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”O MBA Executivo Internacional da FIA acrescentou muito na minha formação e ascenção profissional. Além de possuir renome internacional, acredito que no país não haja outro curso com tal nível de maturidade e de excelência”.

Guilherme Lohmann, Diretor Financeiro Holding Coelho da Fonseca

MBA Executivo Internacional, Turma 25


MBA à la FIA: le Brésil, bien sûr!

Je m’appelle Jean, j’ai trente-cinq ans et j’habite à São Paulo, au Brésil, depuis le mois de mars dernier. Je suis venu faire un MBA à la FIA.

Pour ceux qui ne le savent pas, MBA veut dire « Master of Business Administration » et c’est un diplôme en management général. On dit – et moi j’y crois, bien sûr ! – que c’est une étape importante vers une carrière réussie de gestion d’entreprise. FIA signifie « Fondation Institut d’Administration » et c’est l’école de management de l’Université de São Paulo.

Vous devez, tous, être en train de vous poser les mêmes questions : « un MBA au Brésil? » et « aurait-il entendu parler des écoles françaises de management renommées comme l’INSEAD ou HEC Paris ? ». Et bien, oui et oui !

Tout d’abord, le MBA à la FIA est un programme complètement international et à temps complet. Les cours sont en anglais, bien sûr ! São Paulo est la troisième plus grande ville du monde, le Brésil connaît un grand boom économique, et c’est normal non seulement qu’il y ait beaucoup d’étrangers ici, mais aussi que de plus en plus d’étrangers s’intéressent au Brésil. Ce n’est que la troisième édition de ce programme mais ma classe compte déjà une vingtaine de nationalités différentes. La FIA a acquis une réputation internationale grâce à son programme de MBA exécutif qui se place systématiquement entre les soixante-dix meilleurs programmes de MBA exécutif du monde, selon le classement du journal Financial Times. Nul autre programme de MBA exécutif complètement brésilien n’y est classé. Un MBA exécutif est un programme de MBA pour ceux qui sont un petit peu plus âgés et qui ont un petit plus d’expérience professionnelle. Tout ceci, donc, pour vous dire qu’il y a aussi de bons programmes de MBA au Brésil.

J’imagine que maintenant vous vous posiez, tous, une autre question : « oui, mais pourquoi le Brésil ? ». Et bien, moi, je cherchais à avoir une expérience à l’étranger et je voulais sortir de ma zone de confort. Quand je dis l’étranger, ce ne sont pas les pays européens ! L’Europe, pour un français, ou en tout cas pour moi, ce n’est pas vraiment l’étranger. Mon autre option était de partir en Inde. J’ai choisi le Brésil, bien sûr ! Le Brésil exotique, la chaleur, les plages magnifiques et le carnaval de Rio de Janeiro ont pesé dans mon choix. Mais j’ai choisi le Brésil, et en particulier São Paulo, parce que São Paulo, c’est New York en mieux ! São Paulo, tout comme New York, est une grande capitale économique. São Paulo est la capitale économique de toute l’Amérique Latine, y compris souvent Miami, aux Etats-Unis, et peut-être même, dans certains cas, de tout le continent américain. Mais à São Paulo, il y a les brésiliens et c’est ce qui fait toute la différence. Les brésiliens travaillent dur, comme les européens ou comme tous les peuples occidentaux, en général, mais après avoir terminé leurs semaines de travail, ils font vraiment la fête ! Et ils font la fête avec tout le monde – les brésiliens et les étrangers ! Je suis vraiment en train de vivre une expérience formidable ! Les brésiliens sont très chaleureux. Il leur faut très peu pour qu’ils vous disent au revoir en vous serrant dans leurs bras. Je ne connais aucun autre peuple qui soit capable d’intégrer si bien les étrangers. Je dis donc : « le Brésil, bien sûr ! ».

Jean Gomes

http://www.mylittlebrasil.com.br/%C2%AB-le-bresil-bien-sur-%C2%BB/#more-278

MBA ”afia o gume da faca”

Rogério Fuzaro, diretor-geral da Bucci Industries Brasil, destaca que o MBA da FIA fortalece valores e aguça habilidades.

