MBA Executivo Internacional e International MBA receberam mais uma universidade internacional em Maio/2011
Visita da Simon Fraser University
A FIA continua atraindo escolas de negócios estrangeiras. Depois das visitas de Dublin e Imperial College, é a vez da Simon Fraser University, que terá aulas na Unidade FIA Butantã, sob a Coordenação do Professor Dr. James T. C. Wright e Professora Tania Casado. Neste evento, a realizado em 03 de Maio, terça feira, os alunos assistiram aulas com o professor Roberto Macedo (Mestre e Doutor pela Universidade de Harvard) sobre ”Economia Brasileira e os desafios para o novo governo” e também participarão de uma mesa redonda com temas sobre energia renovável, o ”Caso Ekos” da Natura e base da pirâmide.
Com aulas no Brasil e módulos internacionais intensivos, o curso prepara executivos para liderarem empresas nos principais mercados das Américas
Com o objetivo de capacitar executivos e equipes de gestores para posições de liderança em empresas internacionais, enfatizando o conhecimento da economia, cultura e modelos de gestão, tendo como eixo países como Brasil, México, Canadá e Estados Unidos, a FIA (Fundação Instituto de Administração) apresenta o Americas MBA.
O público poderá conhecer este novo curso em evento de lançamento internacional que será realizado no dia 02 de maio, às 19h00, na unidade Vila Olímpia da instituição.
As inscrições para a primeira turma, com início previsto em maio, estão abertas. O conteúdo do curso, que agrega sólida base conceitual nas matérias ”core” de um MBA Internacional, aprofunda a vivência nas quatro principais economias das Américas, e foi desenvolvido em conjunto pela FIA, o ITAM (Instituto Tecnológico Autónomo de México), a Simon Fraser University do Canadá e a Vanderbilt University dos EUA .
Para o professor doutor James Wright, coordenador do curso, o Americas MBA propicia aos executivos participantes um abrangente contato com a economia e cultura dos principais países das Américas. Com isso, as empresas internacionais poderão formar quadros que necessitam para viabilizar suas estratégias de negócios na região. ”A criação de network multicultural, em uma turma com aproximadamente 75% dos alunos oriundos do Exterior, ajuda a construir uma carreira internacional e a liderar projetos globais”, afirma.
O curso, destinado a executivos de diversas nacionalidades, terá aulas ministradas em inglês. O programa é realizado em um ano de aulas quinzenais no Brasil, seguido por mais quatro módulos intensivos nos quatro principais países das Américas durante a segunda metade do curso. O certificado de conclusão será emitido pela FIA, com reconhecimento no Brasil pelo MEC. No exterior o curso é credenciado como Master in Business Administration, reconhecido pela AMBA – Association of MBAs, com sede na Inglaterra, e o certificado dos módulos internacionais será fornecido em conjunto pelas universidades parceiras.
Mais informações (11) 3732-3525.
Curso Americas MBA
Sessão de apresentação do curso: 02/05/2011, às 19h – Faça a sua inscrição aqui
Local: FIA – Unidade Vila Olímpia – Rua do Rocio, 109
Informações: (11) 3732-3525
Início do curso: 20/05/2011
Horário: 1º ano aulas serão ministradas quinzenalmente às sextas-feiras, das 14h às 20h e sábados das 8h30 às 14h30
Sobre a FIA:
Eleita por três vezes, desde 2005, como a melhor Escola de Negócios do Brasil, a FIA, um dos mais conceituados e respeitados centros educacionais do País, possui 30 anos de atuação no setor. A Instituição de Ensino Superior (IES), credenciada junto ao MEC (Ministério da Educação), atua em três frentes: ensino, pesquisa e consultoria, capacitando-a para desenvolver estudos e prestar serviços nos mais variados campos de especialização da Administração.
Todos os MBAs oferecidos pela instituição alcançaram credenciamento junto à The Association of MBAs (AMBA), sediada em Londres, que referencia importantes escolas de negócios pelo mundo. Outro reconhecimento relevante foi concedido pelo jornal britânico Financial Times. O MBA Executivo, oferecido pela FIA, ocupa a posição de número 25 no ranking dos melhores MBAs Executivos das Américas, sendo o único MBA brasileiro na classificação elaborada pelo jornal, que destaca, ainda, a qualidade do grupo de alunos: o 6° mais experiente do mundo. Em 2010 a FIA recebeu o prêmio da Revista European CEO como a Escola de negócios mais inovadora da América do Sul.
