Executivo conta como o MBA da FIA o auxiliou no seu desenvolvimento profissional e o preparou para enfrentar seus novos desafios.
Fernando Moulin é um exemplo de executivo bem-sucedido e que não tem medo de encarar novos desafios. Este fluminense, radicado em São Paulo, saiu, recentemente, da multinacional Nokia, onde exercia o cargo de Account Manager na área de Care Consumer Services, para assumir a gerência geral de e-business da brasileira Cyrela, líder no setor de empreendimentos imobiliários.
Formado no MBA Executivo Internacional da FIA, Moulin conta, nesta entrevista, como foi aceitar o desafio de assumir a diretoria de e-business de uma empresa nacional e de que forma o curso tem contribuído para o seu desenvolvimento tanto na área profissional quanto pessoal.
Em linhas gerais, você poderia descrever os principais momentos de sua trajetória profissional?
Sou natural de Volta Redonda no Estado do Rio de Janeiro, formado em Engenharia Química na UNICAMP. Passei por empresas como Citibank, Grupo Pão de Açúcar, General Electric e BCP Telecomunicações (Claro). Acabei, por escolha pessoal, optando por trabalhar na área de internet, onde estou até hoje. Minha experiência mais marcante e duradoura foi na Nokia, onde trabalhei de abril de 2005 até julho de 2010, começando no cargo de Consumer Loyalty Manager, tendo sido promovido algum tempo depois para Head da Área de Marketing Digital e Retenção para a América Latina. Meu último cargo lá foi de Account Manager for Care Consumer Services. Na Nokia, fui responsável pela gestão do setor de internet, como a definição de estratégias de comunicação e venda via web, além da contratação das agências de marketing que trabalhavam conosco. Recentemente, fui para a Cyrela, empresa líder de mercado na área de empreendimentos imobiliários, onde atuo também na gestão dos processos associados à internet.
Como foi o processo de transição de carreira que você acaba de vivenciar?
Não foi uma coisa que procurei pró-ativamente. Ao menos não do modo como ocorreu. Estava aberto a novos desafios, sempre em contato com minha rede, mas não diretamente em busca de uma nova colocação. De repente, surgiu essa oportunidade de conversar com a Cyrela para um cargo de Gerente Geral de e-business. A princípio, fui conversar com eles sem a pretensão de mudar de emprego, apenas para ouvir mais detalhes sobre o projeto da empresa. Porém, fiquei muito impressionado pela atenção que me deram. Conversei inclusive com o próprio dono da Cyrela, Sr. Elie Horn, uma pessoa extremamente influente e interessante, que disponibilizou um tempo enorme na sua agenda para conversar comigo. Assim, as coisas acabaram acontecendo naturalmente, até que me senti confortável para tomar a decisão de aceitar o desafio.
Quais são os desafios que sua nova função exigirá?
Esta nova oportunidade traz uma série de interessantes desafios para a minha carreira. Estou vindo de uma empresa europeia, com uma cultura e mentalidade totalmente diferentes da Cyrela em aspectos como, por exemplo: uma forte cultura processual, estruturas globais e maior formalidade na comunicação. Na minha atual colocação, esses processos são conduzidos, em geral, de forma bem diferente e mais informal, havendo inclusive a definição de novas funções e atividades em conversas informais, o que não acontecia na Nokia. Agora, também tenho que me adequar a uma função corporativa numa empresa nacional, sendo que antes atuava em um cargo global para uma regional da Nokia. E o maior desafio que estou enfrentando, e que é maravilhoso, é o fato da Cyrela estar passando por um momento de transformação: estamos desenvolvendo nossa cultura, nossa missão e valores, assim como os processos da empresa em geral. E todo o meu background em outras corporações servirá para ajudar a construir uma nova cultura e a revigorar toda uma estrutura dentro de uma companhia.
Falando um pouco sobre a gestão de pessoas, um dos problemas enfrentados com mais frequência em ambientes de trabalho é a individualidade exacerbada e o deixar de lado o trabalho em equipe. Como lidar com isso?
Isso é um grande desafio nas empresas em geral. Porém, trata-se de um trabalho que o bom líder precisa fazer, voltado a incentivar a atuação das pessoas em equipe. No meu ponto de vista, é função do gestor reunir as pessoas e apontar para elas a importância de se atingir objetivos comuns, e que elas vejam que um bom trabalho em equipe resulta em bons resultados individuais e coletivos para cada um dos envolvidos. Creio que isso é, realmente, um grande desafio para os gestores enfrentarem – mas que eu adoro.