Cursar um MBA é como ”afiar o gume da faca”. É o que destaca Rogério Fuzaro, diretor-geral da Bucci Industries Brasil, filial do Grupo Bucci, da Itália, líder mundial em diversos segmentos industriais e responsável por marcas como Iemca, Giuliani e Sinteco.

Segundo o aluno do MBA da FIA, o curso é sensacional, principalmente no que diz respeito à área internacional que, segundo ele, é um pilar essencial em sua carreira. ”Plenamente primordial. Sem a experiência internacional, dificilmente teria ocupado as posições de gerente geral e diretor geral nas duas últimas empresas que atuei”, destaca.

Com passagens marcantes por empresas como Schleifring Brasil, Brother International Corporation e Cosa, Rogério conta nesta entrevista exclusiva à FIA um pouco sobre sua experiência profissional e sobre como o curso o tem ajudado em seu dia a dia profissional.

Em linhas gerais, descreva os principais momentos de sua trajetória profissional.

Tenho uma formação inicial na área técnica (técnico em Mecânica pela Escola Técnica Federal-SP) e trabalhei por muitos anos em processos de produção. Com a minha graduação em Administração de Empresas pela PUC-SP, me transferi para a área comercial de bens de capital. Fui de supervisor de produto a diretor geral de filial, meu cargo atual.

Quais são os principais desafios que encontrou nas organizações onde trabalhou?

Implantação, sempre. Este sempre foi o meu desafio. Implantei novas tecnologias nas indústrias que trabalhei e, depois, na área comercial, com novas marcas no mercado brasileiro. Nas últimas duas empresas que atuei, implantei filiais no Brasil para atender o mercado sul-americano.

Como você interpreta a experiência internacional na evolução de sua carreira?

Plenamente primordial. Sem a experiência internacional, dificilmente teria ocupado as posições de gerente geral e diretor geral nas duas últimas empresas que atuei (Schleifring Brasil e Bucci Industries Brasil, respectivamente). Não teria sido contratado por elas para a implantação de suas filiais, não teria adquirido a fluência na língua inglesa e nem teria me enriquecido culturalmente.

Quais competências você considera essenciais para o cargo que ocupa?

Agilidade na tomada de decisões; flexibilidade para adaptar-se a novas situações; coerência e senso de justiça; visão estratégica e sistêmica da empresa e do mercado que atua; iniciativa; criatividade; capacidade de comunicar-se dentro de todo o ambiente; e, claro, base técnica para domínio da linha de produtos.

Quais são os principais desafios na sua posição para que sua empresa consiga se posicionar bem neste momento que atravessamos uma competitividade feroz dos produtos chineses?

No meu caso, essa questão não afeta a empresa. Temos fábricas na Itália, Taiwan e China e nossos concorrentes são europeus ou chineses ou taiwaneses. A briga é igual em certos aspectos. Se o concorrente ”apela” para a redução desleal de preços, nossa estrutura local e suporte pós-venda falam mais alto.  Não ganharemos tudo, mas estamos mantendo a posição de liderança (65% do mercado brasileiro em 2010) por meio do serviço oferecido aliado à qualidade do produto. Com isso, o desafio é continuar dispondo do serviço adequado e desejado pelo mercado com preço competitivo.

Quais valores você considera importantes a serem seguidos para conquistar o sucesso em uma posição como a sua?

Honestidade, seriedade e coerência. Quer seja para com o cliente, com o fornecedor /parceiro, como com o grupo de empresas que represento no mercado. Todo o resto é consequência. É preciso ter credibilidade.

De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?

O MBA, ainda mais numa instituição com a FIA, fortalece seus valores e aguça suas habilidades. Usando uma metáfora: o MBA ”afia o gume da faca”.

Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional da FIA?

Sensacional, mesmo não sendo perfeito, mas por buscar a perfeição continuamente. Excelentes professores/profissionais. A parte internacional é essencial. Poderia ter uma permanência mais longa nos EUA e na Europa, assim o proveito seria ainda maior. 

Você recomendaria a FIA? Por quê?

