Novidades

Tag: Alumni

É com prazer que comunicamos que o nosso ex-aluno do MBA Executivo Internacional, Turma 35, Jonas Marques, foi contratado pela Bayer HealthCare para ocupar a posição de Country Division Head na divisão Consumer Care no Brasil, que inclui medicamentos isentos de prescrição e produtos dermatológicos.

Formado em psicologia e com MBA Executivo pela FIA, Marques acumula passagens por empresas como Roche, Stiefel/GSK e ISDIN, onde vinha atuando como gerente geral.

Participe deste grande debate gratuito promovido pelo Profuturo.

Faça a sua inscrição: clique aqui

e-mail_mkt3.

últimas vagas, faça já a sua inscrição

clique aqui

Eventos FIA ING Bank_25 11 11

MBA à la FIA: le Brésil, bien sûr!

Je m’appelle Jean, j’ai trente-cinq ans et j’habite à São Paulo, au Brésil, depuis le mois de mars dernier. Je suis venu faire un MBA à la FIA.

Pour ceux qui ne le savent pas, MBA veut dire « Master of Business Administration » et c’est un diplôme en management général. On dit – et moi j’y crois, bien sûr ! – que c’est une étape importante vers une carrière réussie de gestion d’entreprise. FIA signifie « Fondation Institut d’Administration » et c’est l’école de management de l’Université de São Paulo.

Vous devez, tous, être en train de vous poser les mêmes questions : « un MBA au Brésil? » et « aurait-il entendu parler des écoles françaises de management renommées comme l’INSEAD ou HEC Paris ? ». Et bien, oui et oui !

Tout d’abord, le MBA à la FIA est un programme complètement international et à temps complet. Les cours sont en anglais, bien sûr ! São Paulo est la troisième plus grande ville du monde, le Brésil connaît un grand boom économique, et c’est normal non seulement qu’il y ait beaucoup d’étrangers ici, mais aussi que de plus en plus d’étrangers s’intéressent au Brésil. Ce n’est que la troisième édition de ce programme mais ma classe compte déjà une vingtaine de nationalités différentes. La FIA a acquis une réputation internationale grâce à son programme de MBA exécutif qui se place systématiquement entre les soixante-dix meilleurs programmes de MBA exécutif du monde, selon le classement du journal Financial Times. Nul autre programme de MBA exécutif complètement brésilien n’y est classé. Un MBA exécutif est un programme de MBA pour ceux qui sont un petit peu plus âgés et qui ont un petit plus d’expérience professionnelle. Tout ceci, donc, pour vous dire qu’il y a aussi de bons programmes de MBA au Brésil.

J’imagine que maintenant vous vous posiez, tous, une autre question : « oui, mais pourquoi le Brésil ? ». Et bien, moi, je cherchais à avoir une expérience à l’étranger et je voulais sortir de ma zone de confort. Quand je dis l’étranger, ce ne sont pas les pays européens ! L’Europe, pour un français, ou en tout cas pour moi, ce n’est pas vraiment l’étranger. Mon autre option était de partir en Inde. J’ai choisi le Brésil, bien sûr ! Le Brésil exotique, la chaleur, les plages magnifiques et le carnaval de Rio de Janeiro ont pesé dans mon choix. Mais j’ai choisi le Brésil, et en particulier São Paulo, parce que São Paulo, c’est New York en mieux ! São Paulo, tout comme New York, est une grande capitale économique. São Paulo est la capitale économique de toute l’Amérique Latine, y compris souvent Miami, aux Etats-Unis, et peut-être même, dans certains cas, de tout le continent américain. Mais à São Paulo, il y a les brésiliens et c’est ce qui fait toute la différence. Les brésiliens travaillent dur, comme les européens ou comme tous les peuples occidentaux, en général, mais après avoir terminé leurs semaines de travail, ils font vraiment la fête ! Et ils font la fête avec tout le monde – les brésiliens et les étrangers ! Je suis vraiment en train de vivre une expérience formidable ! Les brésiliens sont très chaleureux. Il leur faut très peu pour qu’ils vous disent au revoir en vous serrant dans leurs bras. Je ne connais aucun autre peuple qui soit capable d’intégrer si bien les étrangers. Je dis donc : « le Brésil, bien sûr ! ».

