento gratuito. As vagas são limitadas, mediante inscrição em: http://profuturodigitalforum11.questionpro.com/
Veja a repercussão do Profuturo Digital Fórum que ocorreu em 16/08/2012 na FEA/USP.
Uma realização Profuturo/FIA
Jornalista do Estadão traz discussão sobre inovação empresarial ao Fórum do Profuturo.
Leia a matéria em: http://www.fea.usp.br/noticias.php?i=973
PROFUTURO DIGITAL FORUM apresenta:
O desafio da inovação: a revolução do conhecimento nas empresas brasileiras
Palestrante: Renato Cruz*
Data: 16/08/2012
Horário: 17h
Local: Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 – Sala Ruy Leme – FEA 1 – Cidade Universitária (mapa) http://www.fea.usp.br//conteudo.php?i=14
Clique aqui para realizar a sua inscrição gratuita.
Vagas limitadas!
Informações: (11) 3091-5848 com Ivana
Coordenador do fórum: Prof. Leandro Fraga
Coordenador geral: Prof. Dr. James Wright
* Renato Cruz escreve sobre tecnologia para o jornal O Estado de S. Paulo. Graduado em jornalismo, com mestrado e doutorado pela ECA/USP. É professor do bacharelado em Audiovisual do Centro Universitário Senac. Publicou os livros: O desafio da inovação: a revolução do conhecimento nas empresas brasileiras, TV digital no Brasil: tecnologia versus política e O que as empresas podem fazer pela inclusão digital.
Um debate sobre o empreendedorismo, ocorrido na FEA no último dia 21, trouxe o gestor de fundos da JBI (Jardim Botânico Investimentos), Levindo Santos. A tônica da discussão foi uma análise sobre o ambiente para investimentos em start-ups, empresas nascentes com ideias de inovação e pesquisa em alta tecnologia, nas mais variadas áreas.
O palestrante contou aos espectadores sua experiência com um fundo de investimentos que começou suas atividades em meados da última década, no ano de 2004. Na ocasião, o fundo contou com 22 investidores, além de 2 empresas, girando um capital de aproximadamente 15 milhões de reais. Seis empresas start-ups receberam o apoio financeiro.
Levindo analisou o êxito do projeto a partir de um modelo que verifica a relação entre o grau de da inovação e o ecossistema de diversidade de pessoas e projetos da empresa. Segundo ele, isso explica o sucesso de algumas dessas 6 empresas comparadas a outras do mesmo grupo, mas diz que o estímulo empreendedor foi se perdendo em todos os casos. “Foi uma história de sucesso e insucesso, uma experiência de sensações distintas e, acima de tudo, muito aprendizado”, conclui o palestrante.
Trazendo o projeto para o âmbito geral, Levindo entende o empreendedorismo como um triângulo formado por conhecimento, gestão e capital – este último no qual seu fundo se encaixa. Em alguns casos, algum dos vértices tem uma importância maior, mas na maioria das empresas, se equivalem.
O ecossistema empreendedor e o Brasil no cenário internacional
O ponto fundamental para o sucesso de projetos voltados ao investimento de capital de risco (o chamado venture capital) é o desenvolvimento de um ambiente propício para o empreendedorismo. Segundo Levindo, o espírito dessa inovação deve se expandir para a sociedade e se fazer presente em todos os âmbitos, desde incentivo a pesquisas até o exercício de políticas públicas eficazes e estimulantes, criando um ecossistema empreendedor.
Alguns rankings internacionais, que analisam diversos fatores socioeconômicos de diferentes nações, colocam o Brasil em uma posição muito abaixo das expectativas quando a pauta é ambiente para o empreendedorismo, enquanto países asiáticos como Hong Kong e Singapura, com menor potencial econômico, aparecem nas primeiras posições. Alguns pontos como tamanho de mercado e capacidade de inovação são positivos para o país, mas diversos outros fatores comprometem o país, entre os quais se destacam a ineficiência infraestrutural e tributária, o ambiente burocrático e a corrupção. “O Brasil ainda tem muitos problemas a superar, e isso depende muito de políticas públicas e de uma governança eficaz”, conclui o palestrante.
Um exemplo a ser seguido por universidades do Brasil é o MIT (Massachusetts Institute of Technology), de onde brotam projetos empreendedores em alta tecnologia nas mais variadas áreas. Estudos indicam que, se somadas as receitas de empresas originadas por pessoas ligadas ao instituto, o MIT representaria a 11ª economia do mundo. A riqueza em produtos, serviços e inovação da universidade norte-americana é influência para todo o planeta. No Brasil, existem cada vez mais estudantes empenhados em criar carreiras de sucesso a partir de ideias próprias e projetos de empreendedorismo. “O número de pessoas aqui na USP com esse pensamento hoje em dia é maior que o de quinze anos atrás, e muito superior ao da minha geração”, diz o prof.º Leandro Fraga Guimarães, coordenador da evento.
PARTICIPE DO PRÓXIMO FÓRUM DIGITAL – CONTATO: ivanaf@fia.com.br
PROFUTURO DIGITAL FORUM: Pensando o futuro em um mundo digital
O grupo de discussão sobre grandes temas ligados à tecnologia e seus diversos impactos no país, para o Estado, as empresas e a vida das pessoas, Profuturo Digital Fórum, retorna este ano e conta com a sua participação.
Este grupo aberto, reúne professores, alunos e ex-alunos de pós graduação da FEA-USP e da FIA, pesquisadores e executivos com atuação profissional ligada aos temas relacionados à tecnologia digital e sua difusão.