De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?
Contribuiu muito. O conhecimento adquirido com esse curso irá me acompanhar pelo resto da minha trajetória profissional e, realmente, aconselho a experiência a todo profissional que queira ampliar seus horizontes e melhorar sua atuação no dia a dia da empresa em que trabalha. Recentemente, fui para Porto Alegre para conversar com a diretoria da CyrelaSul sobre alguns processos internos, e se falou muito sobre uma série de termos comuns ao mundo da Cyrela. Sinceramente, sem minha formação de MBA, não estaria apto a entender esse tipo de conversa em sua real amplitude. Com esse background, porém, não só pude participar diretamente das reuniões como, inclusive, dar inputs e sugestões que foram bem recebidas sobre temas em que sou neófito. Isso faz com que os gestores enxerguem você com outros olhos, e vejam que é, realmente, uma pessoa mais capacitada no mundo dos negócios.
Quais dicas você pode dar aos profissionais que estão cursando um MBA de forma a melhor aproveitar os conceitos, informações e network trazidas por ele?
Creio que uma das melhores dicas que posso dar é para o profissional aproveitar o máximo que puder do MBA. Quando estava no curso, arrumava tempo em qualquer momento que fosse para poder estudar e fazer as atividades ligadas às aulas. Estudava muito nos aviões durante as idas e voltas de minhas viagens. Também passei inúmeros fins de semana estudando a fio as matérias. Mesmo trabalhando quase sempre mais de dez horas por dia, encontrava tempo para poder me dedicar aos estudos, e com isso consegui me formar com louvor em todas as matérias. Então, aproveitar plenamente a oportunidade de poder voltar aos estudos é essencial. E o sacrifício vale demais a pena. Outro item essencial do dia a dia é a rede de contatos. Por mais que você atue em diferentes áreas e grandes empresas, a rede que você faz ao cursar um MBA é inestimável. Conhecemos pessoas fantásticas, com experiência e conhecimentos ímpares. No meu ponto de vista, essa rede de contatos é um dos principais ganhos oriundos do investimento no MBA.
Como conciliar a dura rotina de trabalho de um executivo com a vida acadêmica e a vida pessoal?
A cultura do povo brasileiro em relação, por exemplo, ao matrimônio, é bem diferente da europeia ou asiática, pois, nessas duas últimas, ao se casar com alguém, não se casa apenas com a pessoa, mas também com o projeto de vida profissional do cônjuge. No Brasil, existe essa dissociação entre projetos a dois, nos âmbitos pessoal e profissional, mais explicitamente. Sendo pai de um filho e com uma esposa que possui uma carreira brilhante de executiva em empresa multinacional, sempre tive que conciliar as obrigações de meu trabalho com a família, junto com ela. Acho que a parceria na família em relação aos objetivos profissionais que você tem é essencial para poder tocar um projeto assim. O tempo sempre vai ser escasso, porém, é possível, sim, conciliar as coisas, encontrar um momento para cada atividade e desfrutar dela da melhor maneira possível, basta planejar e elencar as prioridades num espírito de cooperação mútua e alegria.
Quais os principais valores a serem seguidos para conquistar o sucesso em uma posição como a sua?
A ética deve estar sempre em primeiro lugar em qualquer instância de trabalho em que você esteja inserido. É importante que o profissional tenha em mente que seu diferencial está também no seu comportamento e nas suas atitudes em relação aos outros. É vital também estar sempre disposto a ajudar quem está ao seu lado e, como disse anteriormente, olhar para o todo da organização na qual você está inserido, e não apenas para suas tarefas atuais ou vantagens particulares.
Quais dicas você pode dar aos profissionais que estão selecionando uma escola de negócios para cursar um MBA?
Uma dica que dou é que não adianta economizar neste momento, pois se trata de uma experiência que você terá, no máximo, duas vezes na sua vida. Vale a pena escolher a instituição que for melhor para você e que se encaixe melhor em seu perfil profissional e objetivos de crescimento. A escolha do curso também é fundamental, porque ele deve estar bem alinhado com seu perfil profissional e com o que você espera para seu futuro. Analise bem as matérias e o perfil dos professores, suas carreiras e conhecimento, porque realmente é um investimento do qual serão colhidos frutos pelo resto da sua vida.
Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional da FIA?
Acho fantástico, em todos os sentidos. O MBA da FIA mudou minha vida. A qualidade do ensino é excepcional, com professores capacitados e de grande conhecimento, que agregam o tempo todo para o seu crescimento profissional. Além disso, a rede de contatos que fiz por meio desse curso é igualmente extraordinária. Tive a oportunidade de conhecer pessoas fantásticas e ter contatos profissionais que eu não conseguiria obter sem o MBA. Criei múltiplos vínculos pessoais com colegas do MBA, de fato, meus colegas de turma viraram na realidade, em sua maioria, meus amigos. Eu recomendo a FIA para todo e qualquer profissional que vise a fazer a diferença, aprimorando seu conhecimento e capacitações, crescendo no mercado e melhorando sua rede de contatos profissional.
Responsável pela edição: Luis Gonzaga Silva de Oliveira
Contatos: ivanaf@fia.com.br ; gonzaga@tempestade.com.br
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Prof. Dr. Eduardo Pinheiro Gondin de Vasconcellos em entrevista para o MBA Executivo Internacional da FIA fala sobre:
O sucesso hoje depende da combinação de inovações tecnológicas sustentáveis com um novo modelo gerencial
1 – Quais os fatores mais importantes para um país ser competitivo internacionalmente?
Para poder disputar mercados no exterior, um país deve ter empresas que tenham competência para criar novas vantagens competitivas ou adaptar vantagens já existentes em novos cenários. Para isso, a capacidade para inovar é fundamental. Essas companhias também devem saber quando e de que maneira negociar alianças estratégicas, e, ainda, aprender a lidar com culturas diferentes do seu país de origem. O governo desse país, por sua vez, deve desenvolver um sistema tributário adequado em parceria com a iniciativa privada e universidades, além de suprir componentes da infraestrutura básica como educação e transportes.
2 – Qual o papel da tecnologia neste contexto?
Tecnologia é um fator vital para tornar uma empresa mais competitiva que outra, mas não é tudo. Cada vez mais a competitividade global está associada a inovações sustentáveis em produtos e processos. Inovações sustentáveis são aquelas que geram valor para a cadeia produtiva na qual a empresa está inserida: clientes, fornecedores, acionistas, colaboradores etc. E essas inovações dependem não apenas de tecnologia, mas dependem também, com frequência crescente, de ajustes nos modelos gerenciais. Um estudo da IBM revelou que as empresas mais rentáveis têm maior equilíbrio entre inovações de produto e inovações no modelo gerencial e as menos rentáveis apresentam uma taxa de inovação em produtos muito maior que as gerenciais. O sucesso do Google, por exemplo, é devido à combinação de inovações tecnológicas com um novo modelo gerencial, nunca antes usado pelos seus concorrentes.
3 – Até que ponto uma política tecnológica é importante para um posicionamento internacional competitivo? Pode citar exemplos de alguns países que adotaram políticas tecnológicas bem sucedidas?
Parte da política tecnológica de um país está relacionada aos estímulos para as empresas investirem em inovação e para Universidades e Institutos de pesquisa apoiá-las.
Por exemplo, a Noruega exige o apoio para solucionar deficiências tecnológicas do País como pré-requisito para as empresas estrangeiras que queiram explorar petróleo em seu território. O Ministério de Ciência e Tecnologia norueguês tem uma lista das principais tecnologias do País nesse setor e estabelece notas de 1 a 5 em relação às melhorias sugeridas por empresas participantes de concorrências e as utiliza como critério para a permanência ou não dessas empresas no País. A China estabeleceu exigências tecnológicas para a realização de joint ventures com empresas chinesas como pré-requisito para explorar o mercado chinês e essas exigências eram maiores ou menores dependendo do setor ser mais ou menos estratégico para o País, evidenciando uma ligação entre política tecnológica e industrial.
4 – Como se situa o Brasil hoje neste cenário?
