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Tag: Emerson Antonio Maccari

Artigo elaborado por ex-alunos do MBA Executivo Internacional e orientador Prof. Emerson Maccari na revista eletrônica de Estratégia & Negócios.

Resumo: A indústria de autopeças é citada na literatura como um setor industrial envolto em pressões de ordem competitiva de várias naturezas. Esta indústria enfrenta grandes desafios para controlar seus custos e manter sua rentabilidade, haja vista as pressões sofridas em um mercado complexo e dinâmico. O objetivo da pesquisa é identificar como a gestão de contratos dos projetos de desenvolvimento de novos produtos em uma empresa de autopeças pode contribuir a geração de valor na empresa. A pesquisa é qualitativa, baseada no método de estudo de caso único em profundidade, por meio das observações realizadas junto às áreas comerciais e de desenvolvimento de produtos de uma empresa líder mundial no fornecimento de Sistemas de Distribuição Elétricos – EDS (componentes elétricos automotivos). A coleta de dados feita por entrevista com os executivos e gerentes das áreas estudadas com base na utilização de um questionário semi-estruturado. Os resultados demonstram que em relação à gestão de contratos de novos produtos, a empresa não utiliza de forma estruturada e sistemática conceitos associados à gestão de projetos. Isto faz com que as atividades operacionais não estejam em linha aos seus objetivos estratégicos tais como: a) modelar e preparar relatórios padronizados regulares sobre a evolução dos projetos; b) estabelecer um processo formal de aprovação ao final de cada estágio de projeto; c) fortalecer o sistema integrado de mudanças do projeto, pois quando não integrada ou tratada adequadamente pode resultar em destruição do valor da empresa.

Autores: Rudolf Friedrich Fromm, Emerson Antonio Maccari, Cláudia Terezinha Kniess, Cesar Augusto Biancolino, Giovane da Costa

Download: Gestao de projetos

O artigo COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL NA PRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS foi publicado na revista Gestão e Planejamento pelos autores: Maria do Socorro Oliveira Portella, Mayra Alejandra Gonçalves de Abreu, Nilce Kinue Mashiba Tomokane, Rogério Caldas Rodrigues, Emerson Antonio Maccari.

Esta é mais uma parceria entre alunos e orientador do MBA Executivo Internacional/FIA.

O resultado do trabalho de conclusão de curso traz conhecimento teórico e prático, além de valorizar a pesquisa acadêmica.

Parabéns a todos.

Resumo do artigo: Com a globalização dos mercados fornecedores e consumidores, juntamente com a melhoria da malha logística internacional e a facilidade do fluxo de informações em tempo real, em que por meio da rede mundial de computadores, as empresas vêm se estruturando em centros globais de manufatura. Com isso, a definição do país de localização destes centros ganhou uma relevância estratégica de grande impacto nos resultados do negócio. Nesse cenário de competitividade internacional, em que muitas vezes filiais de uma mesma empresa multinacional disputam pelos investimentos em ampliação da capacidade produtiva, é fundamental identificar os fatores de competitividade do país. O objetivo desse artigo é analisar a atual dinâmica da indústria farmacêutica, identificando os países que mais têm atraído investimento em manufatura e os principais fatores determinantes na atração de investimentos em produção de medicamentos no que os tornam atrativos e, com isso, comparar a situação do Brasil. frente a estes países com relação a estes fatores. O método utilizado foi a pesquisa qualitativa exploratória, por meio de um questionário semi-estruturado com executivos das multinacionais farmacêuticas Boehringer, Johnson & Johnson, Novartis e Wyeth para coleta dos dados primários e, por meio de consulta bibliográfica e documental para os dados secundários. O principal resultado foi a criação de uma agenda positiva para elevar o potencial de atração de investimentos do Brasil que trata trabalhando dos seguintes aspectos: a) Capacitação profissional; b) Infra-estrutura logística; c) Infra-estrutura industrial d) Aspectos regulatórios; e) Revisão da carga tributária e f) Propriedade intelectual.