Sim, por tudo que me ajudou a adquirir e aprimorar em termos de valores, e até conhecimento. Também por ser um MBA que considera e valoriza condições básicas para admitir os profissionais em seus cursos em termos de idade mínima, tempo de formação e nível hierárquico. Sem isso, a ”troca” durante o curso fica empobrecida num ambiente como este.

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Depoimento: Luiz Landini

Luiz Landini

Luiz Landini, ex-aluno do MBA Executivo Internacional da Fundação Instituto de Administração, concedeu uma entrevista para a nossa equipe sobre sua trajetória profissional e como o MBA contribuiu em sua carreira e vida.

Em linhas gerais, você poderia descrever os principais momentos de sua trajetória profissional?

Divido minha trajetória profissional em dois momentos bem distintos: na primeira fase, atuei como engenheiro e fui reconhecido pelo que eu era capaz de realizar, mas sentia desejo de fazer ainda mais ajudando empresas a crescer utilizando tecnologia. Então, mudei para a área comercial e iniciei a segunda fase como executivo de vendas e comecei a ajudar empresas oferecendo soluções para seus problemas.

Quais são os principais desafios que encontrou nas organizações onde trabalhou?

A informação e a comunicação continuam sendo os maiores desafios nas organizações. E são os desafios que promovem o desenvolvimento das pessoas e das empresas. E comigo não foi diferente. Nas reuniões de gestores ou na liderança de equipe, eu sentia falta de informações e conhecimentos para contribuir com o grupo. Ao buscar meu aperfeiçoamento, decidi fazer o curso na FIA de Gestão Estratégica – MBA Executivo Internacional, e, a partir daí, derrubei a grande muralha que impedia meu desenvolvimento profissional. Cheguei a ser responsável por 20 gestores em primeiro nível e 500 colaboradores no segundo nível.

Na sua visão, quais são as principais competências para obter sucesso na gestão de pessoas?

Credibilidade, confiança, ética e transparência. Isso significa que você pode omitir informações de caráter confidencial, mas não deve inventar histórias, o que gera desconfiança. Você deve ser direto e não deixar nenhuma dúvida ao se comunicar.

O principal problema na gestão de pessoas está na insegurança do gestor por falta de conhecimento, porque, na maioria das vezes, ele tem deficiência em sua formação, o que faz com que ele se sinta ameaçado no poder e, para demonstrá-lo, acaba centralizando todos os processos em suas mãos.

No meu ponto de vista, a solução é a que já foi apontada por Jack Welch em seu livro “Jack Definitivo: Segredos do Executivo do Século”, onde ele menciona o segredo da gestão de pessoas: o executivo deve delegar tudo o que ele não domina e fazer tudo o que seja o diferencial dele reconhecido pela equipe e o que o levou à promoção.

Como você interpreta o turnover na evolução de carreira? Quais são suas razões?

O turnover  faz parte da carreira dos executivos de sucesso, pois é uma forma de adquirir conhecimento e vivência em diferentes mercados e culturas. Muitos desejam longevidade na empresa, mas as companhias estimulam o turnover, porque acreditam que assim conseguem manter o dinamismo trazendo para dentro da empresa profissionais com vivência diferente e que olhem os problemas sob uma nova perspectiva. Hoje, quanto mais diversificado o número de empresas onde o profissional tenha atuado, maior sua capacidade de colaboração com o crescimento da companhia em que vai trabalhar.

Quais são os cuidados que as empresas precisam ter no sentido de reter seus talentos?

As empresas brasileiras precisam rever o conceito da idade, pois a população está vivendo mais e melhor.  Existe no mercado um grande número de profissionais com boa formação, mas sem experiência, o que resulta em retrabalho e perda de tempo. A retenção de talento está mais focada na capacidade produtiva do profissional, mas raramente se encontra um profissional com boa formação e experiência, com pouca idade.

Quais são os principais aspectos a serem analisados pelo profissional, quando ele decide promover uma mudança em sua carreira?

Satisfação pessoal. O provérbio “Quem faz o que gosta não trabalha nunca, se diverte”, reflete a alegria de quem gosta do que faz. Portanto, a mudança de carreira não pode ser movida apenas pelo fator econômico. Se não houver prazer, o profissional terá problemas de ordem social e emocional.

Quais os principais valores a serem seguidos para conquistar o sucesso em uma posição como a sua?

