O artigo ”A elaboração de cenários na gestão estratégica das organizações: um estudo bibliográfico” elaborado pelos professores Antonio Thiago Benedete da Silva, Renata G. Spers e James T. C. Wright foi aprovado e publicado na Revista de Ciências da Administração.
Resumo: Para auxiliar a elaboração de estratégia em ambientes complexos e marcados pela incerteza uma técnica possível é a elaboração de cenários. Este trabalho tem por objetivo levantar e analisar a elaboração de cenários para fins de formulação de estratégia com o uso de dados secundários coletados em pesquisa bibliográfica nos principais eventos e periódicos de administração do Brasil (eventos da ANPAD – Enanpad, 3 Es, Enadi, Enapg, Simpósio, Eneo e EMA – e principais revistas nacionais listadas no Qualis Capes – Revista de Administração de Empresas (FGV), RAUSP, Read, Brazilian Business Review, BASE (Unisinos), Revista de Administração Contemporânea, Revista de Administração do Mackenzie e REGE USP). A pesquisa resultou na identificação de 24 trabalhos, os quais, quando analisados, mostraram que a ferramenta é importante para a gestão estratégica em ambientes turbulentos, e revelaram a necessidade de se expandir as questões de pesquisa concernentes à elaboração de cenários na prática, de modo a levantar a problemática dos praticantes do campo e contribuir para o aprimoramento da utilização de cenários na gestão estratégica das organizações.
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Download: Elaboração de cenários
O que uma ovada, uma careca e um holograma mostram aos profissionais de comunicação?
Saiba a resposta com o professor do MBA Executivo Internacional: Rodrigo Leão
A palavra sustentabilidade, por seu uso constante e descuidado, está ficando muito desgastada. Agora todos são sustentáveis: empresas, organizações sociais de todos os tipos, faculdades, hospitais, escolas e até times de futebol. Vamos jogar um pouco de luz nesse debate tentando esclarecer o que não é sustentável.
Fazer negócios como sempre fizemos (business as usual) com certeza não é sustentável. Não significa, de modo algum, afirmar que tudo que fizemos até agora está errado; significa, sim, afirmar, que nem tudo que foi feito no passado e que deu certo, continua válido hoje e para o futuro.
Para que uma atividade seja considerada sustentável ela deve atender três requisitos: ser economicamente viável, ambientalmente equilibrada e socialmente justa. Vamos analisar o pilar econômico, que é aquele que todos, supostamente, compreendem.
Se fizermos uma lista das dez principais incorporadoras do mercado imobiliário da década atual e compararmos com a mesma lista de 20 anos atrás, poucos serão os nomes que estão nas duas listas. Se estendermos o nosso período de análise para 40 anos, que é um período muito curto quando se fala em sustentabilidade econômica, é possível que essa lista se limite a uma ou duas empresas.
Sendo mais claro: a perenidade é uma consequência lógica do pilar econômico da sustentabilidade, empresas que operam apenas olhando resultados de curto prazo, não são sustentáveis sob o ponto de vista econômico, porque, provavelmente, terão vida curta. E aqui vale uma reflexão: se a expectativa de vida de um brasileiro ao nascer é de 73 anos, em média, não vejo razão para que uma empresa tenha uma expectativa de vida menor, ao contrário, haja vista que as empresas existem, ou melhor, deveriam existir para atender à sociedade, deveriam viver, no mínimo, para atender várias gerações. Sendo um pouco mais claro, acredito que uma empresa que não tem planos para se perenizar (operar por centenas de anos), não pode ser chamada de sustentável. A sustentabilidade leva à perenidade. A visão de curto prazo impede a sustentabilidade.
A preocupação com redução de custos sempre esteve na pauta de qualquer gerente minimamente competente, portanto, afirmar que uma empresa é sustentável porque tem um programa de ecoeficiência é, no mínimo, inadequado. O termo ecoeficiência se popularizou recentemente, mas economizar nas contas de água e energia elétrica, ou simplesmente não desperdiçar insumos e produtos, é apenas boa gestão.
Outra falácia é a que diz respeito ao cumprimento de leis e normas. Esse cumprimento é obrigação de todas as empresas que operam na legalidade. É verdade que cumprir esse mínimo não é uma prática universal, quando se examina todo o conjunto das empresas que operam no setor da construção civil. O grau de informalidade no nosso setor é muito significativo. Não temos dados precisos para informar quantos metros quadrados de residências, escritórios e espaços comerciais estão sendo construídos, ou reformados, este ano no nosso País, mas posso afirmar, com pequena chance de errar, que mais da metade deve estar sendo construída com algum grau de informalidade. Não há nenhuma sustentabilidade nesse fato.
