Pensando o Brasil do Futuro
Um grupo de discussão de grandes temas nacionais para a Competitividade.
Desde a origem do primeiro MBA genuinamente brasileiro – O MBA Executivo Internacional da FIA - em 1993, sempre se discutiu a formação de um grupo de discussão sobre os grandes temas nacionais.
Instigados pela reunião em grupo e por viagens internacionais aos EUA e Europa, várias turmas debatiam informalmente sobre as potencialidades do Brasil e suas possibilidades de realização. Nos últimos anos, com viagens à China, o questionamento e a discussão sobre como levar o Brasil a uma posição competitiva realmente sustentável, levou os ex-alunos em 2009 a concretizar a formação de um grupo de discussões sobre os grande temas e problemas nacionais.
Nessa perspectiva, questões sobre Economia, Educação, BRICs, Sustentabilidade, Violência, Infraestrutura, sob o grande pano de fundo da competitividade, vem sendo discutidas e seus resultados apresentados pública e paulatinamente neste site.
A idéia fundamental é consolidar propostas práticas, com uma visão apartidária, opinativa e contundente, buscando apoiar a formulação de políticas públicas para o aumento da competitividade do Brasil, de suas empresas e de seus recursos humanos.
Sejam bem vindos!!
Prof. James Wright
Coordenador do PROFUTURO
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Executivo conta como o MBA da FIA o auxiliou no seu desenvolvimento profissional e o preparou para enfrentar seus novos desafios.
Fernando Moulin é um exemplo de executivo bem-sucedido e que não tem medo de encarar novos desafios. Este fluminense, radicado em São Paulo, saiu, recentemente, da multinacional Nokia, onde exercia o cargo de Account Manager na área de Care Consumer Services, para assumir a gerência geral de e-business da brasileira Cyrela, líder no setor de empreendimentos imobiliários.
Formado no MBA Executivo Internacional da FIA, Moulin conta, nesta entrevista, como foi aceitar o desafio de assumir a diretoria de e-business de uma empresa nacional e de que forma o curso tem contribuído para o seu desenvolvimento tanto na área profissional quanto pessoal.
Em linhas gerais, você poderia descrever os principais momentos de sua trajetória profissional?
Sou natural de Volta Redonda no Estado do Rio de Janeiro, formado em Engenharia Química na UNICAMP. Passei por empresas como Citibank, Grupo Pão de Açúcar, General Electric e BCP Telecomunicações (Claro). Acabei, por escolha pessoal, optando por trabalhar na área de internet, onde estou até hoje. Minha experiência mais marcante e duradoura foi na Nokia, onde trabalhei de abril de 2005 até julho de 2010, começando no cargo de Consumer Loyalty Manager, tendo sido promovido algum tempo depois para Head da Área de Marketing Digital e Retenção para a América Latina. Meu último cargo lá foi de Account Manager for Care Consumer Services. Na Nokia, fui responsável pela gestão do setor de internet, como a definição de estratégias de comunicação e venda via web, além da contratação das agências de marketing que trabalhavam conosco. Recentemente, fui para a Cyrela, empresa líder de mercado na área de empreendimentos imobiliários, onde atuo também na gestão dos processos associados à internet.
Como foi o processo de transição de carreira que você acaba de vivenciar?
Não foi uma coisa que procurei pró-ativamente. Ao menos não do modo como ocorreu. Estava aberto a novos desafios, sempre em contato com minha rede, mas não diretamente em busca de uma nova colocação. De repente, surgiu essa oportunidade de conversar com a Cyrela para um cargo de Gerente Geral de e-business. A princípio, fui conversar com eles sem a pretensão de mudar de emprego, apenas para ouvir mais detalhes sobre o projeto da empresa. Porém, fiquei muito impressionado pela atenção que me deram. Conversei inclusive com o próprio dono da Cyrela, Sr. Elie Horn, uma pessoa extremamente influente e interessante, que disponibilizou um tempo enorme na sua agenda para conversar comigo. Assim, as coisas acabaram acontecendo naturalmente, até que me senti confortável para tomar a decisão de aceitar o desafio.
Quais são os desafios que sua nova função exigirá?