O conceito deste Fórum é reunir idéias, com uma visão abrangente e isenta, buscando apoiar e incentivar o aumento da produção e difusão do conhecimento sobre tecnologia digital no Brasil.
A palestra Os desafios para a constituição e o crescimento de start-ups de alta tecnologia no Brasil e no Exterior será ministrada por Levindo Santos, executivo com vasta experiência na gestão de fundos de investimento e empreendedorismo no Brasil e nos Estados Unidos (Investment Comitee, Jardim Botanico Investimentos; Managing Director, Head of Investment Banking for Brazil at HSBC; Regional MD at Gavea Investimentos; Executive Director, Investment Banking at Morgan Stanley; Director, Corporate Finance at Lloyds TSB Bank; Associate, Mergers and Acquisitions at Banco Pactual).
Participe: Em 21/06/2012 das 17:00 às 18:30, sala Ruy Leme – 1º andar – E 203 – FEA-USP (Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 – Cidade Universitária – São Paulo).
Informações: (11) 3091-5848 com Ivana
Inscrições até 18/06/2012 : http://profuturodigitalforum9.questionpro.com
Vagas limitadas! Palestra gratuita em português
Coordenação geral: Prof. Dr. James T C Wright
Coordenação do fórum: Prof. Leandro Fraga Guimarães
O Programa ECONOMIA DIA A DIA, produzido pelo SINDECON/SP é veiculado as terças-feiras, das 22:30hs às 23:00hs, na TV ABERTA SÃO PAULO nos canais:
TVA 72 e 99
TVA Digital 86
NET 9
INTERNET, WebTV, ao vivo, no link http://www.tvaberta.tv.br/pages/webtv
Neste mês de maio (dias 15, 22 e 29) o tema abordado versa sobre:
1ª Parte: ECONOMIA VERDE
- Entrevistado: Sr. Martin Mauro
- Entidade: Diretor da Rede Social Made in Forest
Principais Tópicos
– Evento Rio+20
- O papel do Economista em Programas e Projetos Sócio-ambientais
2ª Parte: NOVAS TECNOLOGIAS
- Entrevistado: Prof. Leandro Fraga
- Entidade: Fundação Instituto de Administração – FIA
Principais Tópicos
– Núcleo Profuturo Digital
- Participação do Economista nos Encontros sobre Novas Tecnologias
Informações adicionais: (11) 3872.9880 ou via e.mail secretaria@sindeconsp.org.br
O Prof. Leandro Fraga Guimarães, consultor do Profuturo e ex-aluno do MBA Executivo Internacional, participou de uma entrevista sobre tecnologia digital para a revista EMPRESA BRASIL, Ano 9, número 79.
”O uso de novas ferramentas não resolverá todos os problemas estruturais do ensino brasileiro”.
Confira mais: Tecnologia digital
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”A educação digital é um mecanismo que viabiliza a educação a distância”, diz o professor Leandro Fraga sobre as diferenças entre os dois termos, no Profuturo Digital Forum sobre tecnologia digital e educação, que ocorreu no dia 17 de novembro. Ele explica que a educação digital pode ser entendida como um elemento que engloba a educação a distância. ”É possível ter educação presencial usando meios digitais. (…) Até poucos anos atrás, a educação a distância era perfeitamente possível sem nenhuma tecnologia digital”, diz sobre a modalidade de ensino, que teve um dos seus primeiros casos de relevância ainda na década de 60, na Open University, em Londres.
Vantagens da educação digital
O professor lista uma série de benefícios que a tecnologia pode trazer para a educação, como a busca, autenticação e priorização de material encontrado na web, a simulação e visualização de estruturas e processos de modelos físicos, químicos, biológicos e matemáticos, e simulação de situações históricas, além de auxiliar pessoas com deficiência.
Ele também cita a questão da logística, principalmente na rede pública.”Os meios digitais podem ser um grande auxiliar para organizar e prover estrutura para o material dos professores e alunos, em condições de custo muitas vezes inferior ao modelo tradicional”. Destaca também que aspectos limitantes, como a língua, serão cada vez menos relevantes.
Tecnologia e custos
Apesar dos avanços, Fraga diz que ainda não aproveitamos ao máximo os recursos que possuímos. ”A tecnologia disponível está adiante do que podemos fazer de concreto. Nós ainda estamos aprendendo a utilizar os mecanismos que já existem para aproveitar melhor o seu potencial”.
Há também a questão do custo de manutenção, ainda alto para a maioria das escolas. ”Um dos problemas da inclusão digital nas escolas é que a manutenção do equipamento é muito cara. Mas o modelo de computação em nuvem ajuda um pouco a resolver essa questão”, explica, já que com esse modelo é possível acessar arquivos e programas de forma remota.
Na FIA, está em experiência a substituição das cópias em papel por tablets. Segundo Fraga, o custo com as cópias físicas já cobre cerca de metade do custo do tablet.
O que muda?
”É um grande desafio para o professor”, diz Fraga. O ensino se torna cada vez mais personalizado, com maior possibilidade de aprendizado individual. ”Em vez do teacher push, passamos a ter o learner pull, no qual o aprendizado atende mais às necessidades do aluno. No entanto, o professor faz a ressalva de que essa exigência sempre existiu dos bons alunos, que querem saber mais. Não podemos nos afastar da essência, do objetivo”. Ele diz que é preciso alunos entusiasmados, professores comprometidos e bem preparados, pais envolvidos e informados e uma sociedade que valoriza o aprendizado, e não apenas tecnologia, para se ter ensino de qualidade.
Renata Hirota