Download do artigo: Competitividade

Com a globalização dos mercados fornecedores e consumidores, juntamente com a melhoria da malha logística
internacional e a facilidade do fluxo de informações em tempo real, em que por meio da rede mundial de
computadores, as empresas vêm se estruturando em centros globais de manufatura. Com isso, a definição do país
de localização destes centros ganhou uma relevância estratégica de grande impacto nos resultados do negócio.
Nesse cenário de competitividade internacional, em que muitas vezes filiais de uma mesma empresa
multinacional disputam pelos investimentos em ampliação da capacidade produtiva, é fundamental identificar os
fatores de competitividade do país. O objetivo desse artigo é analisar a atual dinâmica da indústria farmacêutica,
identificando os países que mais têm atraído investimento em manufatura e os principais fatores determinantes
na atração de investimentos em produção de medicamentos no que os tornam atrativos e, com isso, comparar a
situação do Brasil. frente a estes países com relação a estes fatores. O método utilizado foi a pesquisa qualitativa
exploratória, por meio de um questionário semi-estruturado com executivos das multinacionais farmacêuticas
Boehringer, Johnson & Johnson, Novartis e Wyeth para coleta dos dados primários e, por meio de consulta
bibliográfica e documental para os dados secundários. O principal resultado foi a criação de uma agenda positiva
para elevar o potencial de atração de investimentos do Brasil que trata trabalhando dos seguintes aspectos: a)
Capacitação profissional; b) Infra-estrutura logística; c) Infra-estrutura industrial d) Aspectos regulatórios; e)
Revisão da carga tributária e f) Propriedade intelectual.

A Revista de Gestão e Projetos acaba de publicar seu último número em http://www.revistagep.org/ojs2.2.4/index.php/gep.

Nesta edição, contamos com um artigo elaborado por Aluisio Broering Mambrini, Seiji Cintho, Erni Dattein Dattein,  Jorge Antonio Arias Medina, (ex-alunos do MBA Executivo Internacional) e seu orientador Emerson Antonio Maccari.

Clique aqui para acessar o artigo: CULTURA INOVADORA NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA

O artigo ”Cultura inovadora na pequena e média empresa” elaborado pelos alunos da Turma 35 do MBA Executivo Internacional da FIA (Seiji Cintho, Erni Dattein, Aluisio Broering e Jorge Antonio Arias Medina) e pelo Prof. Emerson Maccari, foi apresentado no XXVI Simpósio de gestão da Inovação Tecnológica da ANPAD. Este é um dos melhores eventos de Tecnologia e Inovação do Brasil. Parabéns !!!
 
O Simpósio 2010 abre a oportunidade para que os acadêmicos da área possam divulgar e debater artigos de forma mais específica. Os formatos de apresentação deverão privilegiar o debate aprofundado dos artigos e uma maior interação entre os participantes. Os artigos com melhores avaliações receberão fast track para publicação em periódicos com classificação maior ou igual Qualis B2.
 
 

Resumo: Nas últimas duas décadas a inovação tem se mostrado um dos principais motores do crescimento econômico. A inovação está intimamente relacionada à criação de valor e geração de riquezas por meio do bem sucedido atendimento às necessidades do consumidor. Dessa forma, ela não está necessariamente restrita à utilização de novos conhecimentos obtidos pela pesquisa, mas sim, ao desenvolvimento de novos produtos ou serviços que são obtidos com a utilização criativa de conhecimentos, novos ou já anteriormente conhecidos, (GOLDSMITH, 2009, Manual de Oslo, 2005). Esse trabalho teve como objetivo identificar as práticas gerenciais que promovem a cultura inovadora em pequenas e médias empresas e analisar como elas contribuem para a capacidade de inovação dessas empresas. O método de pesquisa foi o estudo de casos múltiplos com seis empresas de pequeno e médio porte que possuem pelo menos um caso de inovação relevante em sua história. O instrumento de coleta de dados foi composto por: a) entrevista; b) observação direta; c) análise de dados secundários; e d) um caso de sucesso que tenha envolvido inovação em cada empresa. Os principais resultados apontam que entre as práticas se destacam: 1) Atuação em nichos que demandam alta especialização e foco no entendimento profundo das necessidades do cliente. Essa especialidade normalmente não é de interesse para empresas de grande porte nem está ao alcance das não especializadas; 2) Forte investimento na procura e incorporação de novos conhecimentos existentes fora da empresa (inovação aberta); 3) Rapidez e agilidade na absorção e implantação de novos conhecimentos e tecnologias; 4) Retenção de colaboradores chaves por meio de incorporação na sociedade da empresa ou por meio de programas de remuneração diferenciada; 5) Atuação basicamente como integradora e não como criadora de tecnologia (inovação aberta) conjugando diversos conhecimentos e tecnologias; 6) A gestão da informação dos conhecimentos adquiridos pela empresa é essencial para perpetuar o processo de inovação; 7) Pouca preocupação em patentear a tecnologia por motivos de custo, prazo e insegurança em disponibilizar os segredos do negócio; 8) Flexibilidade e comunicação informal, fluida e aberta entre os colaboradores da empresa o que promove a agilidade na gestão; e 9) A gestão de parcerias em toda a cadeia de valor da empresa, incluindo as áreas funcionais, é o ponto chave para a criação de soluções inovadoras.
 
XXVI Simpósio de gestão da Inovação Tecnológica da ANPAD

De 28 a 30 de novembro de 2010
Vitória / ES