Perseverança. Eu nasci numa cidade industrial onde bastava ser metalúrgico, mas isso não me satisfazia plenamente. Eu queria ser diferente, e para isso eu tive que estudar e trabalhar.

Dedicação.  As vitórias vieram após muita luta, inclusive para continuar estudando.

Otimismo.  O Brasil enfrentou diversas crises que afetaram a vida de muitas pessoas que estavam se desenvolvendo profissionalmente e é preciso acreditar que é possível enfrentar essas dificuldades nos tempos difíceis.

Comunicação. Falar de forma clara e reta, ter informações de suporte, trabalhar com fatos verdadeiros. Quem acha não tem certeza.

Espiritualidade para não corromper seus princípios e valores morais.

De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?

O MBA mudou minha carreira, a forma de ver o mundo, a vida e a família. Foi o divisor de águas, antes a minha vida era estática e depois do MBA ficou dinâmica.  A base de conhecimentos adquiridos no MBA permitiu que eu avançasse com segurança, executasse mudanças e tomasse decisões difíceis sem vacilar. Antes eu me dedicava só ao trabalho, era muito workaholic, hoje consigo equilibrar atividades da minha vida profissional com a pessoal.

Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional da FIA?

O programa de ensino do MBA Executivo Internacional da FIA é o mais completo e reconhecido no mercado nacional e internacional. Ele foi vital para o desenvolvimento da minha vida profissional e pessoal. Estou muito satisfeito com os resultados e me sinto privilegiado por ter feito o curso.

Você recomendaria a FIA? Por quê?

Recomendo a FIA para todos profissionais que desejam marcar sua carreira com uma formação diferenciada e reconhecida pelas empresas e pelos melhores headhunters do mercado. Considero um passo de carreira seguro para ampliar horizontes na sua vida profissional.

Allan Pires, ex-aluno do MBA Executivo Internacional da FIA,  Turma 24, assumiu o posto de CEO da Targit , uma empresa Dinamarquesa presente em mais de 50 países na area de soluções de BI (Business Intelligence) , a que mais cresce no mundo pelo quesito faturamento.

Allan respondeu a pergunta sobre seus novos desafios da seguinte forma: ”Como a América Latina era o último continente que ainda não tinha presença da TARGIT, a minha missão principal é a localização e execução da estratégia global para desenvolvimento do mercado latino americano a partir da operação Brasil,  suporte aos clientes globais e a promoção global de novas soluções desenvolvidas com as soluções TARGIT na América Latina.  

Os principais desafios serão o desenvolvimento dos canais de distribuição (vendas, implementação, consultorias, etc.)  e de adoção em regime OEM (Pesquisadores e desenvolvedores independentes de software), formação de profissionais para P&D,que inclui a filosofia CALM: Computer Aided Leadership & Management, e consultoria e suporte aos clientes e parceiros.

Depoimento: Matheus H. Scudeler Vilela

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MATHEUS VILELA IIIO universo é infinito e imensurável, creio que o conhecimento humano seja apenas um ponto dentro deste grande universo. À medida que expandimos nosso conhecimento aumentamos ainda mais a área de contato com o desconhecido, e cada vez mais, temos consciência de quão pouco sabemos e quanto mais temos para conhecer. Desta maneira que eu vejo, também, o crescimento profissional.

Quando ingressei no curso de engenharia elétrica tinha como objetivo me formar como um bom engenheiro e buscar uma carreira de sucesso em gestão em empresas de tecnologia ou infra-estrutura. Ainda no meio do curso comecei a acrescentar mais algumas características nas minhas aspirações profissionais: Eu também queria uma carreira internacional, conhecer países diferentes, pessoas de muitas nacionalidades, línguas diversas, culturas distintas; enriquecer meu conhecimento no mundo à minha volta e aumentar o meu contato com o diferente, o desconhecido. Foi quando, ainda como graduando, busquei um estágio fora do Brasil, e daí para frente comecei a trilhar uma carreira internacional na Schlumberger Technology, onde fiquei por 6 anos como expatriado passando por vários países, como EUA, Canadá, Escócia, México, Cuba e El Salvador em atividades de engenharia e gestão técnica na indústria de petróleo e gás.