Jean Gomes

http://www.mylittlebrasil.com.br/%C2%AB-le-bresil-bien-sur-%C2%BB/#more-278

Nivaldo Frutuoso asume un nuevo rol en Avon

Nivaldo Frutuoso asume un nuevo rol en Avon

Nos es muy grato comunicarles que Nivaldo Frutuoso, anterior Director Regional de Ventas para el área Metropolitana en México, ha sido asignado a la posición de Director Regional de Ventas para el Caribe, reportando directamente a Beatriz Aguirre,  Caribbean General Manager, efectivo a partir del 31 de octubre del presente.

Nivaldo es Ingeniero Mecánico egresado de la Universidad FEI en Brasil, cuenta con un International Executive MBA, con una  especialización en las Universidades de Vanderbilt, Lyon y Cambridge.

Ingresó a Avon Brasil al área de Operaciones en 1995, demostrando competencias sobresalientes, así como una gran pasión y compromiso con la Compañía, lo cual le ha permitido realizar importantes contribuciones a lo largo de más de 15 años en Avon. Durante su trayectoria ha desempeñado diferentes funciones en las áreas de Operaciones y Ventas. Durante 6 años como Gerente Regional de Ventas en Brasil, ayudó a lograr el récord de órdenes, pasando de 600,000 a 1,000,000, consolidando a Brasil como uno  de los países más importantes para Avon en el mundo.

Entre sus principales logros en México, podemos destacar el turn around de la Región Metro, ya que en el último año y medio esta Región ha obtenido resultados sobresalientes en ventas.

En su nueva posición, Nivaldo será responsable del diseño e implementación de la estrategia de negocio, teniendo a su cargo la operación del Caribe y entre sus principales objetivos estará el maximizar los resultados de la Compañía, a  través de un equilibrio de las necesidades locales y globales.  

En breve anunciaremos la sustitución de la posición en México.

Acompáñenos a desear mucho éxito a Nivaldo en sus nuevas responsabilidades y que esta etapa sea el inicio de mayores oportunidades profesionales.

MBA ”afia o gume da faca”

Rogério Fuzaro, diretor-geral da Bucci Industries Brasil, destaca que o MBA da FIA fortalece valores e aguça habilidades.

Cursar um MBA é como ”afiar o gume da faca”. É o que destaca Rogério Fuzaro, diretor-geral da Bucci Industries Brasil, filial do Grupo Bucci, da Itália, líder mundial em diversos segmentos industriais e responsável por marcas como Iemca, Giuliani e Sinteco.

Segundo o aluno do MBA da FIA, o curso é sensacional, principalmente no que diz respeito à área internacional que, segundo ele, é um pilar essencial em sua carreira. ”Plenamente primordial. Sem a experiência internacional, dificilmente teria ocupado as posições de gerente geral e diretor geral nas duas últimas empresas que atuei”, destaca.

Com passagens marcantes por empresas como Schleifring Brasil, Brother International Corporation e Cosa, Rogério conta nesta entrevista exclusiva à FIA um pouco sobre sua experiência profissional e sobre como o curso o tem ajudado em seu dia a dia profissional.

Em linhas gerais, descreva os principais momentos de sua trajetória profissional.

Tenho uma formação inicial na área técnica (técnico em Mecânica pela Escola Técnica Federal-SP) e trabalhei por muitos anos em processos de produção. Com a minha graduação em Administração de Empresas pela PUC-SP, me transferi para a área comercial de bens de capital. Fui de supervisor de produto a diretor geral de filial, meu cargo atual.

Quais são os principais desafios que encontrou nas organizações onde trabalhou?

Implantação, sempre. Este sempre foi o meu desafio. Implantei novas tecnologias nas indústrias que trabalhei e, depois, na área comercial, com novas marcas no mercado brasileiro. Nas últimas duas empresas que atuei, implantei filiais no Brasil para atender o mercado sul-americano.

Como você interpreta a experiência internacional na evolução de sua carreira?

Plenamente primordial. Sem a experiência internacional, dificilmente teria ocupado as posições de gerente geral e diretor geral nas duas últimas empresas que atuei (Schleifring Brasil e Bucci Industries Brasil, respectivamente). Não teria sido contratado por elas para a implantação de suas filiais, não teria adquirido a fluência na língua inglesa e nem teria me enriquecido culturalmente.

Quais competências você considera essenciais para o cargo que ocupa?

