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Tag: inovação

O Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA (Fundação Instituto de Administração), realizará no dia 05 de novembro, a partir das 8h30, em São Paulo, o 20º Seminário Profuturo com o tema “Inovação e sustentabilidade: perspectivas e oportunidades”.

O evento gratuito será dividido em três sessões paralelas divididas em: Inovação e sustentabilidade, Organizações e liderança, e Tendências e novas oportunidades. Dessa forma, haverá possibilidade de abordar diversos assuntos, desde o desafio de sustentabilidade ambiental no setor de mineração até uma análise sobre a viabilidade do Cloud Computer.

Para o professor doutor James Wright, coordenador do Profuturo e organizador do seminário, esta é uma excelente oportunidade de debater agora as questões que serão discutidas e avaliadas nos próximos anos. “O encontro irá enfocar diversas vertentes sobre sustentabilidade e inovação, temas-chave para o desenvolvimento das organizações e sociedade como um todo e que, ao longo dos anos, receberão cada vez mais atenção”, informa o acadêmico.

Os assuntos a serem apresentados estão divididos em três sessões. Consulte a programação aqui

Serviço:

Seminário “Inovação e Sustentabilidade: Perspectivas e Oportunidade”

Data:   05 de novembro de 2010

Horário: das 8h30 às 13h

Local: Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 – 1º andar – Sala da Congregação – Cidade Universitária / SP

Informações e inscrições: (11) 3818-4021

Sobre o Profuturo: o Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), que faz parte da FIA (Fundação Instituto de Administração), foi criado em 1978 e tem por missão auxiliar empresas e instituições públicas e privadas a aprimorar seus processos de planejamento, para que possam prever e lidar com as transformações do seu ambiente de negócios, aproveitando as oportunidades para construir um futuro desejável. Apóia projetos de estudos prospectivos e desenvolvimento de tecnologia de indústrias e outras organizações. O Programa conta com uma equipe de engenheiros, administradores e economistas, além de especialistas externos como colaboradores e convênios de cooperação com outras instituições.

Sobre a FIA: eleita por três vezes, desde 2005, como a melhor Escola de Negócios do Brasil, a FIA, um dos mais conceituados e respeitados centros educacionais do País, possui 29 anos de atuação no setor. A entidade, credenciada junto ao MEC (Ministério da Educação), atua em três frentes: consultoria, pesquisa e educação, capacitando-a para desenvolver estudos e prestar serviços nos mais variados campos de especialização da Administração.

Todos os MBAs oferecidos pela instituição alcançaram credenciamento junto à The Association of MBAs (AMBA), sediada em Londres, que referencia importantes escolas de negócios pelo mundo. Outro reconhecimento relevante foi concedido pelo jornal britânico Financial Times. O MBA Executivo, oferecido pela FIA,  ocupa a posição de número 25 no ranking dos melhores MBAs Executivos das Américas, sendo o único MBA brasileiro na classificação elaborada pelo jornal, que destaca, ainda, a qualidade do grupo de alunos: o 6° mais experiente do mundo.

Prof. Dr. Eduardo Pinheiro Gondin de Vasconcellos em entrevista para o MBA Executivo Internacional da FIA fala sobre: 

O sucesso hoje depende da combinação de inovações tecnológicas sustentáveis com um novo modelo gerencial

 

1 – Quais os fatores mais importantes para um país ser competitivo internacionalmente?

Para poder disputar mercados no exterior, um país deve ter empresas que tenham competência para criar novas vantagens competitivas ou adaptar vantagens já existentes em novos cenários. Para isso, a capacidade para inovar é fundamental. Essas companhias também devem saber quando e de que maneira negociar alianças estratégicas, e, ainda, aprender a lidar com culturas diferentes do seu país de origem. O governo desse país, por sua vez, deve desenvolver um sistema tributário adequado em parceria com a iniciativa privada e universidades, além de suprir componentes da infraestrutura básica como educação e transportes.

 

2 – Qual o papel da tecnologia neste contexto?

Tecnologia é um fator vital para tornar uma empresa mais competitiva que outra, mas não é tudo. Cada vez mais a competitividade global está associada a inovações sustentáveis em produtos e processos. Inovações sustentáveis são aquelas que geram valor para a cadeia produtiva na qual a empresa está inserida: clientes, fornecedores, acionistas, colaboradores etc. E essas inovações dependem não apenas de tecnologia, mas dependem também, com frequência crescente, de ajustes nos modelos gerenciais.  Um estudo da IBM revelou que as empresas mais rentáveis têm maior equilíbrio entre inovações de produto e inovações no modelo gerencial e as menos rentáveis apresentam uma taxa de inovação em produtos muito maior que as gerenciais. O sucesso do Google, por exemplo, é devido à combinação de inovações tecnológicas com um novo modelo gerencial, nunca antes usado pelos seus concorrentes.

