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Artigo apresentado no 7º Congresso Brasileiro de Rodovias & Concessões, 2011

local: Foz do Iguaçú

RESUMO

A análise da evolução dos custos operacionais de Concessionárias Rodoviárias no Estado de São Paulo e de Concessionárias Rodoviárias Federais mostra que houve um processo de aprendizagem e ganho de eficiência por parte dessas empresas. Comprovada a influencia do efeito aprendizagem na redução dos custos de concessionárias rodoviárias, este estudo considera o impacto potencial do efeito aprendizagem em outros modelos de concessão, como o aeroportuário, cujo processo de privatização deve começar em 2012. O resultado  aponta para a  oportunidade de  uma acelerada redução nos custos operacionais a partir da privatização. A sociedade tende a se beneficiar destes estudos sobre aprendizagem, pois a partir deles pode-se aprimorar  contratos de concessão que estimulem os esforços explícitos de redução de custos e contribuam  para a modicidade das  tarifas e crescimento do setor.

Palavras-chaves: transportes rodoviários; aeroportos; custos operacionais; produtividade; curva de aprendizagem.

Leia o artigo completo: ABCR2011

A Revista de Gestão e Projetos acaba de publicar seu último número em http://www.revistagep.org/ojs2.2.4/index.php/gep.

Nesta edição, contamos com um artigo elaborado por Aluisio Broering Mambrini, Seiji Cintho, Erni Dattein Dattein,  Jorge Antonio Arias Medina, (ex-alunos do MBA Executivo Internacional) e seu orientador Emerson Antonio Maccari.

Clique aqui para acessar o artigo: CULTURA INOVADORA NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA

O trabalho “DIFFERENT REACTIONS OVER SUMMER RAINSTORMS EXPRESSED IN A SOCIAL MEDIA SERVICE SUGGESTS THAT THE WAY TO APPORTION PREVENTION AND MITIGATION FUNDING HAS TO BE DIFFERENT THROUGHOUT BRAZIL” representa uma distinção alcançada na colaboração entre a academia, no caso a FIA, e uma empresa, a Climatempo, para sugerir uma política pública mais eficaz na prevenção e mitigação de desastres naturais.

Argumenta que o fatalismo presente nas favelas da mata atlântica fluminense poderia ser responsável pelo maior número de fatalidades nelas,  para a mesma intensidade de chuva, do que na região da mata atlântica de Santa Catarina, onde a população apresenta maior grau de autonomia individual. É recomendado que se distribuíssem verbas de prevenção e mitigação de catástrofes naturais não apenas em função do risco natural mas também levando em conta a relutância da população em tomar conta do seu destino.

Premiado no IV Simposio Internacional de Climatologia em João Pessoa, 19 de outubro de 2011.

Autores: Ana Lucia Frony de Macêdo, Alfredo Behrens, Angela Ruiz

Carta: Carta_Premiacao

O trabalho ”Cenários prospectivos para o comércio internacional de etanol em 2020” de autoria: Antonio Thiago Benedete da Silva, James Terence Coulter Wright, Renata Giovinazzo Spers e Priscila Rezende da Costa, recebeu o título de melhor artigo da área temática: Globalização e Internacionalização de Empresas. (XIV SEMEAD, FEA/USP – 14/10/2011).

Download: XIVSemead_Cenarios2020

O Governo e as motos na contramão do futuro

*Por James Wright

Nos últimos anos o Governo tem colocado em vigor uma política de incentivos e renúncia fiscal em estímulo à venda de motocicletas, que atingiram 1,8 milhões de unidades vendidas em 2010. Esta é uma política equivocada, que anda na contramão do bem estar ambiental, da saúde, da segurança e da competitividade do País. Além do custo social e econômico desta política, perde-se uma oportunidade de ouro para estimular o empreendedorismo local e o surgimento de tecnologia nacional numa nova área de negócios, pois nosso Governo não sabe pensar o futuro; só toma medidas politicamente convenientes, sem saber avaliar conseqüências e oportunidades de médio e longo prazo. Incentivar motocicletas e ‘’scooters” elétricas seria uma opção muito mais inteligente e alinhada com as necessidades futuras de nossas cidades.