Esta nova oportunidade traz uma série de interessantes desafios para a minha carreira. Estou vindo de uma empresa europeia, com uma cultura e mentalidade totalmente diferentes da Cyrela em aspectos como, por exemplo: uma forte cultura processual, estruturas globais e maior formalidade na comunicação. Na minha atual colocação, esses processos são conduzidos, em geral, de forma bem diferente e mais informal, havendo inclusive a definição de novas funções e atividades em conversas informais, o que não acontecia na Nokia. Agora, também tenho que me adequar a uma função corporativa numa empresa nacional, sendo que antes atuava em um cargo global para uma regional da Nokia. E o maior desafio que estou enfrentando, e que é maravilhoso, é o fato da Cyrela estar passando por um momento de transformação: estamos desenvolvendo nossa cultura, nossa missão e valores, assim como os processos da empresa em geral. E todo o meu background em outras corporações servirá para ajudar a construir uma nova cultura e a revigorar toda uma estrutura dentro de uma companhia.
Falando um pouco sobre a gestão de pessoas, um dos problemas enfrentados com mais frequência em ambientes de trabalho é a individualidade exacerbada e o deixar de lado o trabalho em equipe. Como lidar com isso?
Isso é um grande desafio nas empresas em geral. Porém, trata-se de um trabalho que o bom líder precisa fazer, voltado a incentivar a atuação das pessoas em equipe. No meu ponto de vista, é função do gestor reunir as pessoas e apontar para elas a importância de se atingir objetivos comuns, e que elas vejam que um bom trabalho em equipe resulta em bons resultados individuais e coletivos para cada um dos envolvidos. Creio que isso é, realmente, um grande desafio para os gestores enfrentarem – mas que eu adoro.
De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?
Contribuiu muito. O conhecimento adquirido com esse curso irá me acompanhar pelo resto da minha trajetória profissional e, realmente, aconselho a experiência a todo profissional que queira ampliar seus horizontes e melhorar sua atuação no dia a dia da empresa em que trabalha. Recentemente, fui para Porto Alegre para conversar com a diretoria da CyrelaSul sobre alguns processos internos, e se falou muito sobre uma série de termos comuns ao mundo da Cyrela. Sinceramente, sem minha formação de MBA, não estaria apto a entender esse tipo de conversa em sua real amplitude. Com esse background, porém, não só pude participar diretamente das reuniões como, inclusive, dar inputs e sugestões que foram bem recebidas sobre temas em que sou neófito. Isso faz com que os gestores enxerguem você com outros olhos, e vejam que é, realmente, uma pessoa mais capacitada no mundo dos negócios.
Quais dicas você pode dar aos profissionais que estão cursando um MBA de forma a melhor aproveitar os conceitos, informações e network trazidas por ele?
Creio que uma das melhores dicas que posso dar é para o profissional aproveitar o máximo que puder do MBA. Quando estava no curso, arrumava tempo em qualquer momento que fosse para poder estudar e fazer as atividades ligadas às aulas. Estudava muito nos aviões durante as idas e voltas de minhas viagens. Também passei inúmeros fins de semana estudando a fio as matérias. Mesmo trabalhando quase sempre mais de dez horas por dia, encontrava tempo para poder me dedicar aos estudos, e com isso consegui me formar com louvor em todas as matérias. Então, aproveitar plenamente a oportunidade de poder voltar aos estudos é essencial. E o sacrifício vale demais a pena. Outro item essencial do dia a dia é a rede de contatos. Por mais que você atue em diferentes áreas e grandes empresas, a rede que você faz ao cursar um MBA é inestimável. Conhecemos pessoas fantásticas, com experiência e conhecimentos ímpares. No meu ponto de vista, essa rede de contatos é um dos principais ganhos oriundos do investimento no MBA.
Como conciliar a dura rotina de trabalho de um executivo com a vida acadêmica e a vida pessoal?
A cultura do povo brasileiro em relação, por exemplo, ao matrimônio, é bem diferente da europeia ou asiática, pois, nessas duas últimas, ao se casar com alguém, não se casa apenas com a pessoa, mas também com o projeto de vida profissional do cônjuge. No Brasil, existe essa dissociação entre projetos a dois, nos âmbitos pessoal e profissional, mais explicitamente. Sendo pai de um filho e com uma esposa que possui uma carreira brilhante de executiva em empresa multinacional, sempre tive que conciliar as obrigações de meu trabalho com a família, junto com ela. Acho que a parceria na família em relação aos objetivos profissionais que você tem é essencial para poder tocar um projeto assim. O tempo sempre vai ser escasso, porém, é possível, sim, conciliar as coisas, encontrar um momento para cada atividade e desfrutar dela da melhor maneira possível, basta planejar e elencar as prioridades num espírito de cooperação mútua e alegria.