Agilidade na tomada de decisões; flexibilidade para adaptar-se a novas situações; coerência e senso de justiça; visão estratégica e sistêmica da empresa e do mercado que atua; iniciativa; criatividade; capacidade de comunicar-se dentro de todo o ambiente; e, claro, base técnica para domínio da linha de produtos.

Quais são os principais desafios na sua posição para que sua empresa consiga se posicionar bem neste momento que atravessamos uma competitividade feroz dos produtos chineses?

No meu caso, essa questão não afeta a empresa. Temos fábricas na Itália, Taiwan e China e nossos concorrentes são europeus ou chineses ou taiwaneses. A briga é igual em certos aspectos. Se o concorrente ”apela” para a redução desleal de preços, nossa estrutura local e suporte pós-venda falam mais alto.  Não ganharemos tudo, mas estamos mantendo a posição de liderança (65% do mercado brasileiro em 2010) por meio do serviço oferecido aliado à qualidade do produto. Com isso, o desafio é continuar dispondo do serviço adequado e desejado pelo mercado com preço competitivo.

Quais valores você considera importantes a serem seguidos para conquistar o sucesso em uma posição como a sua?

Honestidade, seriedade e coerência. Quer seja para com o cliente, com o fornecedor /parceiro, como com o grupo de empresas que represento no mercado. Todo o resto é consequência. É preciso ter credibilidade.

De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?

O MBA, ainda mais numa instituição com a FIA, fortalece seus valores e aguça suas habilidades. Usando uma metáfora: o MBA ”afia o gume da faca”.

Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional da FIA?

Sensacional, mesmo não sendo perfeito, mas por buscar a perfeição continuamente. Excelentes professores/profissionais. A parte internacional é essencial. Poderia ter uma permanência mais longa nos EUA e na Europa, assim o proveito seria ainda maior. 

Você recomendaria a FIA? Por quê?

Sim, por tudo que me ajudou a adquirir e aprimorar em termos de valores, e até conhecimento. Também por ser um MBA que considera e valoriza condições básicas para admitir os profissionais em seus cursos em termos de idade mínima, tempo de formação e nível hierárquico. Sem isso, a ”troca” durante o curso fica empobrecida num ambiente como este.

Mais informações sobre o MBA Executivo International e outros cursos: clique aqui

Testimonial: Sobhi E. Bou-Obeid

Sobhi Eli Bou-Obeid 2FIA business school is giving foreigners the opportunity to have access to an extremely wonderful land, rich in culture, natural resources and people.

It does not only give the opportunity but also have the capacity to teach and appreciate what Brazil has to offer.

Moreover, the program fosters a founding and objective principle: the dignity of the bottom of the pyramid, social classes that represent the back bone of Brazil towards which we ought to show respect.

We learn and apply, mind the full background from a wide and mature scope from an experienced and diverse staff of lecturers and professors.

Finally, FIA Business school has already started to harvest its successes at a very crucial moment of a new era of capitalism and we believe that this will be for long time.

Sobhi Elie Bou-Obeid
Full-Time MBA Student – Class of 2010

 

Depoimento: Luiz Landini

Luiz Landini

Luiz Landini, ex-aluno do MBA Executivo Internacional da Fundação Instituto de Administração, concedeu uma entrevista para a nossa equipe sobre sua trajetória profissional e como o MBA contribuiu em sua carreira e vida.

Em linhas gerais, você poderia descrever os principais momentos de sua trajetória profissional?

Divido minha trajetória profissional em dois momentos bem distintos: na primeira fase, atuei como engenheiro e fui reconhecido pelo que eu era capaz de realizar, mas sentia desejo de fazer ainda mais ajudando empresas a crescer utilizando tecnologia. Então, mudei para a área comercial e iniciei a segunda fase como executivo de vendas e comecei a ajudar empresas oferecendo soluções para seus problemas.

Quais são os principais desafios que encontrou nas organizações onde trabalhou?

A informação e a comunicação continuam sendo os maiores desafios nas organizações. E são os desafios que promovem o desenvolvimento das pessoas e das empresas. E comigo não foi diferente. Nas reuniões de gestores ou na liderança de equipe, eu sentia falta de informações e conhecimentos para contribuir com o grupo. Ao buscar meu aperfeiçoamento, decidi fazer o curso na FIA de Gestão Estratégica – MBA Executivo Internacional, e, a partir daí, derrubei a grande muralha que impedia meu desenvolvimento profissional. Cheguei a ser responsável por 20 gestores em primeiro nível e 500 colaboradores no segundo nível.