Motocicletas convencionais de pequeno porte movidas a gasolina normalmente poluem mais do que o dobro de um automóvel, de acordo com estudos da Cetesb. Contribuem assim para agravar a poluição atmosférica nas grandes cidades, agravando doenças respiratórias que causam perda de dias de trabalho, gastos em hospitais públicos, aposentadorias precoces e sofrimento humano.

No Brasil as motos estão envolvidas em 25% dos acidentes fatais, segundo dados do Ministério da Justiça. A taxa de óbitos em acidentes com motocicletas subiu 83% entre 2002 e 2006; é uma epidemia que está dizimando a nossa juventude. Mata em especial os ”motoboys”, na sua maioria jovens trabalhadores que se esforçam para ganhar o dia entregando encomendas pela cidade, arriscando suas vidas em uma corrida frenética todo dia. Como rodam em média mais de 200 km por dia, um veículo deste gera cerca de cerca de oito vezes mais poluição atmosférica do que um carro de passeio que rode 50 km por dia!

Um acidente gera custos de atendimento emergencial, internação hospitalar, perda de rendimentos e custos previdenciários. A sociedade perde ainda com o desperdício de todo o potencial produtivo daquele jovem trabalhador, e a sua família sofre a perda de um ente querido. Nas grandes metrópoles, o corpo do motoqueiro estendido no chão gera, além do custo direto de atendimento medico e hospitalar, filas e engarrafamentos de vários quilômetros, em muitos casos com duração de uma hora ou mais. O engarrafamento e a lentidão do transito geram mais consumo de combustível nos carros parados, horas de trabalho perdidas e ainda mais poluição atmosférica dos automóveis parados. Esta triste combinação de efeitos resulta em custos elevados para a sociedade, tanto em custos econômicos diretos como indiretos.

Mas há soluções, desde que olhemos para o futuro e analisemos erros e acertos dos outros. Estávamos na China em 2007, em plena viagem de estudos com executivos brasileiros, quando o governo proibiu peremptoriamente a circulação de motos movidas a gasolina nas cidades de Beijing, Shanghai e Guangzhou. A medida autoritária criou grandes transtornos para milhões de usuários de motos, que de imediato tiveram que reverter para o deficiente sistema de transporte público urbano. Mas já nas viagens de estudos de 2009 e 2010, nos deparamos com milhões de pequenas motos e ”Scooters” elétricas, circulando de maneira silenciosa e segura, a velocidades de 30 a 40 km por hora. São produzidas por empresas chinesas, a preços populares, e criaram toda uma nova área de negócios para empresários locais, que venderam algo como 20 milhões de unidades no ano passado. Melhor ainda, em 2010 a poluição atmosférica estava sensivelmente menor, em todas estas cidades, não só em Beijing, sede das olimpíadas, mas também em Shanghai e Guangzhou. Nesta última, o governo municipal anunciou uma redução de 40% nos acidentes de transito!

No Brasil, podemos aprender com esta experiência. Podemos evitar medidas autoritárias que causem prejuízos para o público e para as indústrias estabelecidas, mas se tivermos uma visão abrangente de planejamento para criar o futuro, podemos criar políticas que induzam ao desenvolvimento na direção desejada. Basta sair da contramão em que o governo se colocou, e criar uma legislação com impostos crescentes nos próximos 5 anos sobre o registro e circulação destes veículos poluidores e perigosos, e em paralelo criar fortes incentivos para o desenvolvimento tecnológico e o uso de motocicletas elétricas, com velocidade limitada a cerca de 50 km por hora. Os impostos crescentes permitem recuperar seus custos incorridos pelo conjunto da sociedade, e os incentivos induziriam a oferta e a compra de uma nova geração de motos elétricas. As motos esportivas, de maior porte e custo mais elevado, poderão incorporar equipamentos antipoluição mais sofisticados e caros, similar ao dos automóveis, e coerentemente com seu maior porte, deverão submeter-se no transito às mesmas regras dos automóveis, tornando-se assim mais seguras.