Quais os principais valores a serem seguidos para conquistar o sucesso em uma posição como a sua?
A ética deve estar sempre em primeiro lugar em qualquer instância de trabalho em que você esteja inserido. É importante que o profissional tenha em mente que seu diferencial está também no seu comportamento e nas suas atitudes em relação aos outros. É vital também estar sempre disposto a ajudar quem está ao seu lado e, como disse anteriormente, olhar para o todo da organização na qual você está inserido, e não apenas para suas tarefas atuais ou vantagens particulares.
Quais dicas você pode dar aos profissionais que estão selecionando uma escola de negócios para cursar um MBA?
Uma dica que dou é que não adianta economizar neste momento, pois se trata de uma experiência que você terá, no máximo, duas vezes na sua vida. Vale a pena escolher a instituição que for melhor para você e que se encaixe melhor em seu perfil profissional e objetivos de crescimento. A escolha do curso também é fundamental, porque ele deve estar bem alinhado com seu perfil profissional e com o que você espera para seu futuro. Analise bem as matérias e o perfil dos professores, suas carreiras e conhecimento, porque realmente é um investimento do qual serão colhidos frutos pelo resto da sua vida.
Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional da FIA?
Acho fantástico, em todos os sentidos. O MBA da FIA mudou minha vida. A qualidade do ensino é excepcional, com professores capacitados e de grande conhecimento, que agregam o tempo todo para o seu crescimento profissional. Além disso, a rede de contatos que fiz por meio desse curso é igualmente extraordinária. Tive a oportunidade de conhecer pessoas fantásticas e ter contatos profissionais que eu não conseguiria obter sem o MBA. Criei múltiplos vínculos pessoais com colegas do MBA, de fato, meus colegas de turma viraram na realidade, em sua maioria, meus amigos. Eu recomendo a FIA para todo e qualquer profissional que vise a fazer a diferença, aprimorando seu conhecimento e capacitações, crescendo no mercado e melhorando sua rede de contatos profissional.
Responsável pela edição: Luis Gonzaga Silva de Oliveira
Contatos: ivanaf@fia.com.br ; gonzaga@tempestade.com.br
Download do arquivo: Fernando Moulin
“Plano de carreira elaborado no curso de MBA proporciona evolução estruturada na profissão.”
É o que conclui o executivo Franck Darriet, que cursou o MBA Executivo Internacional na FIA e passou de colaborador de uma multinacional a pequeno empreendedor em seu país de origem, a França. Na entrevista abaixo, ele conta sobre a sua experiência na carreira e como o MBA foi decisivo para seu sucesso profissional.
-Alumni-FIA: Por favor, descreva suas principais atribuições na empresa em que atua?
Sou sócio-diretor de uma empresa de pequeno porte que importa instrumentos de musicais tradicionais do mundo inteiro e os distribui na França e no restante da Europa. Atuo em todas as áreas: vendas, finanças, logística, compras e recursos humanos.
- Em linhas gerais, poderia relacionar os principais momentos de sua trajetória profissional?
Minha trajetória profissional começou com vários cargos de account manager em empresas do setor de Tecnologia da Informação, primeiramente na França e depois no Brasil. Em 2000, o Grupo Telefônica me chamou para uma start-up ligada à operadora de celular. Passei oito anos nesta empresa que foi a primeira a me dar a oportunidade de gerenciar uma equipe.
- O que motivou a escolha pelo MBA Executivo Internacional? Por que elegeu a FIA para cursá-lo?
Na verdade, foi o departamento de recursos humanos da Telefônica que me propôs este curso. A grade curricular estava totalmente em linha com o que eu buscava, pois oferecia um up grade de conhecimento e a aquisição de ferramentas nas diferentes àreas de gestão e decisão, que me faziam falta.
- Com base em suas experiências, qual a dica para conviver e superar os momentos delicados que o ambiente corporativo impõe?
Não se envolver emocionalmente, manter sempre uma distância para enxergar além dos problemas que tampam nossa visão. Procurar tempo para planejar, priorizar as ações, cuidar bem de si próprio (corpo e mente – como poderá ajudar sua equipe e a si mesmo se não tiver em equilíbrio?) e, por fim, separar bem a vida profissional e familiar, ou seja, não levar os problemas para casa.