Neste período de minha vida me senti muito preso a atividades bastante técnicas e fazer um MBA de alto nível já vinha sendo um plano de crescimento profissional e pessoal, para expandir meus horizontes em uma percepção mais estratégica sobre a administração das grandes empresas. Estando de volta ao Brasil por 1 ano e um pouco irrequieto com a zona de conforto que encontrava, decidi que já era hora de parar e pressionar o botão de reset na minha carreira. Deixei minha posição na Weatherford Drilling Services e ingressei na primeira turma do International MBA full time da Fundação Instituto de Administração.

Optei pelo modelo full time do International MBA para ter a oportunidade de me dedicar intensivamente por um ano ao enriquecimento do meu conhecimento em business administration. Fiquei extremamente satisfeito com os frutos da decisão tomada. Durante este ano abri a minha visão sobre o mundo corporativo de maneira indescritível.  No curso agreguei muito aprendizado ao meu estilo de liderança e visão estratégica da administração. Adquiri insights valiosíssimos em marketing, international competitiveness, negotiation, corporate governance, sustainability, innovation, value creation e people management. O projeto de consultoria foi uma oportunidade única de testar a teoria assimilada, e o networking adquirido foi essencial para minha recolocação no mercado.

Depois de concluído o MBA passei por vários processos em diferentes empresas. O International MBA se mostrou bastante impactante e importante para as pessoas com as quais conversei e em entrevistas. Ao final do MBA tive duas ofertas concretas, uma da Weatherford como Business Development Manager no Rio de Janeiro e outra com a GE Oil & Gas como Service Manager Brazil, sendo esta última a que eu aceitei.

Enfim, Know how é importante para alargar nossas fronteiras, mas conhecer pessoas (Know Who) é fundamental para nos indicar o caminho. E o International MBA agrega ambos.

Matheus H. Scudeler Vilela

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Fernando MoulinUm MBA que faz a diferença

Executivo conta como o MBA da FIA o auxiliou no seu desenvolvimento profissional e o preparou para enfrentar seus novos desafios.

Fernando Moulin é um exemplo de executivo bem-sucedido e que não tem medo de encarar novos desafios. Este fluminense, radicado em São Paulo, saiu, recentemente, da multinacional Nokia, onde exercia o cargo de Account Manager na área de Care Consumer Services, para assumir a gerência geral de e-business da brasileira Cyrela, líder no setor de empreendimentos imobiliários.

Formado no MBA Executivo Internacional da FIA, Moulin conta, nesta entrevista, como foi aceitar o desafio de assumir a diretoria de e-business de uma empresa nacional e de que forma o curso tem contribuído para o seu desenvolvimento tanto na área profissional quanto pessoal.

Em linhas gerais, você poderia descrever os principais momentos de sua trajetória profissional?

Sou natural de Volta Redonda no Estado do Rio de Janeiro, formado em Engenharia Química na UNICAMP. Passei por empresas como Citibank, Grupo Pão de Açúcar, General Electric e BCP Telecomunicações (Claro). Acabei, por escolha pessoal, optando por trabalhar na área de internet, onde estou até hoje. Minha experiência mais marcante e duradoura foi na Nokia, onde trabalhei de abril de 2005 até julho de 2010, começando no cargo de Consumer Loyalty Manager, tendo sido promovido algum tempo depois para Head da Área de Marketing Digital e Retenção para a América Latina. Meu último cargo lá foi de Account Manager for Care Consumer Services. Na Nokia, fui responsável pela gestão do setor de internet, como a definição de estratégias de comunicação e venda via web, além da contratação das agências de marketing que trabalhavam conosco. Recentemente, fui para a Cyrela, empresa líder de mercado na área de empreendimentos imobiliários, onde atuo também na gestão dos processos associados à internet.

Como foi o processo de transição de carreira que você acaba de vivenciar?