O resultado desta nova política será o surgimento de uma indústria local de veículos elétricos simples, que trará uma oportunidade única de desenvolver este setor sob novo paradigma tecnológico, ainda não dominado pelas grandes empresas internacionais. Com sua matriz energética com forte participação hidrelétrica, grandes conglomerados urbanos, novas tecnologias de redes inteligentes e uma população que carece de transporte individual de custo accessível, o Brasil é o país ideal para ser o líder mundial nesta área, mas já estamos deixando escapar mais esta oportunidade.

Poderíamos ter daqui a 5 anos um cenário de cidades com atmosfera menos poluída, menos barulho e stress, mais segurança para a população, e forte redução dos custos sociais do uso de motos. Teríamos novas indústrias nacionais de motocicletas elétricas, baterias e peças adequadas ao nosso contexto, disputando um novo mercado global em condições mais favoráveis. Desenvolver a tecnologia de pequenas motos elétricas será mais accessível aos novos empreendedores brasileiros do que competir no sofisticado mercado global de automóveis. É a chamada ”Estratégia do Oceano Azul” aplicada à política pública; encontrar e oportunidades de atuar de maneira inovadora em novos espaços competitivos não disputados. Para isso, nossos governantes precisam aprender a prospectar o futuro, analisar tendências sociais e tecnológicas, formular cenários alternativos e avaliar e selecionar as políticas mais eficazes.

* James Wright é coordenador do Programa de Estudos do Futuro e do MBA Executivo Internacional da FIA – Fundação Instituto de Administração.

contecsi

 

Veja a apresentação do artigo elaborado pelos Profs. Daniel Estima de Carvalho, Leandro Fraga Guimarães e James T. C. Wright na oitava Conferência Internacional sobre Sistemas de Informação e Gestão de Tecnologia – CONTECSI

Um evento inovador, com foco em Sistemas de Informação, Tecnologia da Informação e Ciência da Informação sob uma visão multidisciplinar. 

O objetivo é discutir os efeitos da Tecnologia da Informação, Sistemas de Informação e Ciência da Informação nas organizações e na sociedade como um todo, reunindo uma comunidade em constante busca por respostas para enfrentar os desafios nunca parando na área. 

Clique aqui para download: 8th_Contecsi

Chuvas de intensidade semelhante, em áreas de terreno parecidas, levam a um numero de mortos no RJ dezenas de vezes superior ao de SC.

Leia o artigo onde os autores sugerem que a cultura mais fatalista do carioca exposto a riscos tomem menos medidas preventivas mais tarde do que populações com características mais empreendedoras, como a de Santa Catarina. Isto conduz a menor proteção dos individuos e a um maior numero de mortes. Clique aquiRainstorms in Brazil

 

INTRODUCTION

Income, geography and institutions are believed to mostly account for the casualties arising from natural disasters (Kahn, 2003). This paper argues that culture shapes people´s attitudes to natural disasters as well as the efficacy of the institutions they entrust to prevent and mitigate the effect of disasters.

Brazil is a country with a strong national identity is large enough to display a variety of sub-cultures partly as a consequence of the diversity of the immigration currents that contributed to its current 190 million population stock. This work assesses two similar rainfall cases in 2011 and measures the casualties in two geographically separated population areas, with similar terrain morphology in the continent;   assesses their different cultural background through meta-analysis of the literature and by interpreting the victims’ spontaneous statements on a facility provided in Facebook by Climatempo, Brazil´s largest commercial weather forecasting corporation. The analysis suggests that funding for storm readiness should be apportioned by the people´s cultural disposition to take charge rather than only by degree exposure to natural risk, because different peoples respond differently to the same events.