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Com André R. Furtado / e-mail: andre@franpress.com.br
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Por Alfredo Behrens, Profesor de Liderazgo y Gestión Intercultural en FIA, Sao Paulo.
Un error común es acercarse a un mercado emergente con un producto viejo. Más frecuente aún es acercarse con la misma mentalidad que sirvió en el mercado de origen. Es un error antiguo.
Le tomó a los portugueses casi un siglo de exploración para finalmente llegar a la India a fines del siglo 15. Cuando llegaron al mercado de Calicut se dieron cuenta de que las mercancías que habían traído para vender no despertaban el interés de los locales.
Sin embargo, en sus varios intentos de rodear África, los navegantes portugueses habían recogido información sobre el comercio en la costa occidental de África. Inclusive, aprendieron que se usaba como moneda una concha que allí era escasa pero que, más tarde descubrieron, abundaba en el Océano Índico.
Allí, los portugueses recogieron las conchas para pagar por mercancías compradas de los africanos de la costa Oeste. Así fue como los portugueses contribuyeron a la primera inflación de la que se tiene conocimiento en África occidental.
Hoy en día las multinacionales se enfrentan a una situación similar a la de los navegantes portugueses de hace cuatro siglos. Felices con los productos que tienen en oferta, las multinacionales buscan vender barato versiones “light” de sus productos en los mercados emergentes.
Al hacerlo, no se dan cuenta del máximo potencial que estos mercados tienen para ofrecer. Es una pena, porque si la mayor parte del crecimiento esperado durante el siglo 21 ha de venir de los mercados emergentes, desaprovecharlos es una forma de perder.
Las corporaciones que buscan hacer negocios en los mercados emergentes deberían desarrollar una mentalidad más abierta de la que mostraron hasta ahora, para entonces descubrir qué es lo que tiene mejor aceptación y para incluso aprender a organizarse en pos de producir y distribuir en esos mercados.
Por ejemplo, los refrigeradores domésticos vendidos en América Latina y en la India tienden a ser menores que los que se venden en los EUA. Pero eso no es suficiente para tornar los refrigeradores nuevos accesibles a las camadas más pobres, que es donde está la mayor parte de la población. Ésta debe conformarse con refrigeradores viejos y menos eficientes. Pasa algo semejante con los automóviles que son ofrecidos en el mercado de los países emergentes.
Pero resulta que en la India los refrigeradores convencionales no consiguen penetrar más que en dieciocho por ciento del mercado. Esto se debe a que en la India las familias pobres compran comida todos los días, no se dan el lujo de hacer hielo, solo necesitan preservar lo alimentos de una comida a la siguiente, se mudan de casa con frecuencia y también con frecuencia les falla el suministro de electricidad.
Para atender estas condiciones, una empresa local desarrolló una refrigeradora que no tiene compresor, que de tan pequeña y leve es portátil y que funciona hasta con baterías de automóviles. No llega a helar, pero tampoco lo necesitan.
Por otra parte, en Brasil las familias pobres permanecen más tiempo en sus residencias y tienden a compartir con los vecinos el espacio refrigerado de sus heladeras.
Allí se podría vender refrigeradoras convencionales nuevos que, por más modernos, consumirían menos electricidad. Y el pago mensual de la amortización del préstamo para comprarlas podría ser cobrado en la misma cuenta de electricidad, cuyo suministro es bastante confiable.
Con esto mostré que atender la misma demanda por refrigeración de las familias pobres en países emergentes demandaría productos diferentes y modelos de negocios diferentes, además de algo de creatividad.
Pero a juzgar por lo que venden y cómo lo venden, la creatividad parece ser escasa entre las empresas que venden bienes durables. Lo peor es que tampoco veo que las escuelas de negocios enseñen a sus alumnos a cuestionar los productos vendidos o los modelos de negocios predominantes.
A FIA recebeu a Business School do Imperial College, Londres, para colaborar com a formação de seus alunos .
Esta é mais uma evidencia do excelente reconhecimento internacional alcançado pelo MBA da FIA.
Em 04 de abril próximo. Quarenta alunos do Imperial College serão recebidos pelo Prof. James Wright e terão aulas sobre ”’Brazilian: Economics and Business Climate, prospects for 2011” ministrada pelo Prof. Simão Silver (PhD, Yale University) e sobre ”’Brazilian Cultural roots and its impact on business practice”’ ministrada pelo Prof. Alfredo Behrens (PhD, University of Cambridge).