Não foi uma coisa que procurei pró-ativamente. Ao menos não do modo como ocorreu. Estava aberto a novos desafios, sempre em contato com minha rede, mas não diretamente em busca de uma nova colocação. De repente, surgiu essa oportunidade de conversar com a Cyrela para um cargo de Gerente Geral de e-business. A princípio, fui conversar com eles sem a pretensão de mudar de emprego, apenas para ouvir mais detalhes sobre o projeto da empresa. Porém, fiquei muito impressionado pela atenção que me deram. Conversei inclusive com o próprio dono da Cyrela, Sr. Elie Horn, uma pessoa extremamente influente e interessante, que disponibilizou um tempo enorme na sua agenda para conversar comigo. Assim, as coisas acabaram acontecendo naturalmente, até que me senti confortável para tomar a decisão de aceitar o desafio.

Quais são os desafios que sua nova função exigirá?

Esta nova oportunidade traz uma série de interessantes desafios para a minha carreira. Estou vindo de uma empresa europeia, com uma cultura e mentalidade totalmente diferentes da Cyrela em aspectos como, por exemplo: uma forte cultura processual, estruturas globais e maior formalidade na comunicação. Na minha atual colocação, esses processos são conduzidos, em geral, de forma bem diferente e mais informal, havendo inclusive a definição de novas funções e atividades em conversas informais, o que não acontecia na Nokia. Agora, também tenho que me adequar a uma função corporativa numa empresa nacional, sendo que antes atuava em um cargo global para uma regional da Nokia.  E o maior desafio que estou enfrentando, e que é maravilhoso, é o fato da Cyrela estar passando por um momento de transformação: estamos desenvolvendo nossa cultura, nossa missão e valores, assim como os processos da empresa em geral. E todo o meu background em outras corporações servirá para ajudar a construir uma nova cultura e a revigorar toda uma estrutura dentro de uma companhia.

Falando um pouco sobre a gestão de pessoas, um dos problemas enfrentados com mais frequência em ambientes de trabalho é a individualidade exacerbada e o deixar de lado o trabalho em equipe. Como lidar com isso?

Isso é um grande desafio nas empresas em geral. Porém, trata-se de um trabalho que o bom líder precisa fazer, voltado a incentivar a atuação das pessoas em equipe. No meu ponto de vista, é função do gestor reunir as pessoas e apontar para elas a importância de se atingir objetivos comuns, e que elas vejam que um bom trabalho em equipe resulta em bons resultados individuais e coletivos para cada um dos envolvidos. Creio que isso é, realmente, um grande desafio para os gestores enfrentarem – mas que eu adoro.

De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?

Contribuiu muito. O conhecimento adquirido com esse curso irá me acompanhar pelo resto da minha trajetória profissional e, realmente, aconselho a experiência a todo profissional que queira ampliar seus horizontes e melhorar sua atuação no dia a dia da empresa em que trabalha. Recentemente, fui para Porto Alegre para conversar com a diretoria da CyrelaSul sobre alguns processos internos, e se falou muito sobre uma série de termos comuns ao mundo da Cyrela. Sinceramente, sem minha formação de MBA, não estaria apto a entender esse tipo de conversa em sua real amplitude. Com esse background, porém, não só pude participar diretamente das reuniões como, inclusive, dar inputs e sugestões que foram bem recebidas sobre temas em que sou neófito. Isso faz com que os gestores enxerguem você com outros olhos, e vejam que é, realmente, uma pessoa mais capacitada no mundo dos negócios.

Quais dicas você pode dar aos profissionais que estão cursando um MBA de forma a melhor aproveitar os conceitos, informações e network trazidas por ele?

Creio que uma das melhores dicas que posso dar é para o profissional aproveitar o máximo que puder do MBA. Quando estava no curso, arrumava tempo em qualquer momento que fosse para poder estudar e fazer as atividades ligadas às aulas. Estudava muito nos aviões durante as idas e voltas de minhas viagens. Também passei inúmeros fins de semana estudando a fio as matérias. Mesmo trabalhando quase sempre mais de dez horas por dia, encontrava tempo para poder me dedicar aos estudos, e com isso consegui me formar com louvor em todas as matérias. Então, aproveitar plenamente a oportunidade de poder voltar aos estudos é essencial. E o sacrifício vale demais a pena. Outro item essencial do dia a dia é a rede de contatos. Por mais que você atue em diferentes áreas e grandes empresas, a rede que você faz ao cursar um MBA é inestimável. Conhecemos pessoas fantásticas, com experiência e conhecimentos ímpares. No meu ponto de vista, essa rede de contatos é um dos principais ganhos oriundos do investimento no MBA.