Willingness to face natural events and their consequences stem from people´s culture. Culture is slow to change but once its role is identified the adequate amount of resources to counteract negative attitudes can be ascertained.

Cultures which favor a perception that the control of people´s destiny is in their hands pay more attention to weather forecasts, build better refuges and resort to them in timely fashion (Sims & Baumann, 1972). Other cultures, the fatalist prominent among them, favor perceptions in which people´s lives are at the mercy of events beyond their control and they do not feel as guilty about the consequences of not taking prevention measures.

Brazilian landslides and flooding during rainy seasons are common. During January 2011 two severe rainstorm episodes took place in developed urban tropical areas, causing landslides and floods during the night. The differences in the reactions of these two populated areas are analyzed here from the perspective of their spontaneous messages on Facebook.

Nova Friburgo, Rio de Janeiro state, is Cfb climate in the Köppen[i] classification, and is about 1000 kilometers NE of (continental) Florianopolis, Santa Catarina state, Cfa climate. Both are built on the steep sloped mountain range called Serra do Mar, along the Atlantic Ocean.

Social networks provided an important resonance box to the victims’ plight. A partnership between climatempo.com.br, the largest weather information provider in Brazil and Facebook.com created a space to post messages which provided the data for a cultural assessment of the differences in attitudes to severe storms and their consequences.

Artigo ”The Brazilian Wine Industry: an analysis of Industry Competitiveness and Strategies for Growth” elaborado por alunos da Turma 31 do MBA Executivo Internacional (Cristina Varela, Marcelo Munerato, Miguel Belli e Simone Katz) e pelos Professores James Wright e Renata Spers, foi aprovado para apresentação no Fourth International Conference on Strategic Management in Latin America.

Este é mais um artigo elaborado a partir um trabalho de conclusão dos alunos do MBA Executivo Internacional da Fundação Instituto de Administração. Parabéns !!!

O evento aconteceu em Bogotá de 13 a 14 de janeiro de 2011.

Para saber mais sobre o artigo, acesse o arquivo: The Brazilian Wine Industry

O artigo ”Cultura inovadora na pequena e média empresa” elaborado pelos alunos da Turma 35 do MBA Executivo Internacional da FIA (Seiji Cintho, Erni Dattein, Aluisio Broering e Jorge Antonio Arias Medina) e pelo Prof. Emerson Maccari, foi apresentado no XXVI Simpósio de gestão da Inovação Tecnológica da ANPAD. Este é um dos melhores eventos de Tecnologia e Inovação do Brasil. Parabéns !!!
 
O Simpósio 2010 abre a oportunidade para que os acadêmicos da área possam divulgar e debater artigos de forma mais específica. Os formatos de apresentação deverão privilegiar o debate aprofundado dos artigos e uma maior interação entre os participantes. Os artigos com melhores avaliações receberão fast track para publicação em periódicos com classificação maior ou igual Qualis B2.
 
 

