Executivos fazem MBA no Brasil para ficar por aqui
”No ano passado, o número de candidatos estrangeiros ao curso International MBA Full Time, da Fundação Instituto de Administração (FIA), aumentou 30%. Para James Wright, coordenador do Programa de Estudos do Futuro da FIA, boa parte dos alunos estrangeiros espera conseguir um emprego no país com o MBA. Esse é o caso do americano Christopher Kohl, que conseguiu o posto de gerente na filial paulistana da consultoria Grant Thornton quase imediatamente após concluir o curso.”
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A palavra sustentabilidade, por seu uso constante e descuidado, está ficando muito desgastada. Agora todos são sustentáveis: empresas, organizações sociais de todos os tipos, faculdades, hospitais, escolas e até times de futebol. Vamos jogar um pouco de luz nesse debate tentando esclarecer o que não é sustentável.
Fazer negócios como sempre fizemos (business as usual) com certeza não é sustentável. Não significa, de modo algum, afirmar que tudo que fizemos até agora está errado; significa, sim, afirmar, que nem tudo que foi feito no passado e que deu certo, continua válido hoje e para o futuro.
Para que uma atividade seja considerada sustentável ela deve atender três requisitos: ser economicamente viável, ambientalmente equilibrada e socialmente justa. Vamos analisar o pilar econômico, que é aquele que todos, supostamente, compreendem.
Se fizermos uma lista das dez principais incorporadoras do mercado imobiliário da década atual e compararmos com a mesma lista de 20 anos atrás, poucos serão os nomes que estão nas duas listas. Se estendermos o nosso período de análise para 40 anos, que é um período muito curto quando se fala em sustentabilidade econômica, é possível que essa lista se limite a uma ou duas empresas.
Sendo mais claro: a perenidade é uma consequência lógica do pilar econômico da sustentabilidade, empresas que operam apenas olhando resultados de curto prazo, não são sustentáveis sob o ponto de vista econômico, porque, provavelmente, terão vida curta. E aqui vale uma reflexão: se a expectativa de vida de um brasileiro ao nascer é de 73 anos, em média, não vejo razão para que uma empresa tenha uma expectativa de vida menor, ao contrário, haja vista que as empresas existem, ou melhor, deveriam existir para atender à sociedade, deveriam viver, no mínimo, para atender várias gerações. Sendo um pouco mais claro, acredito que uma empresa que não tem planos para se perenizar (operar por centenas de anos), não pode ser chamada de sustentável. A sustentabilidade leva à perenidade. A visão de curto prazo impede a sustentabilidade.
A preocupação com redução de custos sempre esteve na pauta de qualquer gerente minimamente competente, portanto, afirmar que uma empresa é sustentável porque tem um programa de ecoeficiência é, no mínimo, inadequado. O termo ecoeficiência se popularizou recentemente, mas economizar nas contas de água e energia elétrica, ou simplesmente não desperdiçar insumos e produtos, é apenas boa gestão.
Outra falácia é a que diz respeito ao cumprimento de leis e normas. Esse cumprimento é obrigação de todas as empresas que operam na legalidade. É verdade que cumprir esse mínimo não é uma prática universal, quando se examina todo o conjunto das empresas que operam no setor da construção civil. O grau de informalidade no nosso setor é muito significativo. Não temos dados precisos para informar quantos metros quadrados de residências, escritórios e espaços comerciais estão sendo construídos, ou reformados, este ano no nosso País, mas posso afirmar, com pequena chance de errar, que mais da metade deve estar sendo construída com algum grau de informalidade. Não há nenhuma sustentabilidade nesse fato.
Cumprir a legislação e as normas técnicas também sempre foi obrigatório, portanto, fazê-lo não caracteriza uma ação sustentável. A legislação que inova, impondo novos critérios que gerarão economias importantes de insumos e materiais pode ser adjetivada como sustentável, mas a legislação tradicional, que já esta estabelecida há muito tempo, não pode ser adjetivada como tal. O nosso setor é conservador, e não há nada de intrinsicamente errado nisso. O problema é que só conseguiremos avanços importantes na rota da sustentabilidade por meio da inovação.
Concluindo este pequeno artigo, quero destacar o seguinte conceito: melhorias contínuas em produtos e processos são ótimas e muito bem vindas; economias de toda sorte são importantes, o bolso e o planeta agradecem. Mas só rupturas importantes com a forma como fazemos negócios hoje é que permitirão a construção de uma sociedade que seja realmente sustentável para todos, ou seja, economicamente viável, ambientalmente equilibrada e socialmente justa.
Aron Zylberman é assessor da presidência da Cyrela Brazil Realty e membro da vice-presidência de Sustentabilidade do Secovi-SP.
Portal Terra: http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI5763275-EI18978,00.html
Artigo elaborado por ex-alunos do MBA Executivo Internacional e orientador Prof. Emerson Maccari na revista eletrônica de Estratégia & Negócios.
Resumo: A indústria de autopeças é citada na literatura como um setor industrial envolto em pressões de ordem competitiva de várias naturezas. Esta indústria enfrenta grandes desafios para controlar seus custos e manter sua rentabilidade, haja vista as pressões sofridas em um mercado complexo e dinâmico. O objetivo da pesquisa é identificar como a gestão de contratos dos projetos de desenvolvimento de novos produtos em uma empresa de autopeças pode contribuir a geração de valor na empresa. A pesquisa é qualitativa, baseada no método de estudo de caso único em profundidade, por meio das observações realizadas junto às áreas comerciais e de desenvolvimento de produtos de uma empresa líder mundial no fornecimento de Sistemas de Distribuição Elétricos – EDS (componentes elétricos automotivos). A coleta de dados feita por entrevista com os executivos e gerentes das áreas estudadas com base na utilização de um questionário semi-estruturado. Os resultados demonstram que em relação à gestão de contratos de novos produtos, a empresa não utiliza de forma estruturada e sistemática conceitos associados à gestão de projetos. Isto faz com que as atividades operacionais não estejam em linha aos seus objetivos estratégicos tais como: a) modelar e preparar relatórios padronizados regulares sobre a evolução dos projetos; b) estabelecer um processo formal de aprovação ao final de cada estágio de projeto; c) fortalecer o sistema integrado de mudanças do projeto, pois quando não integrada ou tratada adequadamente pode resultar em destruição do valor da empresa.