 

3 – Até que ponto uma política tecnológica é importante para um posicionamento internacional competitivo? Pode citar exemplos de alguns países que adotaram políticas tecnológicas bem sucedidas?

Parte da política tecnológica de um país está relacionada aos estímulos para as empresas investirem em inovação e para Universidades e Institutos de pesquisa apoiá-las.

Por exemplo, a Noruega exige o apoio para solucionar deficiências tecnológicas do País como pré-requisito para as empresas estrangeiras que queiram explorar petróleo em seu território. O Ministério de Ciência e Tecnologia norueguês tem uma lista das principais tecnologias do País nesse setor e estabelece notas de 1 a 5 em relação às melhorias sugeridas por empresas participantes de concorrências e as utiliza como critério para a permanência ou não dessas empresas no País. A China estabeleceu exigências tecnológicas para a realização de joint ventures com empresas chinesas como pré-requisito para explorar o mercado chinês e essas exigências eram maiores ou menores dependendo do setor ser mais ou menos estratégico para o País, evidenciando uma ligação entre política tecnológica e industrial.

 

4 – Como se situa o Brasil hoje neste cenário?

O processo tecnológico como um todo é dividido em fases: a) pesquisa básica cujo objetivo principal é a busca do conhecimento; b) pesquisa aplicada cuja finalidade é estudar a tecnologia com a intenção de resolver problemas; c) desenvolvimento é refinar a etapa anterior para usar em um produto ou processo; d) engenharia de produto e processo chega aos detalhes para permitir a fabricação; e) manufatura e f) utilização ou consumo. Há áreas cinzentas entre as etapas b, c e d. Em termos de pesquisa básica, o Brasil é décimo quinto no mundo em termos de artigos em revistas científicas, e sua participação nas publicações mundiais é crescente, tendo chegado a 2%. Na área de engenharia, estudos das ONU afirmam que o engenheiro brasileiro tem padrão internacional. Nas fases de produção e utilização, temos ótimo desempenho. Nosso ponto fraco está nas fases de pesquisa aplicada e desenvolvimento. Obviamente, temos muitas exceções. O Brasil, graças a Petrobrás, é líder em exploração de petróleo em águas profundas, assim como no uso do etanol produzido à base de cana de açúcar. Temos destaque em agroindústria, em biotecnologia e, cada vez mais, na área de software.

A Embraer é líder em aeronaves para distâncias regionais e, recentemente, já começou a concorrer com a Boeing e a Airbus, e seu modelo gerencial já é copiado por essas empresas. Depois da abertura do mercado no início da década de 90, houve um aumento gradual de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento por parte das empresas privadas. Hoje, a internacionalização das empresas brasileiras aumenta a cada dia e isso leva a uma maior preocupação com inovação.

 

5 – Quais conselhos o senhor daria aos executivos nacionais para que suas empresas adotem padrões internacionais em gestão de tecnologia?

Entre as principais ferramentas para uma gestão tecnológica eficaz temos:

a) avaliação da carteira de projetos tecnológicos e a estratégia da empresa;

b) identificação das tecnologias críticas para o sucesso do negócio (tecnologias estratégicas);

c) análise da sua capacitação tecnológica frente aos concorrentes com ênfase nas tecnologias estratégicas;

d) investimento em inteligência tecnológica para identificar tendências que possam se tornar ameaças ou oportunidades para seu negócio e, ao mesmo tempo, proteger sua tecnologia usando patentes e outros procedimentos;

e) criação de uma rede de universidades e institutos de pesquisas no Brasil e no exterior para ajudar a identificar tendências e colaborar na execução dos projetos;

f) definição de procedimentos para identificar quando é mais conveniente desenvolver internamente, externamente ou uma combinação dos dois;

g) investimento em capacitação de recursos humanos em tecnologia e em gerenciamento da tecnologia;

h) compreensão de barreiras e facilitadores à inovação tecnológica e como a empresa está posicionada em relação a este aspecto;

i) avaliação do impacto dos projetos tecnológicos sobre o negócio, criando uma gestão do conhecimento, aprendendo com erros e acertos.

 

6 – Há exemplos de empresas familiares brasileiras de tamanho médio bem- sucedidas e que são competitivas através de uma gestão tecnológica eficaz?

Sim. Por exemplo, a Fanem é uma empresa familiar brasileira de tamanho médio do setor de equipamentos eletrônicos hospitalares. É a líder no Brasil, competindo com multinacionais e praticando preços acima do mercado. Quando decidiu se internacionalizar, penetrou em mercados de 30 países em seis anos, praticando preços abaixo dos líderes. Investiu em pesquisa e desenvolvimento e lançou no mercado o Bilitron, considerado o melhor equipamento no mundo para sua aplicação, e que é vendido a preços superiores em relação aos concorrentes. Outro exemplo é a Cristália, empresa familiar de porte médio do setor farmacêutico que conseguiu desenvolver moléculas novas, o que somente era feito pelas empresas estrangeiras. Um dos seus produtos concorre, com sucesso, com o Viagra da Pfizer. É a única empresa no Brasil com domínio sobre a modelagem molecular, uma das tecnologias básicas para o desenvolvimento de novas moléculas.