Cumprir a legislação e as normas técnicas também sempre foi obrigatório, portanto, fazê-lo não caracteriza uma ação sustentável. A legislação que inova, impondo novos critérios que gerarão economias importantes de insumos e materiais pode ser adjetivada como sustentável, mas a legislação tradicional, que já esta estabelecida há muito tempo, não pode ser adjetivada como tal. O nosso setor é conservador, e não há nada de intrinsicamente errado nisso. O problema é que só conseguiremos avanços importantes na rota da sustentabilidade por meio da inovação.
Concluindo este pequeno artigo, quero destacar o seguinte conceito: melhorias contínuas em produtos e processos são ótimas e muito bem vindas; economias de toda sorte são importantes, o bolso e o planeta agradecem. Mas só rupturas importantes com a forma como fazemos negócios hoje é que permitirão a construção de uma sociedade que seja realmente sustentável para todos, ou seja, economicamente viável, ambientalmente equilibrada e socialmente justa.
Aron Zylberman é assessor da presidência da Cyrela Brazil Realty e membro da vice-presidência de Sustentabilidade do Secovi-SP.
Portal Terra: http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI5763275-EI18978,00.html
Najafi Global Mindset Institute adquiriu do Prof. Alfredo Behrens o case ”No one left behind” que será publicado ainda este ano no livro ”Global Mindset Handbook: The Essential Guide for Developing High-Impact Global Leaders at all Functional LevelS” pela Beaver’s Pond Press.
Parabéns!
Prof. Alfredo Behrens, docente da Faculdade FIA e MBA Executivo Internacional
Artigo elaborado por ex-alunos do MBA Executivo Internacional e orientador Prof. Emerson Maccari na revista eletrônica de Estratégia & Negócios.
Resumo: A indústria de autopeças é citada na literatura como um setor industrial envolto em pressões de ordem competitiva de várias naturezas. Esta indústria enfrenta grandes desafios para controlar seus custos e manter sua rentabilidade, haja vista as pressões sofridas em um mercado complexo e dinâmico. O objetivo da pesquisa é identificar como a gestão de contratos dos projetos de desenvolvimento de novos produtos em uma empresa de autopeças pode contribuir a geração de valor na empresa. A pesquisa é qualitativa, baseada no método de estudo de caso único em profundidade, por meio das observações realizadas junto às áreas comerciais e de desenvolvimento de produtos de uma empresa líder mundial no fornecimento de Sistemas de Distribuição Elétricos – EDS (componentes elétricos automotivos). A coleta de dados feita por entrevista com os executivos e gerentes das áreas estudadas com base na utilização de um questionário semi-estruturado. Os resultados demonstram que em relação à gestão de contratos de novos produtos, a empresa não utiliza de forma estruturada e sistemática conceitos associados à gestão de projetos. Isto faz com que as atividades operacionais não estejam em linha aos seus objetivos estratégicos tais como: a) modelar e preparar relatórios padronizados regulares sobre a evolução dos projetos; b) estabelecer um processo formal de aprovação ao final de cada estágio de projeto; c) fortalecer o sistema integrado de mudanças do projeto, pois quando não integrada ou tratada adequadamente pode resultar em destruição do valor da empresa.
Autores: Rudolf Friedrich Fromm, Emerson Antonio Maccari, Cláudia Terezinha Kniess, Cesar Augusto Biancolino, Giovane da Costa
Download: Gestao de projetos
O artigo COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL NA PRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS foi publicado na revista Gestão e Planejamento pelos autores: Maria do Socorro Oliveira Portella, Mayra Alejandra Gonçalves de Abreu, Nilce Kinue Mashiba Tomokane, Rogério Caldas Rodrigues, Emerson Antonio Maccari.
Esta é mais uma parceria entre alunos e orientador do MBA Executivo Internacional/FIA.
O resultado do trabalho de conclusão de curso traz conhecimento teórico e prático, além de valorizar a pesquisa acadêmica.
Parabéns a todos.