Resumo: Nas últimas duas décadas a inovação tem se mostrado um dos principais motores do crescimento econômico. A inovação está intimamente relacionada à criação de valor e geração de riquezas por meio do bem sucedido atendimento às necessidades do consumidor. Dessa forma, ela não está necessariamente restrita à utilização de novos conhecimentos obtidos pela pesquisa, mas sim, ao desenvolvimento de novos produtos ou serviços que são obtidos com a utilização criativa de conhecimentos, novos ou já anteriormente conhecidos, (GOLDSMITH, 2009, Manual de Oslo, 2005). Esse trabalho teve como objetivo identificar as práticas gerenciais que promovem a cultura inovadora em pequenas e médias empresas e analisar como elas contribuem para a capacidade de inovação dessas empresas. O método de pesquisa foi o estudo de casos múltiplos com seis empresas de pequeno e médio porte que possuem pelo menos um caso de inovação relevante em sua história. O instrumento de coleta de dados foi composto por: a) entrevista; b) observação direta; c) análise de dados secundários; e d) um caso de sucesso que tenha envolvido inovação em cada empresa. Os principais resultados apontam que entre as práticas se destacam: 1) Atuação em nichos que demandam alta especialização e foco no entendimento profundo das necessidades do cliente. Essa especialidade normalmente não é de interesse para empresas de grande porte nem está ao alcance das não especializadas; 2) Forte investimento na procura e incorporação de novos conhecimentos existentes fora da empresa (inovação aberta); 3) Rapidez e agilidade na absorção e implantação de novos conhecimentos e tecnologias; 4) Retenção de colaboradores chaves por meio de incorporação na sociedade da empresa ou por meio de programas de remuneração diferenciada; 5) Atuação basicamente como integradora e não como criadora de tecnologia (inovação aberta) conjugando diversos conhecimentos e tecnologias; 6) A gestão da informação dos conhecimentos adquiridos pela empresa é essencial para perpetuar o processo de inovação; 7) Pouca preocupação em patentear a tecnologia por motivos de custo, prazo e insegurança em disponibilizar os segredos do negócio; 8) Flexibilidade e comunicação informal, fluida e aberta entre os colaboradores da empresa o que promove a agilidade na gestão; e 9) A gestão de parcerias em toda a cadeia de valor da empresa, incluindo as áreas funcionais, é o ponto chave para a criação de soluções inovadoras.
 
XXVI Simpósio de gestão da Inovação Tecnológica da ANPAD

De 28 a 30 de novembro de 2010
Vitória / ES

O MERCADO DE TRABALHO NO FUTURO: UMA DISCUSSÃO SOBRE PROFISSÕES INOVADORAS, EMPREENDEDORISMO E TENDÊNCIAS PARA 2020.

Artigo elaborado por Prof. Dr. James T C Wright, Prof. Antonio Thiago Benedete e Prof. Dra. Renata G. Spers é publicado na RAI, volume 7, número 3, ano 2010.

Resumo do artigo:

As inovações tecnológicas, organizacionais e de mercado têm impulsionado profundas transformações no mundo do trabalho. Diversas profissões com conteúdos inovadores têm sido criadas, tendo em vista acompanhar o ritmo das mudanças. Transformações estruturais nas relações de trabalho também têm sido observadas. Como conseqüência dessas transformações, o empreendedorismo tem sido a alternativa para a geração de emprego e renda. Nesse contexto, esta pesquisa procurou identificar quais serão as profissões mais prováveis de se desenvolver no futuro e onde estarão as oportunidades de negócios para empreendedores, considerando o ano de 2020. Para tanto, foi utilizada a Técnica Delphi, a qual possibilita a identificação de tendências e eventos futuros a partir do uso estruturado do conhecimento de especialistas. Foram realizadas duas rodadas de consulta, com 96 respondentes na Rodada 1 e 112 respondentes na Rodada 2. Os resultados finais apontaram que a ênfase crescente na inovação, a busca por qualidade de vida, o envelhecimento da população e a preocupação com o meio ambiente serão importantes impulsionadores das carreiras mais promissoras nos próximos anos. É vislumbrado um futuro no qual será possível interagir com profissionais como Gerentes de Eco-Relações, Chief Innovation Officers e “Bioinformacionistas”. Quanto ao empreendedorismo, os especialistas projetaram uma participação no mercado de trabalho de 17% em termos de População Economicamente Ativa. Pelos resultados, é possível apreender que há expectativa de aumento da participação das atividades empreendedoras no mundo do trabalho no futuro, as quais conviverão com as profissões com conteúdos inovadores identificadas no estudo.
Clique AQUI para ler o artigo completo.