O processo tecnológico como um todo é dividido em fases: a) pesquisa básica cujo objetivo principal é a busca do conhecimento; b) pesquisa aplicada cuja finalidade é estudar a tecnologia com a intenção de resolver problemas; c) desenvolvimento é refinar a etapa anterior para usar em um produto ou processo; d) engenharia de produto e processo chega aos detalhes para permitir a fabricação; e) manufatura e f) utilização ou consumo. Há áreas cinzentas entre as etapas b, c e d. Em termos de pesquisa básica, o Brasil é décimo quinto no mundo em termos de artigos em revistas científicas, e sua participação nas publicações mundiais é crescente, tendo chegado a 2%. Na área de engenharia, estudos das ONU afirmam que o engenheiro brasileiro tem padrão internacional. Nas fases de produção e utilização, temos ótimo desempenho. Nosso ponto fraco está nas fases de pesquisa aplicada e desenvolvimento. Obviamente, temos muitas exceções. O Brasil, graças a Petrobrás, é líder em exploração de petróleo em águas profundas, assim como no uso do etanol produzido à base de cana de açúcar. Temos destaque em agroindústria, em biotecnologia e, cada vez mais, na área de software.
A Embraer é líder em aeronaves para distâncias regionais e, recentemente, já começou a concorrer com a Boeing e a Airbus, e seu modelo gerencial já é copiado por essas empresas. Depois da abertura do mercado no início da década de 90, houve um aumento gradual de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento por parte das empresas privadas. Hoje, a internacionalização das empresas brasileiras aumenta a cada dia e isso leva a uma maior preocupação com inovação.
5 – Quais conselhos o senhor daria aos executivos nacionais para que suas empresas adotem padrões internacionais em gestão de tecnologia?
Entre as principais ferramentas para uma gestão tecnológica eficaz temos:
a) avaliação da carteira de projetos tecnológicos e a estratégia da empresa;
b) identificação das tecnologias críticas para o sucesso do negócio (tecnologias estratégicas);
c) análise da sua capacitação tecnológica frente aos concorrentes com ênfase nas tecnologias estratégicas;
d) investimento em inteligência tecnológica para identificar tendências que possam se tornar ameaças ou oportunidades para seu negócio e, ao mesmo tempo, proteger sua tecnologia usando patentes e outros procedimentos;
e) criação de uma rede de universidades e institutos de pesquisas no Brasil e no exterior para ajudar a identificar tendências e colaborar na execução dos projetos;
f) definição de procedimentos para identificar quando é mais conveniente desenvolver internamente, externamente ou uma combinação dos dois;
g) investimento em capacitação de recursos humanos em tecnologia e em gerenciamento da tecnologia;
h) compreensão de barreiras e facilitadores à inovação tecnológica e como a empresa está posicionada em relação a este aspecto;
i) avaliação do impacto dos projetos tecnológicos sobre o negócio, criando uma gestão do conhecimento, aprendendo com erros e acertos.
6 – Há exemplos de empresas familiares brasileiras de tamanho médio bem- sucedidas e que são competitivas através de uma gestão tecnológica eficaz?
Sim. Por exemplo, a Fanem é uma empresa familiar brasileira de tamanho médio do setor de equipamentos eletrônicos hospitalares. É a líder no Brasil, competindo com multinacionais e praticando preços acima do mercado. Quando decidiu se internacionalizar, penetrou em mercados de 30 países em seis anos, praticando preços abaixo dos líderes. Investiu em pesquisa e desenvolvimento e lançou no mercado o Bilitron, considerado o melhor equipamento no mundo para sua aplicação, e que é vendido a preços superiores em relação aos concorrentes. Outro exemplo é a Cristália, empresa familiar de porte médio do setor farmacêutico que conseguiu desenvolver moléculas novas, o que somente era feito pelas empresas estrangeiras. Um dos seus produtos concorre, com sucesso, com o Viagra da Pfizer. É a única empresa no Brasil com domínio sobre a modelagem molecular, uma das tecnologias básicas para o desenvolvimento de novas moléculas.
Responsável pela edição: Luis Gonzaga Silva de Oliveira
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Saiba quais são as profissões que vão ganhar projeção no mercado de trabalho nos próximos anos. Algumas delas já começam a se tornar realidade nas empresas hoje.
Clique aqui para ler a entrevista concedida pelo professor James Wright, publicada na Revista Você S.A, sobre carreiras do futuro: Futuro Próximo
Fonte: Methodus
“Plano de carreira elaborado no curso de MBA proporciona evolução estruturada na profissão.”