- De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?
Minha expectativa em adquirir ferramentas de gestão foi atendida e acabou me ajudando muito mais que o esperado, pois, ao sair da Telefônica para uma pequena empresa, a necessidade de conhecimento em todas as areas de gestão se tornou muito mais aguda. Mas, o maior passo dado com o MBA resultou do plano de carreira elaborado durante o curso, que permitiu vislumbrar de fato o que eu desejava e as alternativas para consegui-lo. Assim ocorreu a “bifurcação” da minha carreira de empregado numa multinacional no Brasil para empreendedor no meu país de origem, a França.
- Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional?
Muito boa, tanto em termos de conteúdo como de intercâmbio com outros profissionais experientes de diferentes setores.
- Quais os principais valores seguidos para conquistar o sucesso em uma posição com o grau de responsabilidade em que você atua?
Diria que se conseguimos agir com ética e responsabilidade em toda a cadeia, com empregados, sócios, fornecedores e clientes, boa parte do caminho ao sucesso está garantida.
- Quais dicas você pode dar aos profissionais que estão selecionando uma escola de negócios para cursar um MBA?
Procurar pessoas que já cursaram esta escola e pedir a avaliação delas. Averiguar o currículo dos professores e avaliar bem a viabilidade da carga horária.
- Você pretende cursar um novo MBA em alguma área específica, ou algum outro curso complementar?
Estou buscando agora, na França, um curso de gestão mais ligado à área cultural. Esta área aqui é muito vasta e complexa, existem muitos atores, instituições públicas e privadas, que podem me ajudar a fomentar o mercado em que minha empresa atua.
- O que a palavra realização representa para você? Se considera um executivo de sucesso?
Realização para mim está muito ligado ao reconhecimento dos outros sobre o meu trabalho ou às realizações dos outros decorrentes de um trabalho que eu iniciei, de uma semente que eu plantei. Neste sentido considero-me um executivo de sucesso, pois isto aconteceu.
- Você recomendaria a FIA? Por quê?
Recomendaria a FIA porque é uma escola séria, bem posicionada, inovadora, com âmbito internacional, e que soube criar um ambiente legal para estudar.
Entrevista retirada do Perfil Alumni-FIA.
Coordenador da Comissão de Equipamentos da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais, Rogerio Fuzaro, e ex-aluno do MBA Executivo Internacional da FIA, publicou na revista Custo Brasil um artigo que pode ser lido aqui:
“Menos governo no caminho do crescimento”
É impressionante o número de profissionais angustiados com a dúvida em relação à continuidade da sua carreira, e não estou me referindo exclusivamente aos que estão no mercado, ou seja, desempregados, mas aos profissionais em geral.
Faço seleção de executivos e tenho ficado impressionada com os relatos de insatisfação com a carreira e com a empresa. Nas entrevistas percebo que a busca por outro emprego camufla uma insatisfação com a sua própria atuação, com o real significado do seu trabalho. Inicialmente fiquei preocupada e até pessimista em relação a esses executivos, mas hoje faço uma leitura diferente.
O meu pessimismo inicial se transformou em otimismo e respeito. Os CVs considerados instáveis no passado, hoje revelam profissionais inquietos, tomadores de risco e mais determinados na busca por um real significado para o papel que desempenham como líderes.
Falamos tanto da geração Y e do quanto ela é diferente da nossa, mas a geração X, enquanto profissionais mais maduros, também está muito diferente das anteriores. Antes a satisfação, (ou será acomodação?) em um emprego era decorrente de um bom salário, um bônus atraente e todo o “kit” do executivo, que incluía até uma caneta Mont Blanc, hoje percebo que esses executivos buscam muito mais.
Eles questionam a sua própria missão na empresa e na sociedade, buscam a realização profissional e pessoal que significa a busca por um contexto organizacional que lhe permitam concretizar seus valores, crenças e toda a sua capacidade de criar e produzir.
As empresas que souberem aproveitar esse potencial serão fortalecidas por executivos arrojados, maduros e capazes de promover mudanças consistentes alinhadas a um crescimento sustentável, pois as inquietações desse novo executivo revelam muito mais maturidade e força do que fragilidade.
Entretanto, o mercado ainda tem dificuldade em aceitar esse novo comportamento e o executivo ainda esconde essas reflexões tão importantes, com medo de não ser aceito. Medo que pode impedir sua própria exposição e conduzi-lo a uma atuação conservadora para não dizer medíocre e a uma insatisfação constante diante da sua incapacidade de realização.