Na sua visão, quais são as principais competências para obter sucesso na gestão de pessoas?

Credibilidade, confiança, ética e transparência. Isso significa que você pode omitir informações de caráter confidencial, mas não deve inventar histórias, o que gera desconfiança. Você deve ser direto e não deixar nenhuma dúvida ao se comunicar.

O principal problema na gestão de pessoas está na insegurança do gestor por falta de conhecimento, porque, na maioria das vezes, ele tem deficiência em sua formação, o que faz com que ele se sinta ameaçado no poder e, para demonstrá-lo, acaba centralizando todos os processos em suas mãos.

No meu ponto de vista, a solução é a que já foi apontada por Jack Welch em seu livro “Jack Definitivo: Segredos do Executivo do Século”, onde ele menciona o segredo da gestão de pessoas: o executivo deve delegar tudo o que ele não domina e fazer tudo o que seja o diferencial dele reconhecido pela equipe e o que o levou à promoção.

Como você interpreta o turnover na evolução de carreira? Quais são suas razões?

O turnover  faz parte da carreira dos executivos de sucesso, pois é uma forma de adquirir conhecimento e vivência em diferentes mercados e culturas. Muitos desejam longevidade na empresa, mas as companhias estimulam o turnover, porque acreditam que assim conseguem manter o dinamismo trazendo para dentro da empresa profissionais com vivência diferente e que olhem os problemas sob uma nova perspectiva. Hoje, quanto mais diversificado o número de empresas onde o profissional tenha atuado, maior sua capacidade de colaboração com o crescimento da companhia em que vai trabalhar.

Quais são os cuidados que as empresas precisam ter no sentido de reter seus talentos?

As empresas brasileiras precisam rever o conceito da idade, pois a população está vivendo mais e melhor.  Existe no mercado um grande número de profissionais com boa formação, mas sem experiência, o que resulta em retrabalho e perda de tempo. A retenção de talento está mais focada na capacidade produtiva do profissional, mas raramente se encontra um profissional com boa formação e experiência, com pouca idade.

Quais são os principais aspectos a serem analisados pelo profissional, quando ele decide promover uma mudança em sua carreira?

Satisfação pessoal. O provérbio “Quem faz o que gosta não trabalha nunca, se diverte”, reflete a alegria de quem gosta do que faz. Portanto, a mudança de carreira não pode ser movida apenas pelo fator econômico. Se não houver prazer, o profissional terá problemas de ordem social e emocional.

Quais os principais valores a serem seguidos para conquistar o sucesso em uma posição como a sua?

Perseverança. Eu nasci numa cidade industrial onde bastava ser metalúrgico, mas isso não me satisfazia plenamente. Eu queria ser diferente, e para isso eu tive que estudar e trabalhar.

Dedicação.  As vitórias vieram após muita luta, inclusive para continuar estudando.

Otimismo.  O Brasil enfrentou diversas crises que afetaram a vida de muitas pessoas que estavam se desenvolvendo profissionalmente e é preciso acreditar que é possível enfrentar essas dificuldades nos tempos difíceis.

Comunicação. Falar de forma clara e reta, ter informações de suporte, trabalhar com fatos verdadeiros. Quem acha não tem certeza.

Espiritualidade para não corromper seus princípios e valores morais.

De que maneira cursar o MBA contribuiu para o seu fortalecimento profissional?

O MBA mudou minha carreira, a forma de ver o mundo, a vida e a família. Foi o divisor de águas, antes a minha vida era estática e depois do MBA ficou dinâmica.  A base de conhecimentos adquiridos no MBA permitiu que eu avançasse com segurança, executasse mudanças e tomasse decisões difíceis sem vacilar. Antes eu me dedicava só ao trabalho, era muito workaholic, hoje consigo equilibrar atividades da minha vida profissional com a pessoal.

Qual é a sua avaliação sobre o MBA Executivo Internacional da FIA?

O programa de ensino do MBA Executivo Internacional da FIA é o mais completo e reconhecido no mercado nacional e internacional. Ele foi vital para o desenvolvimento da minha vida profissional e pessoal. Estou muito satisfeito com os resultados e me sinto privilegiado por ter feito o curso.

Você recomendaria a FIA? Por quê?

Recomendo a FIA para todos profissionais que desejam marcar sua carreira com uma formação diferenciada e reconhecida pelas empresas e pelos melhores headhunters do mercado. Considero um passo de carreira seguro para ampliar horizontes na sua vida profissional.