 

Responsável pela edição: Luis Gonzaga Silva de Oliveira

Contatos: ivanaf@fia.com.br ; gonzaga@tempestade.com.br

Download do arquivo: eduardo vasconcellos

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Inovação no Complexo Industrial da Saúde

O IPD-Farma tem o objetivo de estimular, fomentar e prover pesquisas e desenvolvimentos de inovações tecnológicas para as atividades de indústria farmacêutica e o ENIFarMed tem sido o principal vetor para alcançar esse objetivo, cumprindo seu papel na articulação entre entidades de fomento, representativas, acadêmicas, privadas e governamentais, e contribuindo para a definição de estratégias que elevem o patamar de competitividade da indústria por meio da inovação, com foco na divulgação de novas tecnologias e na inserção internacional das empresas brasileiras. Os organizadores do evento vêm tentando manter seu caráter técnico, mas a necessidade de discutir assuntos estratégicos para o país não apenas elevou a quantidade absoluta de Painéis de Debate como está estimulando a melhoria de sua qualidade.

O Encontro Nacional de Inovação em Fármacos e Medicamentos (ENIFarMed) é um evento que consta no programa da Rede de Entidades Tecnológicas Setoriais (RETS), projeto que conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e consolidou-se como um fórum inovador e estruturante  por ser um ambiente de facilitação e estímulo à interação direta entre profissionais de P,D&I, tanto das empresas da cadeia produtiva de fármacos e medicamentos quanto dos ICT’s (Institutos de Ciência e Tecnologia) e Universidades que têm atividades relacionadas com esse setor, além de representantes de agências de regulação e fomento e profissionais internacionais.

Anualmente, o IPD-Farma (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Fármacos e Produtos Farmacêuticos), em conjunto com a ALANAC (Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais), a ABIFINA (Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades) e a Protec (Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica), realiza o encontro. Sua próxima edição será realizada nos dias 24 e 25 de agosto de 2010, no Centro de Convenções Rebouças da Fundação Faculdade de Medicina, São Paulo, SP, sendo precedido pelos cursos de “Patentes e Propriedade Intelectual” (realizado pelo INPI) e “Projetos de Inovação Tecnológica e Inovação Social” (realizado pela Protec). Para o 4º ENIfarMed, espera-se receber cerca de 400 participantes de todo o alicerce do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CIS), como pesquisadores de universidades, centros de pesquisa, profissionais de P&D e inovação da indústria e toda a cadeia produtiva, empresas de consultoria, representantes do governo de alto escalão e seu corpo técnico, profissionais de renome internacional, estudantes e jornalistas, dentre outros.

Tema: “Inovação no Complexo Industrial da Saúde”

Público-Alvo: profissionais de qualquer etapa de toda a cadeia produtiva para fármacos e medicamentos, como, por exemplo, técnicos de indústrias e de institutos, de centros tecnológicos e de universidades, consultores, executivos de agências de fomento, de propriedade intelectual e de regulação, além de estudantes da área, e jornalistas especializados.

Objetivo: proporcionar um espaço para técnicos e profissionais de qualquer etapa de toda a cadeia produtiva discutirem uma agenda comum para a inovação tecnológica de fármacos e medicamentos que devam ser desenvolvidos e produzidos no país, além de atualizar e integrar os participantes, já que essa interface é fundamental para o desenvolvimento de uma tecnologia nacional competitiva.

Comissões

Programa

Como chegar e hospedagem

Inscrições

Mais informações

Carreiras profissionais terão enfase no desenvolvimento tecnológico, na educação continuada e na busca por novos conhecimentos.

Participação do Prof. Daniel E. Carvalho, Programa de Estudos do Futuro/FIA.

Leia a matéria completa: Matéria 2

 

O seminário abordará os resultados de pesquisa da cooperação acadêmica internacional celebrada entre o Núcleo PGT/USP e a

SDA Bocconi School of Management, parceria que em 2010 completará oito anos de pesquisa científica e intercâmbio de docentes e discentes. O tema central das discussões será o papel das subsidiárias na cooperação internacional para a inovação tecnológica e, especificamente, os desafios e oportunidades de atribuir às subsidiárias a missão estratégica de prospectar, gerar e disseminar conhecimentos e inovações e o impacto que isso poderá gerar na competitividade tecnológica das multinacionais, sejam elas brasileiras ou estrangeiras. 