Para mudar esse cenário é preciso ter coragem. Coragem para assumir as dúvidas e buscar as respostas, é preciso mais coragem ainda para questionar as empresas e suas diretrizes e, principalmente, dar o primeiro passo e sair da reflexão para a ação, transformando sua relação com o trabalho.
Não há mais espaço para a dicotomia entre pessoa e profissional, empresa e sociedade, nem para nos esconder no papel de executivo que segue as diretrizes, se eximindo assim de qualquer responsabilidade.
É preciso ser o executivo que define ou influencia as diretrizes e para adotar um comportamento coerente com esse discurso, se faz necessário tomar a decisão de seguir uma carreira realizadora da sua competência e do seu potencial, num contexto organizacional alinhado aos seus valores, onde é possível ser você mesmo, no pleno exercício de SER HUMANO e, portanto capaz de promover um crescimento verdadeiramente sustentável, no ambiente no qual você está inserido, onde a empresa, assim como você, são apenas uma parte desse universo maior que é a nossa sociedade.
Texto elaborado pela aluna da turma 34 do MBA Executivo Internacional, Ana Maria Costa
Artigo elaborado por nosso ex-aluno para a revista Financialweb.
Acessem o link: http://www.financialweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=143
ou cliquem aqui: eduardo.silva_fusão
Convidamos a todos para acessar o link http://www.financialweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=143 que consta a matéria “Vamos lá Brasil!” escrita por Eduardo Silva, ex-aluno da turma 35 do MBA Executivo Internacional. Façam seus comentários!
Com quase 20 anos de experiência, Eduardo Silva é sócio-diretor da FBM Consulting. Atuou em posições de destaque em instituições financeiras europeias e em uma das quatro maiores empresas globais de auditoria externa, exercendo suas atividades no Brasil, França, Holanda, Itália, Japão e Uruguai. Contador de formação pela Fundação Santo André e pós-graduado em Controladoria pelo Mackenzie, possui MBA Executivo Internacional pela FIA, com módulos nas Universidades de Cambridge (Inglaterra), EM Lyon Business School (França) e Lingnan University College (China).
Lançamento do livro: “Sucesso é…superar encrencas!”
Grande a oportunidade reunir os colegas. Para mais detalhes e confirmação de presença, clique no link :http://www.facebook.com/event.php?eid=100867633292467
Localização: Livraria da Vila
Data: quarta, 12 de maio de 2010
Hora: 19:00 – 22:00
Rua: Alameda Lorena, 1731 – São Paulo
| Nivaldo Marcusso assume novas responsabilidades |
| por Stela Lachtermacher |
| 01/04/2010 |
| CIO da Fundação Brasdesco passa a ter também sob seu comando as áreas administrativo/financeiro e recursos humanos |
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Recentemente promovido a superintendente-executivo da Fundação Bradesco, como noticiado pela revista InformationWeek Brasil, Nivaldo Marcusso assumiu a responsabilidade das áreas administrativa, financeira e de recursos humanos, que vem a somar à coordenação de TI e Operações, incluindo Inovação, que ele já executa há dez anos. Marcusso está nas Organizações Bradesco há 24 anos e há 15 recebeu o convite para montar a área de tecnologia da Fundação. Antes disso a Fundação compartilhava a estrutura do banco. Hoje a Fundação Bradesco é modelo de ensino a distância e de inclusão digital. A plataforma de e-learning, desenvolvida em conjunto com algumas das principais empresas mundiais de TI que participam do Laboratório de Inovação, em Campinas, irá atender mais de 500 mil alunos. Segundo Marcusso, esta foi a forma encontrada para atender os mais de 300 mil alunos que procuram a Fundação, além dos 111 mil regularmente matriculados. “Nossa estratégia foi desenvolver o e-learning e, paralelamente, propiciar o acesso ao computador. Atualmente são 110 centros de inclusão. Já a Escola Virtual é considerada a 41ª escola da Fundação o que permite que a instituição esteja presente em 40% dos municípios brasileiros. Nivaldo é membro do corpo docente de professores e palestrantes dos curso de curta duração do Profuturo. Também realizou a viagem técnica internacional à China com a turma do MBA Executivo Internacional. Fonte: ITweb: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=66794 |