É o que conclui o executivo Franck Darriet, que cursou o MBA Executivo Internacional na FIA e passou de colaborador de uma multinacional a pequeno empreendedor em seu país de origem, a França. Na entrevista abaixo, ele conta sobre a sua experiência na carreira e como o MBA foi decisivo para seu sucesso profissional.
-Alumni-FIA: Por favor, descreva suas principais atribuições na empresa em que atua?
Sou sócio-diretor de uma empresa de pequeno porte que importa instrumentos de musicais tradicionais do mundo inteiro e os distribui na França e no restante da Europa. Atuo em todas as áreas: vendas, finanças, logística, compras e recursos humanos.
- Em linhas gerais, poderia relacionar os principais momentos de sua trajetória profissional?
Minha trajetória profissional começou com vários cargos de account manager em empresas do setor de Tecnologia da Informação, primeiramente na França e depois no Brasil. Em 2000, o Grupo Telefônica me chamou para uma start-up ligada à operadora de celular. Passei oito anos nesta empresa que foi a primeira a me dar a oportunidade de gerenciar uma equipe.
- O que motivou a escolha pelo MBA Executivo Internacional? Por que elegeu a FIA para cursá-lo?
Na verdade, foi o departamento de recursos humanos da Telefônica que me propôs este curso. A grade curricular estava totalmente em linha com o que eu buscava, pois oferecia um up grade de conhecimento e a aquisição de ferramentas nas diferentes àreas de gestão e decisão, que me faziam falta.
- Com base em suas experiências, qual a dica para conviver e superar os momentos delicados que o ambiente corporativo impõe?
Não se envolver emocionalmente, manter sempre uma distância para enxergar além dos problemas que tampam nossa visão. Procurar tempo para planejar, priorizar as ações, cuidar bem de si próprio (corpo e mente – como poderá ajudar sua equipe e a si mesmo se não tiver em equilíbrio?) e, por fim, separar bem a vida profissional e familiar, ou seja, não levar os problemas para casa.
- De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?
Minha expectativa em adquirir ferramentas de gestão foi atendida e acabou me ajudando muito mais que o esperado, pois, ao sair da Telefônica para uma pequena empresa, a necessidade de conhecimento em todas as areas de gestão se tornou muito mais aguda. Mas, o maior passo dado com o MBA resultou do plano de carreira elaborado durante o curso, que permitiu vislumbrar de fato o que eu desejava e as alternativas para consegui-lo. Assim ocorreu a “bifurcação” da minha carreira de empregado numa multinacional no Brasil para empreendedor no meu país de origem, a França.
- Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional?
Muito boa, tanto em termos de conteúdo como de intercâmbio com outros profissionais experientes de diferentes setores.
- Quais os principais valores seguidos para conquistar o sucesso em uma posição com o grau de responsabilidade em que você atua?
Diria que se conseguimos agir com ética e responsabilidade em toda a cadeia, com empregados, sócios, fornecedores e clientes, boa parte do caminho ao sucesso está garantida.
- Quais dicas você pode dar aos profissionais que estão selecionando uma escola de negócios para cursar um MBA?
Procurar pessoas que já cursaram esta escola e pedir a avaliação delas. Averiguar o currículo dos professores e avaliar bem a viabilidade da carga horária.
- Você pretende cursar um novo MBA em alguma área específica, ou algum outro curso complementar?
Estou buscando agora, na França, um curso de gestão mais ligado à área cultural. Esta área aqui é muito vasta e complexa, existem muitos atores, instituições públicas e privadas, que podem me ajudar a fomentar o mercado em que minha empresa atua.
- O que a palavra realização representa para você? Se considera um executivo de sucesso?
Realização para mim está muito ligado ao reconhecimento dos outros sobre o meu trabalho ou às realizações dos outros decorrentes de um trabalho que eu iniciei, de uma semente que eu plantei. Neste sentido considero-me um executivo de sucesso, pois isto aconteceu.
- Você recomendaria a FIA? Por quê?
Recomendaria a FIA porque é uma escola séria, bem posicionada, inovadora, com âmbito internacional, e que soube criar um ambiente legal para estudar.
Entrevista retirada do Perfil Alumni-FIA.
