Metade da população da classe C terá acesso à internet em 2020, sendo que 60% dessas conexões serão de internet rápida.
Leia a matéria completa: james.diarioBH.classeC
Fonte: Diário do Comércio – BH
Pesquisa mostra que metade do segmento econômico estará conectada.
Leia a matéria completa: jornal do brasil – abril2010
Fonte: Jornal do Brasil/RJ
Em dez anos, 53% da população de classe C no Brasil terá acesso à internet, dos quais 60% serão em banda larga, o equivalente a 31,8% da classe C, de acordo com estudo do Programa de Estudos do Futuro da Fundação Instituto de Administração (Profuturo/FIA). A projeção é que, em 2020, a internet atingirá 99% dos internautas de classe A, todos com conexão em banda larga, 90% de classe B, dos quais 90% terão banda larga, e 25% de classes D e E, com um quarto dos acessos em banda larga.
Leia a matéria completa: entrevista-tiinsideonline
Cursos internacionais fazem a diferença no curriculo.
Veja a entrevista do Prof. James para o jornal Brasil Economico publicada em 31/03/2010.
Link da matéria publicada: http://clipping.cservice.com.br/Extranet/materia/materia.aspx?materia=2625418&canal=21418&cliente=YA7vtvn8SlE
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O Brasil passou a disputar com sucesso o mercado mundial de formação de executivos.
O International MBA da FIA, na noite de 17 de Março, comemorou a formatura de sua 1ª turma com alunos oriundos de nove diferentes países.
São jovens executivos que investiram tempo e dinheiro para buscar uma formação em administração de empresas no Brasil. Largaram seus empregos nos EUA, Europa e América Latina e escolheram vir ao Brasil para obterem um MBA reconhecido internacionalmente. Na FIA, cursaram por um ano o único MBA ”full time” em Inglês do País.
Estudando junto com colegas brasileiros que em sua maioria realizaram a versão ”part-time” do curso em 20 meses, os alunos internacionais tiveram aulas com professores brasileiros, europeus e norte-americanos, e absorveram muito da cultura brasileira de fazer negócios.
Com apenas 30 dias da conclusão do curso, mais de 70% da turma já está empregada no Brasil no Exterior, ou empreendedores, criaram suas próprias empresas, gerando emprego no Brasil!
Segundo o Professor James Wright, Coordenador do International MBA da FIA, ”este curso é um celeiro de talentos para as empresas brasileiras que querem ampliar sua presença global. Com média de 6 anos de experiência profissional, senso de empreendedorismo e uma intensa vivência multicultural, estes jovens são um capital humano de primeira para qualquer empresa do mundo”. O professor afirma que as empresas multinacionais tem sido mais rápidas em reconhecer este potencial e contratar os formandos da primeira turma. As empresas brasileiras que se internacionalizam, como AMBEV, Embraer, Gerdau, Votorantim, Itau-Unibanco, Camargo Correa, Odebrecht, Natura e outras precisam agregar as seus quadros jovens talentos exatamente com esse perfil, diz Wright.
Ouça a declaração do Prof. James no PODCAST da FIA: clique aqui
Professores homenageados: Prof. Dr. Alfredo Behrens, Prof. Leandro Morilhas, Prof. André Oda, Prof. Gilberto Dupas (in memorium)
O Cordenador do Programa de Estudos do Futuro, Prof. Dr. James T. C. Wright, concedeu uma entrevista para o jornal Valor Econômico.
“Os mercados estão mais maduros e ter produtos, serviços e modelos de negócios inovadores é fundamental para alavancar a competitividade e ampliar o volume de negócios, principalmente de companhias que hoje são líderes na América Laina”
Clique aqui para ler a matéria completa valor.james.mar2010
Valor Econômico – Seção Valor Especial – 10/03/2010
O professor James Wright foi entrevista pelo jornal Brasil Econômico sobre cursos de MBA.
A matéria foi publicada em 26 de fevereiro de 2010.