E tem mais: com vistas a um intercambio de estudantes, o International MBA da FIA receberá em 24 de março a visita da Diretora dos cursos do Fisher Business School da Ohio State University.
Recentemente colaboramos em São Paulo com a formação internacional de 30 alunos do Smurfit Business School do University College Dublin.
A FIA está se internacionalizando progressivamente e aspira se converter em referência Latino Americana para o intercambio de estudantes internacionais, posição para a qual tem considerável vantagem ao ser a escola de negócios latinoamericana melhor colocada no ranking do Financial Times.
Gestão sustentável é tema de palestra gratuita organizada pelo PROFUTURO/FIA
O presidente da SKF, Donizete Santos, debatei sobre os 4 pontos que garantiram a expansão da filial brasileira, que somente em 2011 espera um faturamento de R$ 1 bilhão
O PROFUTURO/FIA: Programa de Estudos do Futuro, da Fundação Instituto de Administração – forneceu inscrições gratuitas para a palestra sobre casos de liderança em gestão de pessoas, apresentada por Donizete Santos, presidente da SKF, empresa global de conhecimento em engenharia. Com o tema ”Leadership Case – Managing People”, o encontro, que acontecerá no dia 18 de março, em São Paulo, abordará os principais aspectos que contribuíram para o sucesso da companhia no Brasil.
”Minha apresentação explorará os 4 cuidados da SKF: negócios, empregados, comunidade e meio-ambiente. Isso significa sustentabilidade para a organização. Temos uma lista de atividades e programas para esses 4 cuidados e o foco maior será naqueles relacionados aos colaboradores”, comenta o executivo.
Esta palestra, ministrada em inglês, faz parte das atividades desenvolvidas pelo International MBA, do PROFUTURO/FIA, e é destinada para alunos e interessados no tema em geral.
Queremos compartilhar com toda a comunidade FIA o excelente resultado nos Rankings de MBAs de 2010, que refletem a qualidade dos cursos, a seletividade na admissão de alunos e a forte combinação de qualificação acadêmica e vivência prática de nossos professores. Vejam alguns resultados:

A FIA ficou em 1º lugar em três das cinco categorias em que disputou o ranking, e ainda em 2º lugar nas outras duas, entre os 144 cursos que disputaram o ranking de 2010.
Nos MBAs Especializados, destaque especial para os MBAs de Recursos Humanos, Gestão de Tecnologia da Informação e de Marketing de Serviços, que ficaram em 1º lugar nas suas categorias, e os MBAs de Finanças e Marketing, em 2º lugar entre os 100 cursos que disputaram as categorias de MBAs especializados.

No Executive MBA Ranking do Financial Times, o MBA Executivo Internacional da FIA é mais uma vez o único curso pertencente a uma escola 100% brasileira classificado entre os 100 melhores do Mundo, com os alunos mais qualificados, o melhor corpo docente e, após três anos da formatura, os ex-alunos mais bem remunerados da América Latina.

Os leitores da Revista European CEO, que circula entre 50 mil executivos europeus, nos indicaram para o prêmio “A Escola mais Inovadora da América do Sul”, e o comitê de avaliação nos outorgou este título, que será publicado na edição de Dezembro de 2010. O International MBA em inglês, frequentado desde 2009 em regime “full-time” por alunos de mais de 12 países da Europa, América e Ásia, já formou sua 1ª turma, e repercute no exterior como uma das opções para alunos de todo o mundo investirem em aprender administração numa escola de negócios no Brasil.
Estes resultados demonstram que de fato a FIA mantém um elevado padrão de qualidade que fazem de seus cursos uma referência nacional em MBAs. Parabéns e nossos agradecimentos aos professores, alunos, conselheiros e colaboradores da FIA que em muito contribuíram para mais este resultado.
Que este sucesso se reproduza também em breve no nosso novo curso de Graduação!
James Wright
Diretor
MBA Executivo Internacional
FIA — Fundação Instituto de Administração
Alfredo Behrens dice que todos los modelos de gestión han sido importados y que no se adaptan plenamente al ser latino. ”No es hora de pensar desde la propia identidad?”, se pregunta quien ejemplifica con el Correcaminos y el Coyote un buen dilema cultural.
Leer más Alfredo Behrens 12.11.2010

A FIA foi nomeada pelos leitores da revista European CEO como a escola mais inovadora da América do Sul para concorrer ao ”Global Business Education Awards 2010”, cujos vencedores serão anunciados até Janeiro de 2011 pelo júri.