Resumo do artigo: Com a globalização dos mercados fornecedores e consumidores, juntamente com a melhoria da malha logística internacional e a facilidade do fluxo de informações em tempo real, em que por meio da rede mundial de computadores, as empresas vêm se estruturando em centros globais de manufatura. Com isso, a definição do país de localização destes centros ganhou uma relevância estratégica de grande impacto nos resultados do negócio. Nesse cenário de competitividade internacional, em que muitas vezes filiais de uma mesma empresa multinacional disputam pelos investimentos em ampliação da capacidade produtiva, é fundamental identificar os fatores de competitividade do país. O objetivo desse artigo é analisar a atual dinâmica da indústria farmacêutica, identificando os países que mais têm atraído investimento em manufatura e os principais fatores determinantes na atração de investimentos em produção de medicamentos no que os tornam atrativos e, com isso, comparar a situação do Brasil. frente a estes países com relação a estes fatores. O método utilizado foi a pesquisa qualitativa exploratória, por meio de um questionário semi-estruturado com executivos das multinacionais farmacêuticas Boehringer, Johnson & Johnson, Novartis e Wyeth para coleta dos dados primários e, por meio de consulta bibliográfica e documental para os dados secundários. O principal resultado foi a criação de uma agenda positiva para elevar o potencial de atração de investimentos do Brasil que trata trabalhando dos seguintes aspectos: a) Capacitação profissional; b) Infra-estrutura logística; c) Infra-estrutura industrial d) Aspectos regulatórios; e) Revisão da carga tributária e f) Propriedade intelectual.
Download do artigo: Competitividade
Artigo apresentado no 7º Congresso Brasileiro de Rodovias & Concessões, 2011
local: Foz do Iguaçú
RESUMO
A análise da evolução dos custos operacionais de Concessionárias Rodoviárias no Estado de São Paulo e de Concessionárias Rodoviárias Federais mostra que houve um processo de aprendizagem e ganho de eficiência por parte dessas empresas. Comprovada a influencia do efeito aprendizagem na redução dos custos de concessionárias rodoviárias, este estudo considera o impacto potencial do efeito aprendizagem em outros modelos de concessão, como o aeroportuário, cujo processo de privatização deve começar em 2012. O resultado aponta para a oportunidade de uma acelerada redução nos custos operacionais a partir da privatização. A sociedade tende a se beneficiar destes estudos sobre aprendizagem, pois a partir deles pode-se aprimorar contratos de concessão que estimulem os esforços explícitos de redução de custos e contribuam para a modicidade das tarifas e crescimento do setor.
Palavras-chaves: transportes rodoviários; aeroportos; custos operacionais; produtividade; curva de aprendizagem.
Leia o artigo completo: ABCR2011
A Revista de Gestão e Projetos acaba de publicar seu último número em http://www.revistagep.org/ojs2.2.4/index.php/gep.
Nesta edição, contamos com um artigo elaborado por Aluisio Broering Mambrini, Seiji Cintho, Erni Dattein Dattein, Jorge Antonio Arias Medina, (ex-alunos do MBA Executivo Internacional) e seu orientador Emerson Antonio Maccari.
Clique aqui para acessar o artigo: CULTURA INOVADORA NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA
O trabalho “DIFFERENT REACTIONS OVER SUMMER RAINSTORMS EXPRESSED IN A SOCIAL MEDIA SERVICE SUGGESTS THAT THE WAY TO APPORTION PREVENTION AND MITIGATION FUNDING HAS TO BE DIFFERENT THROUGHOUT BRAZIL” representa uma distinção alcançada na colaboração entre a academia, no caso a FIA, e uma empresa, a Climatempo, para sugerir uma política pública mais eficaz na prevenção e mitigação de desastres naturais.
Argumenta que o fatalismo presente nas favelas da mata atlântica fluminense poderia ser responsável pelo maior número de fatalidades nelas, para a mesma intensidade de chuva, do que na região da mata atlântica de Santa Catarina, onde a população apresenta maior grau de autonomia individual. É recomendado que se distribuíssem verbas de prevenção e mitigação de catástrofes naturais não apenas em função do risco natural mas também levando em conta a relutância da população em tomar conta do seu destino.
Premiado no IV Simposio Internacional de Climatologia em João Pessoa, 19 de outubro de 2011.
Autores: Ana Lucia Frony de Macêdo, Alfredo Behrens, Angela Ruiz
Carta: Carta_Premiacao
O trabalho ”Cenários prospectivos para o comércio internacional de etanol em 2020” de autoria: Antonio Thiago Benedete da Silva, James Terence Coulter Wright, Renata Giovinazzo Spers e Priscila Rezende da Costa, recebeu o título de melhor artigo da área temática: Globalização e Internacionalização de Empresas. (XIV SEMEAD, FEA/USP – 14/10/2011).
Download: XIVSemead_Cenarios2020