Allan Pires, ex-aluno do MBA Executivo Internacional da FIA,  Turma 24, assumiu o posto de CEO da Targit , uma empresa Dinamarquesa presente em mais de 50 países na area de soluções de BI (Business Intelligence) , a que mais cresce no mundo pelo quesito faturamento.

Allan respondeu a pergunta sobre seus novos desafios da seguinte forma: ”Como a América Latina era o último continente que ainda não tinha presença da TARGIT, a minha missão principal é a localização e execução da estratégia global para desenvolvimento do mercado latino americano a partir da operação Brasil,  suporte aos clientes globais e a promoção global de novas soluções desenvolvidas com as soluções TARGIT na América Latina.  

Os principais desafios serão o desenvolvimento dos canais de distribuição (vendas, implementação, consultorias, etc.)  e de adoção em regime OEM (Pesquisadores e desenvolvedores independentes de software), formação de profissionais para P&D,que inclui a filosofia CALM: Computer Aided Leadership & Management, e consultoria e suporte aos clientes e parceiros.

Depoimento: Matheus H. Scudeler Vilela

Read in English

MATHEUS VILELA IIIO universo é infinito e imensurável, creio que o conhecimento humano seja apenas um ponto dentro deste grande universo. À medida que expandimos nosso conhecimento aumentamos ainda mais a área de contato com o desconhecido, e cada vez mais, temos consciência de quão pouco sabemos e quanto mais temos para conhecer. Desta maneira que eu vejo, também, o crescimento profissional.

Quando ingressei no curso de engenharia elétrica tinha como objetivo me formar como um bom engenheiro e buscar uma carreira de sucesso em gestão em empresas de tecnologia ou infra-estrutura. Ainda no meio do curso comecei a acrescentar mais algumas características nas minhas aspirações profissionais: Eu também queria uma carreira internacional, conhecer países diferentes, pessoas de muitas nacionalidades, línguas diversas, culturas distintas; enriquecer meu conhecimento no mundo à minha volta e aumentar o meu contato com o diferente, o desconhecido. Foi quando, ainda como graduando, busquei um estágio fora do Brasil, e daí para frente comecei a trilhar uma carreira internacional na Schlumberger Technology, onde fiquei por 6 anos como expatriado passando por vários países, como EUA, Canadá, Escócia, México, Cuba e El Salvador em atividades de engenharia e gestão técnica na indústria de petróleo e gás.

Neste período de minha vida me senti muito preso a atividades bastante técnicas e fazer um MBA de alto nível já vinha sendo um plano de crescimento profissional e pessoal, para expandir meus horizontes em uma percepção mais estratégica sobre a administração das grandes empresas. Estando de volta ao Brasil por 1 ano e um pouco irrequieto com a zona de conforto que encontrava, decidi que já era hora de parar e pressionar o botão de reset na minha carreira. Deixei minha posição na Weatherford Drilling Services e ingressei na primeira turma do International MBA full time da Fundação Instituto de Administração.

Optei pelo modelo full time do International MBA para ter a oportunidade de me dedicar intensivamente por um ano ao enriquecimento do meu conhecimento em business administration. Fiquei extremamente satisfeito com os frutos da decisão tomada. Durante este ano abri a minha visão sobre o mundo corporativo de maneira indescritível.  No curso agreguei muito aprendizado ao meu estilo de liderança e visão estratégica da administração. Adquiri insights valiosíssimos em marketing, international competitiveness, negotiation, corporate governance, sustainability, innovation, value creation e people management. O projeto de consultoria foi uma oportunidade única de testar a teoria assimilada, e o networking adquirido foi essencial para minha recolocação no mercado.

Depois de concluído o MBA passei por vários processos em diferentes empresas. O International MBA se mostrou bastante impactante e importante para as pessoas com as quais conversei e em entrevistas. Ao final do MBA tive duas ofertas concretas, uma da Weatherford como Business Development Manager no Rio de Janeiro e outra com a GE Oil & Gas como Service Manager Brazil, sendo esta última a que eu aceitei.

Enfim, Know how é importante para alargar nossas fronteiras, mas conhecer pessoas (Know Who) é fundamental para nos indicar o caminho. E o International MBA agrega ambos.

Matheus H. Scudeler Vilela

Mais informações sobre o International MBA e outros cursos: clique aqui