Através da extensa pesquisa feita pela equipe da premiação, os principais aspectos que serão considerados são:
A revista European CEO, publicada pela World News Media Group, é distribuída bi-mensalmente para 50,000 executivos tomadores de decisão que fazem parte do conselho de empresas por toda a Europa. Além disso, adicionais 20,000 exemplares são distribuídos para selecionados lounges de primeira classe e classe executiva de companhias aéreas na Europa e outros 10,000 exemplares tornam-se disponíveis em livrarias e bancas na União Européia.

La saga del Coyote y el Correcaminos ha resultado muy útil en mis investigaciones sobre las diferencias culturales en los estilos de gestión entre líderes anglófonos y latinos.
Las caricaturas son muy efectivas para medir las respuestas culturales porque son íconos globales. Todos conocen al Coyote y al Correcaminos. Y, como no hay diálogos tampoco hay errores de traducción.
Pregunté a ex alumnos de MBA de todo el mundo a cuál de estos dos personajes apoyaba con más frecuencia, y por qué. La mayoría de los anglófonos se ponía del lado del Coyote. Los latinos, en general, preferían al Correcaminos.
¿Por qué?
La encuesta indicó que los que se identifican con el Coyote lo hacen por la percepción de “coraje” del personaje. El Coyote pierde siempre, pero persevera.
Los latinos, por el contrario, se identifican más con la alegría y la libertad del provocador Correcaminos.
Y estas diferencias tienen profundas implicancias para los líderes de las organizaciones. En efecto, los que se pusieron del lado de un personaje, declararon que no les gustaría ser dirigidos por alguien que se identifica con el otro.
El malestar ante la perspectiva de ser administrado por “el otro lado” se manifiesta por la visión de cada uno del rol organizacional que el otro podría ejecutar mejor. Los Coyotes consideran que los Correcaminos son más aptos para liderar el departamento de recursos humanos. Los Correcaminos ven al Coyote como más apto a trabajar en el área de control financiero.
Por supuesto, la encuesta arroja algunas excepciones. Los MBAs de la India y de Australia, aunque son anglófonos, se ponen del lado del Correcaminos. Los MBAs de los Estados Unidos se dividen en dos categorías. Los que se definen a sí mismos como caucásicos prefieren al Coyote. Los que se definen como hispanos, asiáticos, judíos o afroamericanos u otros, suelen ponerse del lado del Correcaminos, aún más que los MBAs brasileños.
Esta encuesta, además de ser entretenida, echa luz sobre un serio problema habitualmente pasado por alto en corporaciones multinacionales con un gran número de empleados latinos.
El problema es que la mayor parte de estas multinacionales residen en países con mayoría de Coyotes. No contratan “Correcaminos” (ya sean latinos, indios, australianos o estadounidenses no caucásicos) para manejar sus subsidiarias.
Los Coyotes anglófonos de la alta dirección de estas compañías tienden a elegir a otros Coyotes anglófonos para manejar sus filiales, aunque esto lleve a un desajuste cultural.
Y esto tiene un importante efecto sobre el nivel de compromiso con la organización entre los empleados de las subsidiarias, particularmente en América Latina. Por un lado, el estilo de management del Coyote suele ser resistido. Por el otro, los Correcaminos en posiciones de mandos medios perciben un límite en sus posibilidades de ascensos.
Pero el problema no termina aquí. La contratación de un Correcaminos para liderar una organización predominantemente latina resolvería el problema en la subsidiaria local. Pero probablemente generaría tensiones entre la filial y la casa matriz corporativa.
Para construir una cadena de mando “culturalmente apropiada”, la organización debería contratar un Correcaminos anglófono para dirigir sus operaciones internacionales, y actuar como intermediario entre la casa matriz (liderada por Coyotes anglófonos) y las subsidiarias locales (dirigidas por Correcaminos no anglófonos).
Las culturas cambian lentamente. Y esta situación seguirá presente un largo tiempo. Cuanto antes las organizaciones reconozcan la necesidad de preocuparse por la cultura, tanto en términos geográficos como jerárquicos, mayor será su productividad y más rápidamente garantizarán su éxito de largo plazo y su supervivencia.
Alfredo Behrens
Profesor de Management Intercultural en Fundação Instituto de Administração – FIA, São Paulo, Brazil. Autor de “Culture and Management in the Americas” (Stanford University Press, 2009).
Esta es una versión adaptada del artículo “Coyotes vs. Road Runners: Managing in the Americas“, originalmente publicado en Harvard Business Review.