Como conciliar a dura rotina de trabalho de um executivo com a vida acadêmica e a vida pessoal?

A cultura do povo brasileiro em relação, por exemplo, ao matrimônio, é bem diferente da europeia ou asiática, pois, nessas duas últimas, ao se casar com alguém, não se casa apenas com a pessoa, mas também com o projeto de vida profissional do cônjuge. No Brasil, existe essa dissociação entre projetos a dois, nos âmbitos pessoal e profissional, mais explicitamente. Sendo pai de um filho e com uma esposa que possui uma carreira brilhante de executiva em empresa multinacional, sempre tive que conciliar as obrigações de meu trabalho com a família, junto com ela. Acho que a parceria na família em relação aos objetivos profissionais que você tem é essencial para poder tocar um projeto assim. O tempo sempre vai ser escasso, porém, é possível, sim, conciliar as coisas, encontrar um momento para cada atividade e desfrutar dela da melhor maneira possível, basta planejar e elencar as prioridades num espírito de cooperação mútua e alegria.

Quais os principais valores a serem seguidos para conquistar o sucesso em uma posição como a sua?

A ética deve estar sempre em primeiro lugar em qualquer instância de trabalho em que você esteja inserido. É importante que o profissional tenha em mente que seu diferencial está também no seu comportamento e nas suas atitudes em relação aos outros. É vital também estar sempre disposto a ajudar quem está ao seu lado e, como disse anteriormente, olhar para o todo da organização na qual você está inserido, e não apenas para suas tarefas atuais ou vantagens particulares.

Quais dicas você pode dar aos profissionais que estão selecionando uma escola de negócios para cursar um MBA?

Uma dica que dou é que não adianta economizar neste momento, pois se trata de uma experiência que você terá, no máximo, duas vezes na sua vida. Vale a pena escolher a instituição que for melhor para você e que se encaixe melhor em seu perfil profissional e objetivos de crescimento. A escolha do curso também é fundamental, porque ele deve estar bem alinhado com seu perfil profissional e com o que você espera para seu futuro. Analise bem as matérias e o perfil dos professores, suas carreiras e conhecimento, porque realmente é um investimento do qual serão colhidos frutos pelo resto da sua vida.

Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional da FIA?

Acho fantástico, em todos os sentidos. O MBA da FIA mudou minha vida. A qualidade do ensino é excepcional, com professores capacitados e de grande conhecimento, que agregam o tempo todo para o seu crescimento profissional. Além disso, a rede de contatos que fiz por meio desse curso é igualmente extraordinária. Tive a oportunidade de conhecer pessoas fantásticas e ter contatos profissionais que eu não conseguiria obter sem o MBA. Criei múltiplos vínculos pessoais com colegas do MBA, de fato, meus colegas de turma viraram na realidade, em sua maioria, meus amigos. Eu recomendo a FIA para todo e qualquer profissional que vise a fazer a diferença, aprimorando seu conhecimento e capacitações, crescendo no mercado e melhorando sua rede de contatos profissional.

Responsável pela edição: Luis Gonzaga Silva de Oliveira

Contatos: ivanaf@fia.com.br ; gonzaga@tempestade.com.br

Download do arquivo: Fernando Moulin

Perfil Alumni: Franck Darriet

Plano de carreira elaborado no curso de MBA proporciona evolução estruturada na profissão.

É o que conclui o executivo Franck Darriet, que cursou o MBA Executivo Internacional na FIA e passou de colaborador de uma multinacional a pequeno empreendedor em seu país de origem, a França. Na entrevista abaixo, ele conta sobre a sua experiência na carreira e como o MBA foi decisivo para seu sucesso profissional.

-Alumni-FIA: Por favor, descreva suas principais atribuições na empresa em que atua?

Sou sócio-diretor de uma empresa de pequeno porte que importa instrumentos de musicais tradicionais do mundo inteiro e os distribui na França e no restante da Europa. Atuo em todas as áreas: vendas, finanças, logística, compras e recursos humanos.