Brazil and Paraguay have reached what they call a “historic” agreement under which Brazil will pay more to Paraguay for electricity from the Itaipu hydro-electric power plant on the countries’ border and provide cheap loans for infrastructure.
The deal is the latest effort by President Luiz Inácio Lula da Silva of Brazil to increase his influence in Latin America through “good neighbour” policies.
The US administration sees Brazil as a moderating force to counter moves by President Hugo Chávez of Venezuela to spread his “21st century socialism” across the region.
President Fernando Lugo of Paraguay – whose presidency has been beset by scandals over children he fathered while he was a bishop – described the agreement as a victory on Saturday after meeting Mr Lula da Silva in Asuncion. “In 10 months . . . we have achieved something that was impossible for 30 years,” he said.
Critics in Brazil say Mr Lula da Silva has handed a gift to Brazil’s tiny neighbour, to be paid for by Brazilian electricity consumers and taxpayers, who will get nothing in return.
“The only thing Brazil has to gain is a boost to Lula’s personal leadership in Latin America,” said Adrian Pires of CBIE, an energy consultancy in Rio de Janeiro.
But Mr Lula da Silva’s bid for regional leadership – which has resulted in concessions to other neighbours such as Bolivia and Venezuela – is part of an expansion of the country’s foreign policy aims that may already be paying dividends by enhancing its global status.
At the G8 meeting in Italy this month Barack Obama, the US president, asked Mr Lula da Silva to use his influence over Iran to try to persuade the Middle Eastern country to abandon its nuclear ambitions.
President Mahmoud Ahmadi-Nejad of Iran was due to visit Brazil last month but cancelled his trip because of turmoil over Iran’s elections. Brazil has made it clear that the invitation remains open, in spite of outcry at home over the recognition Brazil would be giving to a Holocaust denier.
Brazil’s concessions to Paraguay include a tripling of the fee it pays for access to about 90 per cent of Paraguay’s half-share of the energy produced at Itaipu, currently $120m (€84m, £73m) a year. In addition, Brazil buys Paraguay’s electricity at about $45 per megawatt hour – equal to about $2bn last year – and the agreement may also allow Paraguay to sell its energy directly into the Brazilian market, where it believes it can get a higher price.
Brazil may also give Paraguay cheap loans to build power lines. All the measures must be approved by the country’s legislatures.
“This is telling of Brazil’s attitude to consensus,” said Alfredo Behrens, a consultant and professor at FIA, a business school in São Paulo. “The thinking is, ‘Why not? We are big, they are small, why not let them have something?’ Brazil has no strategic objective except its good standing.”
That standing has been enhanced, for example, by Brazil’s role as a leader of United Nations peacekeepers in Haiti.
Additional reporting by Oliver Balch in Buenos Aires
Quase metade da população brasileira, formada por jovens de até 24 anos, não tem a menor ideia do que
é descontrole de preços. Geraão da estabilidade é conservadora politicamente e planeja futuro.
Participação do Prof. Carlos Honorato Teixeira, Programa de Estudos do Futuro/FIA e MBA Executivo Internacional/FIA.
Leia a materia completa: Matéria 3
Carreiras profissionais terão enfase no desenvolvimento tecnológico, na educação continuada e na busca por novos conhecimentos.
Participação do Prof. Daniel E. Carvalho, Programa de Estudos do Futuro/FIA.
Leia a matéria completa: Matéria 2
Matéria publicada no jornal Destak em 20 de maio de 2010, menciona o International MBA da Fundação Instituto de Administração. Curso ministrado em inglês conta com a participação de mais de 10 nacionalidades em sala de aula.
Leia mais: MBAnoBrasil
Prof. Antonio Thiago Benedete Silva, pesquisador do PROFUTURO (Programa de Estudos do Futuro) participou da matéria exibida na TV Cultura em 06 de maio de 2010.
Fonte: Jornal da Cultura
Assista ao vídeo aqui: http://www.tvcultura.com.br/jornal-da-cultura/programa/jc20100506
Clique aqui TVCultura. JCultura
Estudo indica profissões que serão requisitadas no futuro. Alguma delas nem existem.
Participação do pesquisador: Prof. Antonio Thiago Benedete da Silva
Fonte: Jornal da Tarde – SP
Leia a matéria completa aqui: mercado.abre.vagas