Autores: Rudolf Friedrich Fromm, Emerson Antonio Maccari, Cláudia Terezinha Kniess, Cesar Augusto Biancolino, Giovane da Costa
Download: Gestao de projetos
Simone Silvério, ex-aluna do MBA Executivo Internacional, conta porque decidiu mudar a trajetória profissional e dedicar-se totalmente a fotografia e explica a importância do MBA realizado na FIA.
Confira: aqui
O artigo COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL NA PRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS foi publicado na revista Gestão e Planejamento pelos autores: Maria do Socorro Oliveira Portella, Mayra Alejandra Gonçalves de Abreu, Nilce Kinue Mashiba Tomokane, Rogério Caldas Rodrigues, Emerson Antonio Maccari.
Esta é mais uma parceria entre alunos e orientador do MBA Executivo Internacional/FIA.
O resultado do trabalho de conclusão de curso traz conhecimento teórico e prático, além de valorizar a pesquisa acadêmica.
Parabéns a todos.
Resumo do artigo: Com a globalização dos mercados fornecedores e consumidores, juntamente com a melhoria da malha logística internacional e a facilidade do fluxo de informações em tempo real, em que por meio da rede mundial de computadores, as empresas vêm se estruturando em centros globais de manufatura. Com isso, a definição do país de localização destes centros ganhou uma relevância estratégica de grande impacto nos resultados do negócio. Nesse cenário de competitividade internacional, em que muitas vezes filiais de uma mesma empresa multinacional disputam pelos investimentos em ampliação da capacidade produtiva, é fundamental identificar os fatores de competitividade do país. O objetivo desse artigo é analisar a atual dinâmica da indústria farmacêutica, identificando os países que mais têm atraído investimento em manufatura e os principais fatores determinantes na atração de investimentos em produção de medicamentos no que os tornam atrativos e, com isso, comparar a situação do Brasil. frente a estes países com relação a estes fatores. O método utilizado foi a pesquisa qualitativa exploratória, por meio de um questionário semi-estruturado com executivos das multinacionais farmacêuticas Boehringer, Johnson & Johnson, Novartis e Wyeth para coleta dos dados primários e, por meio de consulta bibliográfica e documental para os dados secundários. O principal resultado foi a criação de uma agenda positiva para elevar o potencial de atração de investimentos do Brasil que trata trabalhando dos seguintes aspectos: a) Capacitação profissional; b) Infra-estrutura logística; c) Infra-estrutura industrial d) Aspectos regulatórios; e) Revisão da carga tributária e f) Propriedade intelectual.
Download do artigo: Competitividade
O ex-aluno do MBA Executivo Internacional João Paulo Altenfelder, participou de uma entrevista para o jornal Zero Hora – Porto Alegre – RS – Nosso Mundo Sustentável.
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Além de levar o prêmio pela categoria Estratégia de TI, o CIO ficou em primeiro lugar no ranking que traz os gestores de TI que mais se destacaram em 2011
Fabio Faria, da Votorantim Holding, sagrou-se como grande vencedor da 11ª edição do prêmio Executivo de TI do Ano, promovido pela IT Mídia, em parceria com a PwC. O executivo venceu na categoria Estratégia de TI e também liderou o ranking que mapeou os 50 CIOs que mais se destacaram ao longo de 2011.
Disputaram com Faria a primeira posição do ranking Aurélio Conrado Boni, do Banco Bradesco, e Gonzalo Esposto, da Unilever, segundo e terceiro colocados respectivamente. Embora não tenha chegado ao topo do ranking, eles levaram os prêmios por Adoção de Tecnologias Emergentes, no caso de Boni, e Gestão de Pessoas, para Esposto.
A 11ª edição do prêmio teve recorde de participação, com mais de 370 CIOs inscritos. Esses executivos foram avaliados em dez competências, dentro de uma metodologia elaborada pela PwC.
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Liderança e Competição
Sérgio Braga, ex-aluno do MBA Executivo Internacional da FIA e sócio de James Hunter, fala sobre o sucesso do livro O Monge e o Executivo, além de abordar os temas liderança e competição. Ele também conta como é o seu trabalho com Hunter.
Confira: aqui
É com prazer que comunicamos que o nosso ex-aluno do MBA Executivo Internacional, Turma 35, Jonas Marques, foi contratado pela Bayer HealthCare para ocupar a posição de Country Division Head na divisão Consumer Care no Brasil, que inclui medicamentos isentos de prescrição e produtos dermatológicos.
Formado em psicologia e com MBA Executivo pela FIA, Marques acumula passagens por empresas como Roche, Stiefel/GSK e ISDIN, onde vinha atuando como gerente geral.
O lançamento do livro em português (originalmente pela Universidade de Cambridge) foi realizado em 12/03/2012. Composto por uma resenha dos 50 livros mais importantes lançados de 1949 até 2008 que tratam do tema da sustentabilidade.
Este livro foi organizado pelo Instituto Jatobás, no qual nosso ex-aluno do MBA Executivo Internacional, Luiz Alexandre Mucerino é voluntário.