Clique para ler toda a matéria: momento.ideal_brasil.economico_jan10
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Pobreza. Informática. Cultura milenar. Religiosidade. Riqueza. Respeito pelos animais. Palácios maravilhosos. Muita gente. Empresas globalizadas. Congestionamentos. Educação. Sem pressa. Democrática. Reencarnação. Orgulho de ser indiano. Bollywood. Livros e muitos leitores. Blackouts. Crianças na escola. Crescimento. Castas. Buzinas. Pimenta. Jóias. Vacas. Carros de boi. Armas nucleares.
A Índia é grandiosa, tem tudo isto e muito mais. É a maior democracia do mundo, e é uma síntese de todas as dificuldades e potencialidades do mundo emergente. Até 2050 mais de 90% do crescimento populacional global virá dos países emergentes,e as soluções que encontrarem servirão de exemplo para o mundo, assim como seus fracassos serão os do mundo democrático.
Em janeiro deste ano, um grupo de professores e ex-alunos da FIA fizeram uma viagem de exploração cultural, educacional e empresarial. Visitamos empresas, projetos comunitários, universidades, museus, palácios e mercados populares.
A infraestrutura física de transporte e energia é extremamente precária, assim como a de saneamento e saúde. A burocracia estatal é sufocante e a corrupção abrangente. A diversidade cultural, religiosa e geográfica fragmenta o mercado em diversos sub- segmentos distintos, e, por fim, os sistemas de distribuição são ineficientes e caros.
A seu favor, a Índia tem o grande tamanho absoluto de seu mercado, um potencial de 1,2 bilhão de consumidores da base da pirâmide, e a realidade de cerca de 60 milhões de consumidores de classe média e alta, que adotam padrões de consumo semelhantes, porém distintos dos ocidentais.
Um Mc Donalds, por exemplo, tem que adaptar sua oferta a um público para o qual a vaca é sagrada: tem que oferecer temperos especiais e produtos para vegetarianos, e em algumas lojas, refeições a 50 centavos de dólar. A Suzuki tem que adotar uma marca indiana, Maruti, para prosperar. Precisa criar uma rede de escolas de direção para educar seus consumidores e enfrentar a concorrência de um Nano, da Tata, que é vendido por US$ 2500.
Seu grande triunfo é sua gente: um povo que trabalha duro, que acredita que melhorará praticando o bem nesta vida e em vidas futuras, e que acredita na educação como meio de prosperar. Falando inglês fluente, a maioria dos indianos mais educados consegue interagir com facilidade no mundo globalizado, e tem criado um espaço próprio importante no cenário global de serviços de TI.
Comparações com a China são inevitáveis. Os chineses têm um claro propósito de construírem a potência econômica número um do mundo; lá, todos, desde os líderes até os operários, enxergam e trabalham com este objetivo em mente. Já a Índia democrática e pluralista não sabe expressar uma clara visão de seu papel no mundo.
Cresce sem um plano integrado, democrática, multifacetada, caótica, barulhenta e confusa. Mas caminha inexoravelmente a um futuro dramatico; poderá ser um grande mercado para infraestrutura e consumo, poderá fornecer cérebros, empresas e empreendedores para um mundo globalizado, ou poderá perder seu rumo em disputar setoriais e internas.
Para nós brasileiros, um mundo inexplorado e enorme em oportunidades de parcerias e de negócios, mas um desafio para entender e lidar com este gigante multifacetado da Ásia, um gigante que não pode ser ignorado.
James Wright
O artigo “Proposição e teste de um modelo de turismo para a população de baixa renda na Cidade de São Paulo” elaborado pelo autores: Renata Giovinazzo Spers, Celso Custódio Carneiro, Oscar Julio Filho, Pedro Américo Abreu Junior, Zachari Mateev, James Terence Coulter Wright, foi publicado na Revista Eletrônica de Ciência Administrativa. Este é o resultado elaborado a partir de um trabalho de conclusão de curso de alguns alunos da turma 30 do MBA Executivo Internacional.
Clique e faça o download do artigo: Prop.Teste.Modelo.Turismo_baixa.renda
Ouça o comentário do Coordenador do MBA Executivo Internacional sobre o avanço de sete posições do curso em sua participação no Ranking da Financial Times e a consolidação da FIA por ser a única escola brasileira a ter seu próprio MBA Executivo neste Ranking.