- Em linhas gerais, poderia relacionar os principais momentos de sua trajetória profissional?

Minha trajetória profissional começou com vários cargos de account manager em empresas do setor de Tecnologia da Informação, primeiramente na França e depois no Brasil. Em 2000, o Grupo Telefônica me chamou para uma start-up ligada à operadora de celular. Passei oito anos nesta empresa que foi a primeira a me dar a oportunidade de gerenciar uma equipe.

- O que motivou a escolha pelo MBA Executivo Internacional? Por que elegeu a FIA para cursá-lo?

Na verdade, foi o departamento de recursos humanos da Telefônica que me propôs este curso. A grade curricular estava totalmente em linha com o que eu buscava, pois oferecia um up grade de conhecimento e a aquisição de ferramentas nas diferentes àreas de gestão e decisão, que me faziam falta.

- Com base em suas experiências, qual a dica para conviver e superar os momentos delicados que o ambiente corporativo impõe?

Não se envolver emocionalmente, manter sempre uma distância para enxergar além dos problemas que tampam nossa visão. Procurar tempo para planejar, priorizar as ações, cuidar bem de si próprio (corpo e mente – como poderá ajudar sua equipe e a si mesmo se não tiver em equilíbrio?) e, por fim, separar bem a vida profissional e familiar, ou seja, não levar os problemas para casa.

- De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?

Minha expectativa em adquirir ferramentas de gestão foi atendida e acabou me ajudando muito mais que o esperado, pois, ao sair da Telefônica para uma pequena empresa, a necessidade de conhecimento em todas as areas de gestão se tornou muito mais aguda. Mas, o maior passo dado com o MBA resultou do plano de carreira elaborado durante o curso, que permitiu vislumbrar de fato o que eu desejava e as alternativas para consegui-lo. Assim ocorreu a “bifurcação” da minha carreira de empregado numa multinacional no Brasil para empreendedor no meu país de origem, a França.

- Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional?

Muito boa, tanto em termos de conteúdo como de intercâmbio com outros profissionais experientes de diferentes setores.

- Quais os principais valores seguidos para conquistar o sucesso em uma posição com o grau de responsabilidade em que você atua?

Diria que se conseguimos agir com ética e responsabilidade em toda a cadeia, com empregados, sócios, fornecedores e clientes, boa parte do caminho ao sucesso está garantida.

- Quais dicas você pode dar aos profissionais que estão selecionando uma escola de negócios para cursar um MBA?

Procurar pessoas que já cursaram esta escola e pedir a avaliação delas. Averiguar o currículo dos professores e avaliar bem a viabilidade da carga horária.

- Você pretende cursar um novo MBA em alguma área específica, ou algum outro curso complementar?

Estou buscando agora, na França, um curso de gestão mais ligado à área cultural. Esta área aqui é muito vasta e complexa, existem muitos atores, instituições públicas e privadas, que podem me ajudar a fomentar o mercado em que minha empresa atua.

- O que a palavra realização representa para você? Se considera um executivo de sucesso?

Realização para mim está muito ligado ao reconhecimento dos outros sobre o meu trabalho ou às realizações dos outros decorrentes de um trabalho que eu iniciei, de uma semente que eu plantei. Neste sentido considero-me um executivo de sucesso, pois isto aconteceu.

- Você recomendaria a FIA? Por quê?

Recomendaria a FIA porque é uma escola séria, bem posicionada, inovadora, com âmbito internacional, e que soube criar um ambiente legal para estudar.

Entrevista retirada do Perfil Alumni-FIA.

O Profuturo, juntamente à FIA, lança uma nova categoria de cursos de curta duração: Transições Executivas são treinamentos em temas específicos que fazem parte da evolução profissional do executivo, apoiando-o nos mais importantes momentos de sua carreira.

Ouça a entrevista do Prof. James sobre um dos temas: Mulher Executiva: PODCAST

Faça já a sua inscrição!

Celso Villar Torino, graduado em Engenharia Eletrica pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, aluno da turma 37 do MBA Executivo Internacional assumiu recentemente o cargo de Superintendente de Operação da Usina ITAIPU.

Desejamos sucesso nesse desafio !!!

Junho, 2010.