18 de março de 2010, das 11h30 às 13h00, Sala Ruy Leme - prédio FEA 1 – Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 - Cidade Universitária - São Paulo.

Contamos com a sua participação, que pedimos confirmar até 17.03.2010 npgctusp@usp.br ou tel (11) 3818-4011 .

Informações adicionais com Sonia Vitorino e Priscila Rezende.

 

Clique aqui para ver o convite com mais detalhes Convite.Semin.18-03-2010

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gerenciamento de Inovações voltado ao Desenvolvimento Sustentável
São Paulo - Brasil - 08 a 10 de dezembro de 2009

Entre os dias 08 e 10 de dezembro na PUC/SP acontecerá o 6º Congresso Internacional em Inovação e Gerenciamento. Desta vez sediado no Brasil, sob a coordenação do Núcleo de Estudos do Futuro (NEF) da PUC/SP. O evento consiste em encontros anuais, basicamente acadêmicos , que vem sendo organizados por três grandes grupos: WUHAN University da China, Yamaguchi University do Japão; e mais recentemente, UNU-MERIT da Holanda. Nas atas e palestras é utilizado o idioma inglês; e no Brasil haverá tradução simultânea das palestras magnas que acontecerão no TUCA da PUC/SP.

O ICIM2009 destacará o pensamento atual e as tendências futuras na gestão da inovação, na economia do conhecimento e nos modelos de negócios emergentes, focados em particular na promoção do desenvolvimento sustentável.

Durante o encontro, o NEF-PUCSP irá reunir importantes pesquisadores e formadores de opinião, representantes da academia e outros profissionais de destaque, como Zhouying Jin (membro da Academia Chinesa de Ciências Sociais), Paul Werbos (da National Science Foundation USA), Jerome Glenn (responsável pelo Projeto Millennium) e Hazel Henderson (fundadora do movimento Ethical Market Place), além de Ladislau Dowbor (PUC/SP, Brasil) e Marcos Arruda (PACS, Brasil) – como também vozes da iniciativa privada como Rodrigo Loures (representante da CNI e FIEP).

O formato da conferência inclui sessões plenárias e paralelas com apresentações, tanto acadêmicas como questões práticas ligadas ao lado empresarial. Além disso, a conferência deverá facilitar o networking nacional e internacional, e conta com o apoio Institucional da FORTEC e do ANPEI.

No ICIM2009 , como aconteceu anteriormente, deverão participar mais de 180 pesquisadores, de 111 diferentes organizações e mais de 30 países. Mais detalhes, clique aqui.

A organização do evento está sendo realizada pelo Prof. Dr. Arnoldo Hoyos Guevara, membro do Comitê Editorial da Revista científica Future Studies Research Journal (www.revistafuture.org)

Artigo apresentado no XII SEMEAD – Empreendedorismo e inovação

Área temática: Empreendedorismo e inovação

Autores: Antonio Thiago Benedette da Silva; James T C Wright; Renata Giovinazzo Spers

Resumo Os mercados de trabalho têm apresentado profundas transformações nas últimas décadas. Para o futuro, espera-se que novas transformações ocorram, modificando a natureza e o conteúdo do trabalho. Nesse contexto, esta pesquisa Delphi procurou identificar quais serão as profissões mais prováveis de se desenvolver no futuro e onde estarão as oportunidades de negócios para empreendedores, considerando o horizonte de tempo 2009-2020. Para tanto, foram realizadas duas rodadas de consulta a especialistas, com 96 respondentes na Rodada 1 e 112 respondentes na Rodada 2, com a aplicação do método Delphi. Os resultados finais apontaram que a ênfase crescente na inovação, a busca por qualidade de vida, o envelhecimento da população e a preocupação com o meio ambiente serão importantes impulsionadores na determinação das carreiras mais promissoras nos próximos anos. É vislumbrado um futuro no qual será possível interagir com profissionais como Gerentes de Eco-Relações,Chief Innovation Officer e Bioinformacionistas. Quanto ao empreendedorismo, os especialistas projetaram uma participação no mercado de trabalho de 17% em termos de População Economicamente Ativa (PEA). Pelos resultados, é possível apreender que, num sentido geral, há a expectativa de aumento da participação das atividades empreendedoras no mundo do trabalho no futuro, convivendo com as profissões identificadas no estudo.

 

Leia o artigo completo XII.Semead.tendencias2020

Sede de Inovação

  Entrevista com o Prof. Alfredo Behrens
   
  O destino desigual de duas bebidas de soja, criadas ao mesmo tempo na Argentina e no Brasil, sublinha a superioridade da invenção voltada ao mercado. A Argentina, feita para o consumidor, tornou-se a marca milionária Ades. A brasileira, concebida para o Estado, jamais decolou.   

 Sede Inovacao – Behrens – jun09